Walter Casagrande, em entrevista ao UOL News Esporte, defende que clubes de futebol devem priorizar a educação de seus jogadores sobre comportamento, em vez de focar apenas na duração das punições. Ele argumenta que gestos obscenos e falta de educação levam a expulsões e suspensões, e que a mudança de postura interna nos clubes é a chave para reduzir reincidências.
O artigo de Juca Kfouri discute a "doença Brasil", com sintomas que se manifestam em atitudes lamentáveis nos estádios e na política. O autor critica aplausos a gestos obscenos de jogadores, cânticos de guerra em jogos de futebol e a possibilidade de eleger candidatos com histórico de corrupção e envolvimento com milícias.
O artigo detalha o protagonismo de Flamengo e Palmeiras na formação de jovens atletas, evidenciado pela captação de talentos de 24 estados brasileiros. Ambas as equipes investem em estrutura socioeducacional para acolher e desenvolver os jogadores, considerando aspectos como educação, saúde e vulnerabilidade social.
O artigo de Walter Casagrande Jr. expõe a alarmante violência e desrespeito que professores enfrentam nas escolas, criticando a falta de apoio governamental e a disseminação da ignorância como ferramenta de manipulação política. O autor defende a importância da educação para a democracia e se opõe a modelos como escolas cívico-militares, que violam a liberdade e a natureza humana dos alunos.
O atacante Vini Jr. anunciou a criação de um escritório de advocacia focado em crimes raciais no Brasil, através de seu instituto. A iniciativa visa combater o racismo no esporte e na educação, com o jogador se tornando um símbolo da luta antirracista após ser vítima de diversos casos.
O artigo relata o comportamento inadequado de torcedores brasileiros em Roma durante uma partida de tênis, criticando a falta de educação e o desrespeito demonstrados. O autor condena a atitude dos espectadores e aponta falhas na organização do torneio por não intervir.
O Guarani implementou um projeto educacional para suas categorias de base, visando reter talentos e prepará-los além do campo. A iniciativa, que inclui educação financeira, oratória e marketing digital, estende o acesso gratuito aos familiares dos atletas, buscando um desenvolvimento mais completo e sustentável.
Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, participou de uma reunião sobre categorias de base da CBF, enfatizando a importância de formar "mentes fortes e não pernas fortes" nos jovens atletas. Ele destacou que o projeto visa educar o talento e preparar os jogadores não apenas fisicamente, mas também como indivíduos.
Milton Neves, em tom pessoal e grato, relembra a figura de João Carlos Di Genio, fundador da UNIP e do Colégio Objetivo. O colunista destaca como Di Genio foi fundamental em sua trajetória profissional, oferecendo bolsa de estudos e oportunidades de trabalho no início de sua carreira em São Paulo.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
Walter Casagrande Jr. critica a atuação e o comportamento do jogador Allan, do Corinthians, após a partida contra o Fluminense. O colunista aponta a falta de inteligência e educação do atleta, culminando em sua expulsão por gesto obsceno, e sugere punições por parte do clube.
A criminalização da misoginia representa uma vitória para a luta feminista, mas a autora Milly Lacombe argumenta que essa conquista legal é apenas o primeiro passo. É fundamental popularizar a compreensão do que é misoginia, diferenciando-a do machismo, e investir em educação e pedagogia para combater essa ideologia. A autora também ressalta a necessidade de mudanças na estrutura financeira e econômica da sociedade para garantir a liberdade material das mulheres.
O bicampeão brasileiro de surfe, Jojó de Olivença, é o primeiro negro a conquistar o título nacional e hoje dedica-se a transformar vidas de jovens em situação de vulnerabilidade social através do Projeto Ondas, no Guarujá. A iniciativa utiliza o surfe como ferramenta de educação e cidadania, buscando desenvolver valores, consciência ambiental e habilidades socioemocionais.
O Botafogo anunciou a UniCesumar como novo patrocinador de suas categorias de base e do time de futebol feminino. O acordo, válido até o fim de 2026, prevê a exposição da marca nas camisas e inclui ações de formação educacional para atletas e colaboradores.
Lionel Messi, astro do futebol, expressou arrependimento por não ter se dedicado mais aos estudos, especialmente inglês, durante a juventude. Ele mencionou que a falta desse conhecimento o faz sentir-se "ignorante" em algumas interações e que aconselha seus filhos a aproveitarem as oportunidades educacionais.
O artigo analisa a declaração machista do jogador Gustavo Marques contra a árbitra Daiane Muniz, criticando a persistência do machismo no futebol, mesmo em 2026. A autora ressalta a importância da educação e da sanção para combater atitudes discriminatórias no esporte.
A jornalista Milly Lacombe analisa a fala misógina do zagueiro Gustavo Marques sobre a árbitra Daiane Muniz. Ela defende que punições por si só não são suficientes, sendo necessário um trabalho de educação para combater o preconceito de gênero no esporte. O texto também menciona brevemente análises sobre o time do Palmeiras e outros jogadores.
A análise critica a atuação do árbitro e do VAR em um jogo do Campeonato Paulista, considerando-os quase perfeitos. O artigo destaca o machismo explícito de um jogador do Bragantino e discute a falta de educação e a necessidade de investimento em cidadania nos clubes de futebol.
O artigo analisa a falha da lei brasileira em lidar com crimes contra mulheres, utilizando o caso do ex-goleiro Bruno como exemplo. A autora critica a liberdade condicional concedida a Bruno, permitindo que ele dê entrevistas e se apresente como vítima, sem um processo educativo ou de conscientização sobre violência de gênero.