O Conselho Deliberativo do Corinthians finalizou investigações sobre o uso indevido do cartão corporativo por Andrés Sanchez entre 2018 e 2020. A Comissão de Justiça recomendou ressarcimento dos valores e novos controles, com a Comissão de Ética avaliando possíveis punições, incluindo a expulsão do ex-presidente.
O artigo analisa a chegada de Harry Massis Júnior como presidente interino do São Paulo em meio a uma crise institucional. A matéria destaca a necessidade de uma reforma ética e a tentativa de manter a estrutura do departamento de futebol, sem revoluções imediatas.
O artigo critica a seleção de Marrocos após a final da Copa Africana de Nações, destacando a 'guerra das toalhas' e a falta de ética esportiva como fatores que a tornaram antipática. O texto argumenta que o comportamento da equipe manchou a imagem positiva construída na Copa do Qatar e durante o torneio, gerando celebração pela vitória de Senegal.
O artigo de Juca Kfouri descreve a atual crise ética e moral que assola o São Paulo Futebol Clube, argumentando que o clube abandonou seus princípios de governança e transparência. São apresentados indícios de uso do clube para fins privados, endividamento recorde e falha do Conselho Consultivo em tomar medidas. A matéria analisa a degradação institucional desde um passado de excelência.
O Conselho Deliberativo do Corinthians abriu um processo ético-disciplinar contra o vice-presidente Armando Mendonça devido a um comentário em rede social. Mendonça afirmou que não deixaria "que os ladrões fiquem", gerando debate sobre o alcance ético de sua manifestação e o impacto na imagem do clube.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, encaminhou à Comissão de Ética os casos de diretores citados em um escândalo de exploração irregular de um camarote no Morumbis. A medida ocorre após áudios que apontam participação de membros da diretoria em um esquema de comercialização clandestina de espaço. O clube também abriu sindicâncias internas para apurar as denúncias.
A primeira audiência pública sobre a reforma do estatuto do Corinthians foi marcada por debates sobre a necessidade de formação em Direito para uma futura Comissão de Ética e Integridade. Houve também forte preocupação com a possível redução de investimentos em esportes amadores e olímpicos, o que gerou críticas de associados e coletivos. A ausência de transmissão oficial da audiência também foi alvo de questionamentos.
Uma audiência pública para discutir a reforma do estatuto do Corinthians reuniu cerca de 50 pessoas e gerou divergências, especialmente sobre a criação de uma Comissão de Ética e Integridade. Houve debates sobre a contratação de profissionais externos, a exigência de formação em Direito e a redução de verbas para esportes amadores e olímpicos.
O técnico Abel Ferreira, do Palmeiras, comentou o caso envolvendo o jogador Bruno Henrique, que escapou de punição pesada no STJD. Abel enfatizou que o futebol deveria ser um embaixador de valores como ética, respeito e educação, e que a união é mais importante que o individualismo no esporte.
O Palmeiras perdeu a liderança do Brasileirão após derrota para o Santos, afetado por desfalques importantes devido à Data Fifa. Paralelamente, o técnico Abel Ferreira abordou debates éticos no futebol, defendendo valores como respeito e educação.
O colunista Milton Neves critica a decisão do STJD de multar Bruno Henrique em R$ 100 mil e liberá-lo para jogar, considerando a pena branda e o precedente perigoso. A análise aponta que a decisão envia uma mensagem de que jogadores de clubes grandes podem 'brincar com apostas' sem punição severa.
O comentarista Mauro Cezar Pereira, em participação no Canal UOL, criticou a defesa do Flamengo a Bruno Henrique no STJD em caso de apostas esportivas. Ele argumenta que o jogador deveria ter sido suspenso de acordo com o artigo 243 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, em vez de apenas ser multado. A análise também aborda a ética no esporte e a influência de apostas em resultados de jogos.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho (PVC) elogia a postura da auditora Mariana Barreiras do STJD em um julgamento, destacando sua defesa da lealdade e ética no futebol. PVC critica a normalização de atitudes antiéticas e defende a aplicação de punições rigorosas.