A coluna de Walter Casagrande Jr. discute um incidente ocorrido na partida entre São Paulo e Santos, onde o árbitro João Vitor Gobi teria ofendido o jovem jogador Lira. Casagrande argumenta que, apesar dos avanços na profissionalização da arbitragem, é crucial que os árbitros também recebam treinamento em educação e respeito para evitar abusos de poder contra os atletas, especialmente os mais jovens.
Cristiano Ronaldo venceu um recurso da Juventus na Justiça italiana, evitando a devolução de R$ 55,4 milhões em salários atrasados referentes ao período da pandemia. O Tribunal Trabalhista de Turim negou o pedido do clube, mantendo a decisão anterior que condenou a Juventus a pagar ao jogador.
A confusão entre Acelino Popó Freitas e Wanderlei Silva após uma luta em setembro de 2025 gerou repercussão, mas em vez de um conflito judicial, os lutadores transformaram a polêmica em oportunidade de lucro. Campanhas publicitárias para marcas de alimentos e varejo ajudaram a amenizar a imagem de ambos e a virar a página do ocorrido, gerando cachês significativos.
O Sport Club do Recife teve sua pena de perda de dois mandos de campo revertida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco. A decisão permite que o clube conte com a presença de público em seus primeiros jogos no Campeonato Pernambucano, após doação a instituições de caridade.
O jogador de futebol americano Stefon Diggs, do New England Patriots, enfrenta acusações de estrangulamento e agressão após um incidente com uma chef particular. Uma audiência foi realizada e outra está marcada para janeiro, enquanto a defesa alega falta de substância nas acusações e busca um acordo monetário.
A Federação de Futsal de Mato Grosso do Sul criou seu próprio Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) para agilizar julgamentos e adaptar regras específicas para o esporte. A decisão foi motivada por incidentes violentos em competições de categorias de base em 2025, incluindo agressões a árbitros e técnicos.
Um tribunal de Paris determinou que o PSG deve pagar € 60 milhões (aproximadamente R$ 380 milhões) a Kylian Mbappé. O valor refere-se a salários e bônus não pagos pelo clube francês ao jogador antes de sua transferência para o Real Madrid.
O Figueirense enfrenta um momento crucial nesta terça-feira com o julgamento do recurso de sua Recuperação Judicial pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O resultado definirá a homologação do plano aprovado pelos credores, impactando diretamente investimentos, segurança jurídica e a capacidade do clube de competir na próxima temporada. Uma eventual não homologação poderia atrasar significativamente a solução financeira e reabrir todo o processo.
O Botafogo foi condenado pela Fifa a pagar R$ 114 milhões ao Atlanta United pela contratação do meia Thiago Almada. O clube carioca não quitou as duas primeiras parcelas do acordo, o que pode levar a um transferban. O Botafogo recorreu da decisão e alega que há débito do Atlanta/MLS com o clube.
O STF determinou o trancamento de uma ação penal contra Igor Cariús, do Sport, acusado de receber dinheiro para forçar um cartão amarelo. A decisão, que se assemelha a uma absolvição no caso de Bruno Henrique, do Flamengo, sinaliza um entendimento nos tribunais superiores de que o recebimento de cartão amarelo relacionado a apostas esportivas pode não configurar manipulação de resultados.
Yago Andrade, ex-promessa da base do Vasco e com passagem pelo Flamengo, foi empossado como auditor na 5ª Comissão Disciplinar do TJD-RJ. Aos 33 anos, ele promete usar sua vivência como jogador para trazer mais justiça aos julgamentos. Sua carreira no futebol foi interrompida por questões administrativas, levando-o a seguir a carreira jurídica, onde já atuou na defesa de ex-companheiros de clube.
O artigo avalia a decisão do STJD de suspender o árbitro Ramon Abatti Abel, considerando que o tribunal extrapolou seu poder ao puni-lo por um erro técnico. O texto sugere que a Comissão de Arbitragem da CBF deveria ser responsável por avaliar e afastar árbitros por desempenho, evitando a judicialização excessiva e a pressão sobre os profissionais.
Especialistas em direito desportivo analisam a punição de 40 dias aplicada ao árbitro Ramon Abatti Abel e ao VAR Ilbert Estevam da Silva pelo STJD. A suspensão por erros no clássico entre São Paulo e Palmeiras levanta debates sobre a competência do tribunal para julgar erros técnicos e abre um precedente perigoso para a arbitragem.
A estratégia jurídica do Flamengo foi fundamental para evitar uma suspensão severa a Bruno Henrique no STJD. O clube sustentou que a orientação para o jogador tomar cartão amarelo era uma prática interna, afastando acusações mais graves de manipulação de resultado.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho (PVC) elogia a postura da auditora Mariana Barreiras do STJD em um julgamento, destacando sua defesa da lealdade e ética no futebol. PVC critica a normalização de atitudes antiéticas e defende a aplicação de punições rigorosas.
O comentarista Arnaldo Ribeiro criticou a credibilidade histórica do STJD, classificando-o como um tribunal "sem credibilidade alguma". Ele apontou a falta de critérios claros e a influência de bastidores como fatores que comprometem os julgamentos, especialmente em momentos decisivos de campeonatos.
O caso Bruno Henrique, envolvendo uma possível suspensão por envolvimento com apostadores, está sendo julgado pelo STJD. O início do julgamento foi favorável ao atacante do Flamengo, com um voto pela absolvição do principal artigo, o que resultaria apenas em multa. No entanto, a decisão final ainda depende dos demais auditores, e o autor alerta para os perigos de um precedente mal estabelecido.
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, pode gerar uma crise de credibilidade no STJD devido à procrastinação em seu julgamento. A lentidão do tribunal, exemplificada pelo pedido de vistas do auditor Marco Aurélio Choy, levanta dúvidas sobre a clareza de seus critérios e a igualdade na competição.
O colunista Juca Kfouri critica a desfaçatez no caso envolvendo o jogador Bruno Henrique, do Flamengo. Ele aponta para o cancelamento do julgamento de recurso da suspensão do jogador, que o permitiria seguir atuando apesar de uma pena inicial de 12 jogos.