O artigo discute a criação de um movimento para "REDemocratizar" o Corinthians, inspirado na "Democracia Corinthiana" dos anos 80. O evento, que ocorrerá em São Paulo, reunirá personalidades ligadas ao clube para discutir o futuro e propor uma nova constituição corintiana, visando reverter a má gestão e o endividamento atual.
O artigo critica a privatização de clubes de futebol através do modelo de SAF (Sociedade Anônima do Futebol), exemplificando com o caso do Botafogo sob o comando de John Textor. A autora argumenta que essa privatização retira a democracia dos clubes e que os métodos de gestão de Textor, apesar de terem levado a conquistas recentes, são questionáveis e foram alertados previamente.
O artigo relembra a experiência de jogar futebol com Sócrates no Corinthians nos anos 80, destacando a leitura do jogo, a coletividade e a participação da torcida. O autor explora a essência do corinthianismo como um organismo coletivo, simbolizado pela Democracia Corinthiana, um movimento que extrapolou o esporte e se tornou um sonho compartilhado.
O artigo é uma homenagem de Walter Casagrande Jr. ao seu amigo Sócrates, conhecido como Magrão, que completaria 72 anos. Casagrande relembra a profunda amizade e parceria com Sócrates, tanto dentro quanto fora de campo, destacando a luta pela democracia e o impacto mútuo em suas vidas.
A análise de Danilo Lavieri no programa Posse de Bola, do Canal UOL, aponta o distanciamento do técnico Hernán Crespo em relação ao ex-presidente do São Paulo, Julio Casares. Crespo demonstrou ironia e falta de saudade em coletiva após o impeachment de Casares, interpretando o afastamento como uma vitória da democracia interna do clube. Lavieri também comentou o início de temporada de Crespo no Paulistão, elogiando seus testes e resultados.
O artigo discute a prisão de Jair Bolsonaro, comparando sua situação com a de outros detentos e criticando suas falas e ações passadas. O autor utiliza a figura de João Saldanha para contextualizar a análise sobre falar de presos e ironiza as condições privilegiadas que Bolsonaro tem na penitenciária.
A colunista Milly Lacombe critica a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela sob o comando de Donald Trump, comparando-a com a violência policial nos EUA. O artigo argumenta que a invasão não resolveu os problemas do povo venezuelano e destaca o sofrimento das mulheres, além de questionar a hipocrisia democrática americana ao se aliar a regimes autoritários como a Arábia Saudita.
O artigo critica a 'nova' Copa do Brasil, argumentando que a CBF vende uma falsa imagem de democracia, enquanto o torneio aprofunda o processo de elitização do futebol brasileiro. A competição favorece clubes de elite, sufoca clubes menores e ignora a história e o interesse capilar do esporte no país.
A colunista Milly Lacombe critica a agressão estadunidense à Venezuela, liderada por Donald Trump, classificando-a como ato de guerra imperialista e ilegal. Ela questiona como um país com tal conduta poderia sediar a Copa do Mundo, sugerindo que um boicote seria a única resposta democrática e argumentando que a FIFA está alinhada a Trump.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho (PVC) discute a possibilidade de mudanças estatutárias no Palmeiras que poderiam permitir a permanência de Leila Pereira para um terceiro mandato. O autor compara a situação com casos internacionais e nacionais, questionando a democracia do processo.
O colunista Walter Casagrande Jr. relembra uma intensa semana de novembro de 1982, quando o Corinthians disputou quatro jogos em sete dias, marcando 11 gols. A matéria contrasta o calendário apertado da época com o atual, destacando a resiliência e o espírito do time da Democracia Corintiana diante das adversidades e da rotina de jogos.
O colunista Juca Kfouri celebra a prisão de militares de alta patente como um marco para a democracia brasileira. Ele compara a situação a outros países e ressalta que a comemoração é pela vitória da democracia, não pela prisão em si.
Walter Casagrande Jr. narra um dia marcante em outubro de 1982, onde futebol, política e música se entrelaçaram. Ele relata a antecipação de um jogo do Corinthians com a mensagem "DIA 15 VOTE" e um evento posterior com artistas para arrecadar fundos para uma campanha política, culminando em uma colaboração musical com o genial amigo Gonzaguinha.