Diego Souza, ex-atacante e atual técnico do Joinville, foi suspenso por um ano pelo TJD-SC pelo uso de licença falsa de treinador. O jogador alega ter sido vítima de um golpe do ex-jogador Mancuso, apontado como pivô de um esquema de licenças falsas atribuído à ATFA, da Argentina. Diego Souza afirma que já avisou a CBF sobre a suspeita e pretende recorrer da decisão.
O técnico Diego Souza, do Joinville, será julgado pelo TJD-SC por uso de licença de treinador supostamente falsificada, podendo pegar de 180 a 720 dias de suspensão. A denúncia da Procuradoria da Justiça Desportiva catarinense se baseia em informações da ATFA e da Conmebol que apontam inconsistências no diploma apresentado. O treinador afirma ter sido vítima de golpe ao adquirir a licença por intermédio do ex-jogador Alejandro Mancuso.
O atacante colombiano José Enamorado, do Grêmio, caiu em golpe e transferiu R$ 22,5 mil via Pix a um golpista que se passava pelo técnico Luís Castro pelo WhatsApp. O esquema foi desvendado pela Polícia Civil na Operação Falso 9, que levou à prisão do suspeito Lucas de Oliveira Eduardo. O golpista também teria abordado outros jogadores do Grêmio, Léo Ortiz, do Flamengo, e o músico MC Hariel.
Investigação da coluna do UOL revela que Alejandro Mancuso, ex-jogador argentino, vendia licenças falsas de treinador da ATFA por cerca de 20 mil dólares, recebendo pagamentos em conta nos EUA e via Pix com ajuda de um laranja no Brasil. Ex-jogadores consagrados como Thiago Silva, Roberto Carlos e Felipe Melo negociaram ou receberam os documentos. A ATFA afirma que a documentação é falsa e Mancuso nega a venda dos diplomas.
O artigo traça o perfil de Alejandro Mancuso, ex-volante argentino que passou por Palmeiras e Flamengo e foi auxiliar de Maradona na Copa de 2010, hoje acusado de vender licenças falsas de treinador e de estelionato com cheques falsificados. O texto repassa sua carreira como jogador e os diversos episódios judiciais envolvendo o ex-atleta. A peça culmina com a decisão da Justiça argentina, em 2025, de levar Mancuso a juízo.
O colunista Walter Casagrande analisa o caso de Alejandro Mancuso, ex-jogador apontado como responsável por golpe na venda de licenças falsas de treinador da ATFA por R$ 100 mil em apenas dez dias. O autor demonstra estranheza com o silêncio de jogadores citados como clientes, como Thiago Silva e Felipe Melo, e questiona se todos foram realmente enganados ou se houve conivência consciente. Casagrande defende que quem se sente lesado esclareceria publicamente o ocorrido, e aguarda os próximos desdobramentos da investigação.
Walter Casagrande Jr. comenta, no UOL News Esporte, o esquema de venda de licenças falsas de treinador liderado pelo ex-jogador Alejandro Mancuso. Ele avalia que os ex-jogadores brasileiros que pagaram US$ 20 mil deveriam ter desconfiado da promessa de registro 'Pró' em dez dias, quando o curso normal dura três anos. A investigação da colunista Joanna de Assis confirmou que todos os diplomas emitidos eram falsos, configurando estelionato contra os atletas.
No programa De Primeira, do Canal UOL, PVC comenta o caso do argentino Alejandro Mancuso, investigado por vender diplomas falsos de treinador. O comentarista afirma que o grande culpado é Mancuso, mas defende que os jogadores que compraram as licenças sem estudar também devem ser responsabilizados. A jornalista Joana de Assis detalha como a reportagem do UOL Prime confirmou a invalidade dos documentos junto à escola argentina Atifa.
Alejandro Mancuso, ex-volante argentino que atuou por Palmeiras e Flamengo nos anos 1990, foi apontado como responsável por golpe de venda de licenças falsas de treinador na Argentina. O artigo traça um perfil do ex-atleta: revelado no Ferro Carril Oeste, brilhou no Vélez Sarsfield, passou pelo Boca Juniors e pelos dois gigantes brasileiros, ganhando fama de jogador violento no Brasil. O texto também narra o rompimento da amizade com Diego Maradona e outras acusações judiciais contra Mancuso, como o estelionato com cheques falsos.
Por Guilherme Padin, Joanna de Assis em 2026-10-07
Reportagem analisa o prestígio internacional dos treinadores argentinos, comparando a formação técnica da ATFA, fundada em 1963, com a da CBF Academy, criada em 2015 no Brasil. O texto contextualiza o golpe de venda de licenças falsas atribuído a Alejandro Mancuso e apresenta dados que mostram a maior presença de técnicos argentinos nas ligas europeias e em seleções. Especialistas como Mauro Cezar Pereira e Paulo Vinícius Coelho explicam fatores como cultura tática, exigência dos cursos, idioma e barreiras financeiras.
O colunista Juca Kfouri lista argumentos para rejeitar a candidatura de Bolsonaro nas eleições de 2026, destacando avanços como a saída do Brasil do mapa da fome e quatro anos sem sobressaltos. Ele caracteriza o retorno de Bolsonaro ao poder como ameaça à democracia, mencionando a tentativa de golpe, a idolatria a torturadores e a negação da ciência. O texto conclui afirmando que não é preciso gostar de Lula, bastando rejeitar Bolsonaro, e convoca os eleitores às urnas sem ódio e sem medo.
O artigo aborda a crescente onda de golpes envolvendo figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026. A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu cerca de 200 mil figurinhas falsas, alertando colecionadores sobre os sinais de autenticidade na impressão e embalagem, além de orientações para evitar fraudes online.
O colunista Walter Casagrande Jr. compara a política brasileira, em especial a família Bolsonaro, ao desenho "A Corrida Maluca". Ele utiliza o personagem Dick Vigarista para ilustrar as tentativas de golpes e sabotagens que, segundo o autor, acabam se voltando contra os próprios envolvidos, resultando em fracassos.
Um colecionador de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 foi vítima de um golpe no TikTok, perdendo R$ 229 para um perfil falso que se passava por uma página especializada. O golpista enganou a vítima com negociações convincentes e um código de rastreio inválido, desaparecendo após receber o pagamento.
O campeão mundial de atletismo, CJ Ujah, é acusado de envolvimento em um esquema de fraude com criptomoedas no Reino Unido, que envolve a perda de mais de R$ 2 milhões por uma vítima. Ujah, junto com outros nove suspeitos, se passava por autoridades para obter dados de carteiras digitais. O atleta britânico foi liberado sob fiança e aguarda próxima audiência.
O Ministério Público de São Paulo arquivou um inquérito que investigava um suposto golpe de estelionato contra os jogadores Gustavo Scarpa e Mayke, envolvendo o ex-colega de Palmeiras, Willian Bigode. A investigação apontava que Scarpa e Mayke perderam mais de R$ 10 milhões em um esquema de pirâmide de criptomoedas indicado por Bigode, que também teria sido lesado.
O ex-jogador Marcelinho Carioca acusa sua antiga advogada, Fernanda Fenerichi de Carvalho, de um golpe de aproximadamente R$ 480 mil. Segundo a denúncia, o valor referente a uma ação judicial vencida por Marcelinho foi liberado pela Justiça em 2025, mas nunca chegou à sua conta, sendo depositado na conta da advogada. A defesa da advogada alega que houve desorganização administrativa e que Marcelinho impôs condições desproporcionais para o recebimento.
Dirigentes do São Paulo foram cobrados por torcedores após reunião do Conselho Deliberativo. O presidente Harry Massis descartou a possibilidade de golpe contra sua gestão e afirmou que haverá investigação sobre o esquema ilegal de ingressos no Morumbis, que envolveu sua filha, Christina Massis. Antigos presidentes também foram alvos de críticas.
O volante Willian Arão, do Santos, abriu um processo contra a empresa D32, da qual o ex-goleiro Doni é sócio, nos Estados Unidos. Arão alega ter sido vítima de golpes em empreendimentos imobiliários na Flórida e cobra cerca de R$ 3,1 milhões de indenização. A defesa de Doni alega que a empresa passa por reestruturação e que divergências comerciais são comuns.
O River Plate sofreu uma goleada expressiva de 4 a 1 para o Tigre em casa, no Más Monumental, em partida válida pelo Campeonato Argentino. O confronto foi marcado por falhas individuais de jogadores com passagem pelo futebol brasileiro, como Fausto Vera, Matias Viña e Aníbal Moreno, gerando vaias da torcida e preocupação para o técnico Marcelo Gallardo, que classificou o resultado como um "golpe impensável".