O artigo de opinião de Juca Kfouri critica a cultura tóxica e a 'ética de vestiário' presente no futebol, utilizando o caso de Neymar e Robinho Júnior no Santos como exemplo. Kfouri defende que atitudes como a cobrança por silêncio após agressões revelam um ambiente problemático que precisa ser questionado.
O artigo discute a decisão do goleiro Gabriel Brazão de jogar mesmo com o pai em estado terminal na UTI, levantando questões sobre a romantização do trabalho no capitalismo. A autora questiona a ética que força indivíduos a priorizar o emprego em detrimento do luto e dos laços afetivos, criticando o sistema que pode levar à exaustão e ao sofrimento pessoal.
O técnico Mozart valorizou o elenco do Ceará após a vitória por 1 a 0 sobre o Náutico, que levou o time à liderança da Série B. Ele destacou a ética de trabalho e a competitividade do grupo, mesmo com as rotações. O Ceará agora foca na Copa do Nordeste e em manter a boa campanha na Série B.
O relator da Comissão de Ética do São Paulo, Luiz Braga, acusou Douglas Schwartzmann e Mara Casares de usarem argumentos 'mentirosos' e de 'tentarem desqualificar' seu relatório sobre a exploração irregular de um camarote no Morumbis. A Comissão recomenda a expulsão de ambos do quadro de sócios do clube.
A Comissão de Ética do São Paulo FC recomendou a expulsão de Mara Casares e Douglas Schwartzmann, ex-diretores, por exploração irregular de um camarote no Morumbis. A decisão segue para o Conselho Deliberativo, que precisará de 2/3 dos votos para confirmar a exclusão. Douglas Schwartzmann também pode perder seu cargo de conselheiro vitalício.
A Comissão de Ética do Conselho Deliberativo do São Paulo recomendou a expulsão de Mara Casares e Douglas Schwartzmann do clube. A investigação apura um esquema de exploração ilegal de camarotes no Morumbis, com envolvimento dos dois ex-diretores, conforme revelado por áudios obtidos pelo ge. O caso agora será votado pelo Conselho Deliberativo.
Andrés Sanchez abriu mão de depor na Comissão de Ética do Corinthians devido a uma decisão judicial que o proíbe de ter contato com pares do clube. Ele é investigado pelo suposto uso irregular do cartão corporativo entre 2018 e 2020. A defesa argumentou que a audiência virtual poderia ferir as medidas restritivas.
A Comissão de Ética do Corinthians deu um prazo de 24 horas para Andrés Sanchez justificar sua ausência em uma audiência virtual. A defesa alegou impossibilidade de comparecimento devido a medidas cautelares da Justiça, mas a Comissão exigiu comprovação formal, apontando que a audiência foi marcada em formato virtual. O processo investiga despesas com cartão corporativo e a fase atual envolve coleta de depoimentos e análise de documentos.
Andrés Sanchez solicitou o adiamento de uma audiência na Comissão de Ética do Corinthians, alegando que sua participação por videoconferência violaria medidas restritivas impostas pela Justiça. A comissão exigiu comprovação judicial para reagendar, enquanto o depoimento anterior à Comissão de Justiça poderá ser considerado. O ex-presidente deve esclarecer despesas investigadas, com possibilidade de recomendação de expulsão.
A Comissão de Ética do São Paulo agendou uma audiência para ouvir conselheiros envolvidos na compra de um áudio que revelou o escândalo do camarote 3A do Morumbis. A investigação apura o envolvimento de Vinicius Pinotti e Fabio Mariz na aquisição do material e nas estratégias de divulgação para atingir a gestão tricolor.
A matéria discute se Leila Pereira, presidente do Palmeiras, agiu corretamente ao criticar a demissão de Filipe Luís pelo Flamengo. Comentaristas do UOL debateram a declaração, com opiniões divididas sobre a ética da crítica, embora concordem com a forma como o Flamengo agiu.
A Comissão de Ética do Corinthians definiu um prazo de dez dias para a realização de uma audiência sobre o caso Andrés Sanchez, referente a despesas no cartão corporativo. O ex-presidente deverá prestar esclarecimentos documentados sobre gastos que somam mais de R$ 190 mil, com possibilidade de expulsão do clube. O Ministério Público de São Paulo também denunciou Sánchez por crimes financeiros.
A Comissão de Ética do São Paulo Futebol Clube está prestes a decidir sobre a exclusão do ex-CEO Márcio Araújo Carlomagno do quadro associativo. A investigação baseia-se em um áudio que sugere um esquema irregular de comercialização do camarote 3A do Morumbi, com possíveis indícios de enriquecimento pessoal. A decisão final é esperada em até três semanas.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Jr., recebeu uma denúncia envolvendo a revenda de ingressos para um show por sua filha, Christina Massis. Ele afirmou que não compactua com a atitude e que solicitará uma investigação pela comissão de ética do clube. Massis também mencionou ter sido chantageado para que o caso não viesse à tona, mas reafirmou seu compromisso com a integridade do clube.
O conselheiro do São Paulo, Douglas Schwartzmann, solicitou a expulsão de dois outros conselheiros, Vinícius Pinotti e Fábio Mariz, por vazarem um áudio sobre a exploração de um camarote no Morumbis. A Comissão de Ética do clube acatou o pedido e agendou uma audiência para discutir o caso, que também envolve uma investigação sobre a conduta de Douglas Schwartzmann.
A Comissão de Ética do São Paulo Futebol Clube agendou para 23 de fevereiro o julgamento de Douglas Schwartzmann e Mara Casares. O caso envolve a suposta exploração ilegal de camarotes no estádio Morumbis, com apuração de infração às normas internas do clube. A audiência ouvirá os envolvidos e definirá sanções com base na gravidade da conduta.
O São Paulo promoveu um encontro para fortalecer seu programa de compliance, o Identidade Tricolor, com a presença do presidente Harry Massis e outros dirigentes. O objetivo é consolidar uma cultura ética e transparente, além de estruturar mecanismos de prevenção e resposta a desvios de conduta.
O Conselho Deliberativo do Corinthians finalizou investigações sobre o uso indevido do cartão corporativo por Andrés Sanchez entre 2018 e 2020. A Comissão de Justiça recomendou ressarcimento dos valores e novos controles, com a Comissão de Ética avaliando possíveis punições, incluindo a expulsão do ex-presidente.
O artigo analisa a chegada de Harry Massis Júnior como presidente interino do São Paulo em meio a uma crise institucional. A matéria destaca a necessidade de uma reforma ética e a tentativa de manter a estrutura do departamento de futebol, sem revoluções imediatas.
O artigo critica a seleção de Marrocos após a final da Copa Africana de Nações, destacando a 'guerra das toalhas' e a falta de ética esportiva como fatores que a tornaram antipática. O texto argumenta que o comportamento da equipe manchou a imagem positiva construída na Copa do Qatar e durante o torneio, gerando celebração pela vitória de Senegal.