O Corinthians busca resolver o impasse sobre a licença de treinador de Clarence Seedorf, após a Conmebol negar o reconhecimento por falta dos três anos de experiência exigidos. A confederação sul-americana descarta qualquer exceção, mas o clube tenta uma alternativa junto à CBF, que poderia adotar medida excepcional de âmbito nacional. O artigo cita precedentes como Filipe Luís no Mônaco e Davide Ancelotti no Botafogo para contextualizar a situação.
A reportagem explica por que treinadores e ex-jogadores brasileiros, como Rafael Guanaes (Mirassol) e Thiago Ribeiro (ex-Santos), optaram por tirar licenças de treinador na ATFA, associação argentina, em vez dos cursos da CBF Academy. Os motivos citados incluem flexibilidade, formato online, parcelamento e método acadêmico mais longo. O texto se contextualiza com o escândalo das licenças falsas negociadas por Alejandro Mancuso, do qual os entrevistados não participaram.
No programa De Primeira, do Canal UOL, PVC comenta o caso do argentino Alejandro Mancuso, investigado por vender diplomas falsos de treinador. O comentarista afirma que o grande culpado é Mancuso, mas defende que os jogadores que compraram as licenças sem estudar também devem ser responsabilizados. A jornalista Joana de Assis detalha como a reportagem do UOL Prime confirmou a invalidade dos documentos junto à escola argentina Atifa.