O ex-goleiro Doni emitiu um comunicado afirmando ter chegado a um acordo com investidores de seus empreendimentos imobiliários nos EUA, após processos por fraude. No entanto, o jogador Willian Arão, um dos demandantes, negou o acordo e cobra o triplo do valor investido.
A empresa do ex-goleiro Doni, a D32, acumula 22 processos na Flórida, EUA, por quebra de contrato e cobranças financeiras. Um dos processos é movido pelo volante Willian Arão, que alega fraude imobiliária e prejuízo de R$ 1,04 milhão. Doni se defende alegando reestruturação societária e divergências comerciais pontuais.
A empresa D32, ligada ao ex-goleiro Doni, enfrenta 22 processos civis na Flórida, EUA, desde 2018. Os casos envolvem quebras contratuais em investimentos imobiliários, incluindo um processo do jogador Willian Arão, que alega ter perdido US$ 200 mil. Doni nega as acusações, atribuindo os problemas a divergências pontuais e um processo de reestruturação da empresa.
O Tribunal de Justiça Desportiva do Tocantins (TJD-TO) agendou para a próxima segunda-feira (9) o julgamento de 12 processos relacionados a clubes, comissões técnicas e jogadores do Campeonato Tocantinense 2026. Os casos envolvem desde o não pagamento de taxas de arbitragem até agressões físicas, com penas que podem variar de advertências a suspensões de até doze partidas.
O Palmeiras e a presidente Leila Pereira abrirão processos judiciais contra os quatro indivíduos identificados como responsáveis pelas pichações nos muros do Allianz Parque. As ofensas ocorreram após a derrota do clube por 4 a 0 para o Novorizontino, com frases direcionadas ao técnico Abel Ferreira e à própria Leila. Um dos autores já possui antecedentes criminais relacionados a torcidas organizadas.
Dois novos processos foram abertos contra a Ponte Preta na Justiça do Trabalho, somando R$ 1 milhão em cobranças de ex-funcionários. O goleiro Matheus Kayzer e o preparador físico Leonardo Cupertino buscam pagamentos de salários atrasados, FGTS, férias, 13º e danos morais, em meio a uma crise financeira que já afetou outros profissionais e resultou em seis baixas no elenco para 2026.
A Conmebol emitiu um alerta sobre pacotes de viagem e ingressos para a final da Libertadores vendidos pela agência Outsider Tours, citando seu histórico de problemas logísticos e processos judiciais. O sócio da empresa minimiza o alerta, afirmando que não se vendem como agência oficial. O caso relembra incidentes anteriores, como o caos na final de 2022 e prejuízos na Champions League.