A FIFA puniu Israel por discriminação em uma decisão considerada histórica, embora branda, atendendo a um pedido da Federação Palestina de Futebol. A sanção visa combater a conivência da Federação Israelense de Futebol (IFA) com o racismo e a presença de clubes israelenses em territórios ocupados. A decisão marca um avanço na aplicação dos direitos humanos no esporte, apesar das críticas sobre a severidade da punição.
Três torcedores do Internacional foram condenados por injúria racial em um Gre-Nal em 2024, após gestos e insultos racistas direcionados à torcida do Grêmio. A justiça considerou os atos, incluindo imitações de macaco e falas pejorativas, como comprovados por vídeos e depoimentos, apesar dos pedidos de absolvição do Ministério Público e das defesas. As penas incluem prestação de serviços à comunidade e pagamento pecuniário.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, prometeu ações firmes contra o racismo no futebol sul-americano e a implementação de um projeto de fair play financeiro. As declarações foram feitas durante o sorteio dos grupos da Libertadores 2026, buscando combater a violência e garantir que atletas e funcionários recebam seus salários em dia. A fala sobre racismo surge após um incidente envolvendo um jogador do Palmeiras e um pedido de desculpas do próprio Domínguez.
A jogadora brasileira Gio Queiroz, do Atlético de Madri e da seleção, foi acusada de racismo contra uma colega de equipe durante a semifinal da Copa da Rainha na Espanha. A jogadora nega veementemente as acusações, afirmando que o ocorrido simplesmente não aconteceu e que rejeita o racismo profundamente. O incidente foi registrado na súmula da partida, mas a arbitragem não ouviu a suposta ofensa.
A jogadora brasileira Gio Garbelini, do Atlético de Madrid, foi acusada de racismo contra uma atleta do Tenerife durante a semifinal da Copa da Rainha. A goleira Noelia relatou que Garbelini chamou sua companheira de equipe de "negra". A arbitragem ativou o protocolo antirracismo e a partida foi paralisada, mas a ofensa não foi ouvida pela equipe de arbitragem. Após o jogo, uma nova confusão ocorreu.
A jogadora brasileira Gio Garbelini, do Atlético de Madrid, foi acusada de racismo contra a zagueira Fatou Dembele, do CD Tenerife, durante uma partida da Copa da Rainha. O incidente levou à paralisação do jogo e à ativação do protocolo antirracismo, embora a arbitragem não tenha escutado a ofensa diretamente.
A jogadora Gio Garbelini, do Atlético de Madrid, negou veementemente a acusação de racismo feita contra ela durante a semifinal da Copa da Rainha. Garbelini afirmou que a fala registrada na súmula da partida, onde teria chamado uma jogadora adversária de "negra", simplesmente não aconteceu e que rejeita profundamente o racismo.
O pai e empresário do jogador Gerson, Marcão, relatou ter sido hostilizado por torcedores do Flamengo após uma partida. Ele acredita que a hostilidade se deu por racismo, pois "pessoas não aceitam o lugar que o negro está". Marcão afirmou que estudará ações legais para os acontecimentos.
O pai do jogador Gerson relatou ter sido hostilizado no Maracanã durante a partida entre Flamengo e Cruzeiro, citando racismo como motivo das ofensas. Ele criticou os torcedores que o xingaram e afirmou que as agressões foram direcionadas à sua identidade e trabalho, não a alguma atitude específica. O incidente ocorreu com o jogador Gerson também sendo alvo de vaias e gritos durante o jogo.
O pai do jogador Gérson denunciou ter sido hostilizado pela torcida do Flamengo no Maracanã, em partida contra o Cruzeiro. Segundo ele, o preconceito racial foi o motivo das ofensas, argumentando que "pessoas não aceitam o lugar que o negro está". Gérson também foi vaiado e chamado de "mercenário" pela torcida rubro-negra.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, destacou a Espanha como favorita à Copa do Mundo e reforçou a política de tolerância zero contra o racismo no futebol. Infantino comentou sobre o caso envolvendo o jogador Prestianni e afirmou que o evento no Canadá, México e EUA promete ser um sucesso, com alta procura por ingressos.
Um atleta do Colorado Caieiras foi vítima de racismo durante partida contra o Lemense, pela quarta divisão do Campeonato Paulista. O protocolo antirracismo foi ativado, e o presidente do Lemense ameaçou retirar o time da competição caso o incidente se repita. A Federação Paulista de Futebol repudiou o ato e cobrou investigação das autoridades.
Um colunista do jornal espanhol 'Marca' criticou Vini Jr., alegando que o jogador usa o racismo como desculpa para seu mau comportamento em campo. Ele argumentou que outros jogadores negros do Real Madrid não enfrentam os mesmos problemas, sugerindo que o comportamento de Vini Jr. é a causa.
Um jogador de futebol do Colorado Caieiras foi vítima de racismo por parte da torcida do Lemense durante uma partida. O presidente do Lemense, revoltado, ameaçou retirar o time do campeonato se o ato se repetir. A Federação Paulista de Futebol repudiou o ocorrido e pediu investigação.
O lateral-esquerdo brasileiro Cris Silva, do Sporting Cristal, denunciou ter sido alvo de ofensas racistas durante uma partida do Campeonato Peruano. O jogador relatou que o zagueiro argentino Franco Coronel, do Alianza Atlético, o chamou de macaco. A partida foi interrompida por cinco minutos para a aplicação do protocolo antirracismo.
O jogador brasileiro Cris Silva, do Sporting Cristal, acusou o argentino Franco Coronel, do Alianza Atlético, de racismo durante partida do Campeonato Peruano. O árbitro acionou o protocolo antirracismo da Fifa, com o jogo paralisado. O Sporting Cristal repudiou o ato e exige investigação e punição.
O artigo discute o racismo no futebol argentino, apresentando-o como um problema antigo e frequentemente ignorado no país. Utilizando o episódio envolvendo Gianluca Prestianni e Vinícius Júnior como ponto de partida, o texto explora as origens e a naturalização de ofensas racistas no contexto esportivo argentino, onde a provocação muitas vezes mascara a intenção racista.
O jogador brasileiro Igor Paixão marcou um golaço pela Copa da França, em partida contra o Toulouse, e celebrou o feito com uma homenagem a Vini Júnior, que sofreu racismo recentemente. Apesar do belo gol, o Olympique de Marselha foi eliminado da competição nas penalidades.
Um torcedor do Real Oviedo foi condenado a 15 meses de prisão por proferir insultos racistas contra o jogador Marcus Rashford do Barcelona. O incidente ocorreu em setembro de 2025 no estádio Carlos Tartiere, e o caso viralizou após um vídeo do ocorrido atingir milhões de visualizações. Esta não é a primeira vez que o clube enfrenta acusações de racismo, evidenciando uma tendência de endurecimento das autoridades espanholas contra crimes de ódio no futebol.
O ex-atacante Cacau, ídolo do Stuttgart, relata ter sofrido mais racismo no Brasil do que na Alemanha. Ele apoia a luta de Vini Jr. contra a discriminação no futebol, destacando a importância de grandes jogadores se posicionarem. Cacau compara a situação no futebol alemão, onde ele se sentiu respeitado, com casos de colegas que sofreram ofensas racistas.