O São Paulo, sob a liderança do presidente Harry Massis, implementou um plano de 20 semanas para reduzir custos e renegociar dívidas. O objetivo é estabelecer um novo padrão de governança, onde as despesas operacionais não superem as receitas recorrentes, buscando a sustentabilidade financeira e o fim da dependência da venda de jogadores.
O artigo analisa a demissão do técnico Hernán Crespo do São Paulo, destacando que a decisão recai sobre a gestão do presidente Harry Massis Jr. O autor argumenta que, apesar dos defeitos de Crespo, o técnico sofreu com problemas estruturais no clube no ano anterior e apresentava um bom desempenho em 2026, com condições de trabalho dignas.
A torcida do São Paulo expressou forte insatisfação com a diretoria após a contratação do técnico Roger Machado, criticando decisões recentes e pedindo a saída de dirigentes. As manifestações online refletem o descontentamento com as escolhas do clube, inclusive a do novo treinador.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, visitou o centro de treinamento da base em Cotia para reuniões com diretores. O mandatário elogiou as instalações, considerando o CT o melhor do Brasil, e discutiu futuras modernizações e investimentos, buscando patrocínios para evitar o uso dos cofres do clube.
O presidente interino do São Paulo, Harry Massis Júnior, nomeou novos assessores especiais para as áreas Administrativa, Financeira, Jurídica, de Orçamento e Controle, de Relações Institucionais, de Patrimônio e de Relações Internacionais. A lista inclui ex-opositores de Julio Casares, indicando um movimento de união entre diferentes correntes do clube.
O presidente do São Paulo FC, Harry Massis, renunciou ao cartão corporativo e plano de saúde para fortalecer a governança e o compliance do clube. Ele busca implementar práticas de gestão mais rígidas, inspiradas em suas empresas, e aproximar a gestão executiva do departamento de futebol.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, abriu mão do cartão corporativo e do plano de saúde para implementar uma política de austeridade financeira no clube. As medidas visam a economia de recursos e o combate à corrupção, em um momento em que o clube revisa contratos e busca reorganizar suas finanças, priorizando o futebol.
O artigo compara os casos de Harry Massis e Julio Casares no São Paulo, destacando as diferenças na forma como o Conselho Consultivo lidou com acusações contra ambos. Enquanto Massis enfrenta pressão por ações de sua filha, Casares renunciou após acusações de comercialização de camarotes e depósitos em dinheiro vivo.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Jr., recebeu uma denúncia envolvendo a revenda de ingressos para um show por sua filha, Christina Massis. Ele afirmou que não compactua com a atitude e que solicitará uma investigação pela comissão de ética do clube. Massis também mencionou ter sido chantageado para que o caso não viesse à tona, mas reafirmou seu compromisso com a integridade do clube.
Christina Massis, filha do presidente do São Paulo, Harry Massis Jr., negou envolvimento em um esquema ilegal de venda de ingressos no Morumbis. As acusações foram citadas em uma denúncia ao Conselho Deliberativo do clube. Ela classificou as acusações como 'infundadas' e defendeu a transparência da atual gestão.
Áudios atribuídos à filha do presidente do São Paulo, Harry Massis, citam um possível esquema de venda irregular de ingressos para shows no Morumbis. As gravações foram entregues ao presidente do Conselho Deliberativo e indicam o temor do presidente em renunciar caso o escândalo se torne público. Christina Massis nega as acusações, afirmando que os áudios foram editados fora de contexto, enquanto Harry Massis declarou tolerância zero e que sua filha responderá por seus atos.
Dirigentes do São Paulo foram cobrados por torcedores após reunião do Conselho Deliberativo. O presidente Harry Massis descartou a possibilidade de golpe contra sua gestão e afirmou que haverá investigação sobre o esquema ilegal de ingressos no Morumbis, que envolveu sua filha, Christina Massis. Antigos presidentes também foram alvos de críticas.
A gestão de Harry Massis Júnior no São Paulo completou um mês, marcada por mudanças administrativas e a recuperação da estabilidade. O clube anunciou a contratação de Cauly, antecipou a chegada de Lucas Ramon e planeja renovações com jogadores chave. Em campo, a equipe vive uma sequência invicta de seis jogos sob o comando de Hernán Crespo.
Conselheiros do São Paulo estão evitando confrontar o presidente interino Harry Massis Júnior em relação à nova camisa do clube. A polêmica sobre o design do uniforme, que supostamente fere o estatuto, está sendo atribuída à gestão anterior de Julio Casares. Cobranças estão sendo articuladas contra departamentos e diretores envolvidos, com definições de ações esperadas após o Carnaval.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) explica a recente melhora do São Paulo, atribuindo-a à definição clara da hierarquia no comando do futebol e ao apaziguamento do clima interno. A chegada de Rafinha como gerente esportivo e a ascensão de Harry Massis Jr. trouxeram estabilidade, permitindo que os jogadores saibam quem comanda o vestiário. A organização do ambiente de trabalho e a definição de responsáveis claros foram fundamentais.
O São Paulo promoveu um encontro para fortalecer seu programa de compliance, o Identidade Tricolor, com a presença do presidente Harry Massis e outros dirigentes. O objetivo é consolidar uma cultura ética e transparente, além de estruturar mecanismos de prevenção e resposta a desvios de conduta.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis, reuniu-se com dirigentes da CBF no Rio de Janeiro. Durante o encontro, Massis presenteou Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, com uma camisa personalizada do clube paulista.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, oficializou a saída de sua filha, Christina Massis, da diretoria adjunta do futebol feminino de base. A medida faz parte de um novo pacote de regras de compliance para evitar conflitos de interesse, proibindo parentes de ocuparem cargos na diretoria.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, promove uma reformulação na gestão das categorias de base do clube, visando reestruturar os processos do Centro de Formação de Atletas (CFA) em Cotia. Marcos Biasotto retornará ao cargo de diretor-executivo, e José Roberto Canassa também integrará a direção administrativa. Douglas Schwartzmann está afastado após áudio sobre escândalo.
O presidente interino do São Paulo, Harry Massis Júnior, está fortalecendo sua base política ao nomear críticos da gestão anterior de Julio Casares para cargos estratégicos. Esta reestruturação inclui a nomeação de Miguel Sousa, Flavio Marques, Dáurio Speranzini e Caio Forjaz, que foram importantes no processo que levou à renúncia de Casares.