Membros da diretoria do Botafogo registraram Boletim de Ocorrência após terem seus números de telefone vazados e receberem ameaças de morte. O incidente ocorreu após a eliminação do clube na pré-Libertadores, em meio a protestos de torcedores.
O artigo de Juca Kfouri aborda o extremo ódio que ultrapassa a rivalidade do Gre-Nal, com ameaças de morte direcionadas ao jornalista Fabrício Carpinejar após a publicação de uma coluna sobre a paixão colorada. O texto expõe a grave escalada da violência no futebol, que leva a ações judiciais.
A tenista húngara Panna Udvardy, número 95 do mundo, relatou ter recebido ameaças graves de um apostador. O indivíduo exigia que ela perdesse uma partida no WTA 125 de Antalya, na Turquia, sob pena de prejudicar sua família. Udvardy venceu a partida, mas a WTA está investigando o caso, que se assemelha a outro ocorrido com a italiana Lucrezia Stefanini.
Artur Cabral renunciou à presidência do Moto Club após pouco mais de três meses no cargo, alegando uma grave situação financeira com dívidas que ultrapassam R$ 12 milhões. O dirigente também relatou ter recebido ameaças contra ele e sua família, o que o levou a tomar a decisão.
O ex-meia holandês Wesley Sneijder revelou ter recebido cerca de 4 mil ameaças de morte vindas da Argentina. As agressões ocorreram nas redes sociais após comentários do ex-jogador sobre a atitude de Gianluca Prestianni, jogador que foi acusado de racismo por Vinícius Júnior. Sneijder defendeu seu direito à liberdade de expressão em meio às reações intensas.
O ex-jogador holandês Wesley Sneijder revelou ter recebido milhares de ameaças de morte após criticar o jogador argentino Gianluca Prestianni e apoiar Vinicius Jr. Prestianni está sendo investigado pela Uefa por uma suposta ofensa racista contra Vini Jr. durante um jogo da Champions League entre Real Madrid e Benfica.
O jogador argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, negou ter proferido insultos racistas contra Vinícius Júnior, do Real Madrid, durante partida da Liga dos Campeões. Prestianni lamentou que o brasileiro tenha interpretado mal suas palavras e afirmou ter recebido ameaças de jogadores do time espanhol. O Benfica manifestou apoio ao seu atleta.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo após ser afastado pelo Conselho Deliberativo, negando irregularidades e citando traições e ameaças à sua família. Em carta, ele afirmou que a renúncia não é confissão de culpa, mas uma medida para preservar sua saúde e proteger seus entes queridos.
Mara Carvalho, namorada do presidente do São Paulo, Julio Casares, relatou estar recebendo ameaças online. Ela suspeita que está sendo confundida com Mara Casares, ex-esposa do dirigente, que está envolvida em um suposto esquema ilegal. As ameaças ocorreram em paralelo à votação do impeachment de Julio Casares no clube.
O artigo discute a nova cultura de recepção de jogadores de futebol por torcidas organizadas, que inclui ameaças e "enquadros" ao invés de apoio. A autora critica a cobrança excessiva por títulos e a alienação da torcida em relação aos atletas, argumentando que um ambiente seguro é essencial para o desempenho.
O ex-jogador Cristian, com passagens por Corinthians e Flamengo, é acusado pela ex-esposa de invasão a domicílio e ameaças após o fim do relacionamento. A mulher solicitou medida protetiva, alegando que o atleta trocou a fechadura do apartamento do casal e vasculhou o local em busca de provas de um suposto novo relacionamento.
Pilotos da Fórmula 1, incluindo Oliver Bearman, George Russell, Charles Leclerc e Isack Hadjar, defenderam Kimi Antonelli após o italiano receber mais de 1100 ameaças de morte, a maioria após um erro no GP do Catar. Os pilotos condenaram os ataques, classificando os autores como "escória da Terra" e "idiotas", e lamentaram a falta de consequências para tais comportamentos.
O piloto de Fórmula 1 Andrea Kimi Antonelli foi alvo de ameaças de morte e abusos online após uma corrida no Catar, onde foi acusado de ter ajudado Lando Norris intencionalmente. A RBR lamentou o ocorrido e negou as acusações, com o consultor Helmut Marko posteriormente pedindo desculpas pela sua declaração inicial.
O atacante do Liverpool, Alexander Isak, adquiriu um cão de guarda de R$ 200 mil após receber ameaças de morte na Suécia. O jogador, que já convive com críticas por seu desempenho em campo, buscou reforçar sua segurança pessoal e familiar diante da crescente onda de assaltos a residências de atletas na Inglaterra.