O artigo analisa a despedida da seleção brasileira em um amistoso, destacando a elitização do acesso ao Maracanã, a exclusão racial e social, e as bizarrices ocorridas durante o evento. A autora critica a hipocrisia em torno da idolatria a Neymar e celebra o potencial de Rayan, enquanto aponta a falta de liberdade de torcer.
A Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, México e Canadá, apresenta custos significativamente mais elevados em comparação com edições anteriores, especialmente no Qatar. Ingressos, transporte e hospedagem atingiram preços exorbitantes, gerando críticas à FIFA sobre uma suposta elitização do evento e dificultando o acesso dos torcedores mais populares.
O artigo critica a 'nova' Copa do Brasil, argumentando que a CBF vende uma falsa imagem de democracia, enquanto o torneio aprofunda o processo de elitização do futebol brasileiro. A competição favorece clubes de elite, sufoca clubes menores e ignora a história e o interesse capilar do esporte no país.