O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, foi expulso do quadro de associados do clube por decisão do Conselho Deliberativo. A expulsão ocorreu após uma votação onde 147 conselheiros votaram a favor da medida, que se deve à tentativa de retomar o poder após ter sofrido impeachment no ano anterior. Augusto Melo enfrentava acusações de irregularidades em contratos e responde a processos criminais.
A defesa de Andrés Sanchez alega graves irregularidades na votação que resultou em sua expulsão do quadro associativo do Corinthians. Os advogados apontam que Leonardo Pantaleão presidiu tanto a comissão de ética quanto a votação e que a votação aberta e nominal contrariou o estatuto do clube. Medidas judiciais serão tomadas para buscar a nulidade do procedimento.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, entrou com uma ação judicial para tentar reverter sua expulsão do quadro associativo do clube. A defesa alega que o processo interno foi marcado por graves irregularidades, como a presidência de Leonardo Pantaleão tanto da Comissão de Ética quanto da sessão de votação, e a realização de um escrutínio aberto e nominal em desacordo com o estatuto do clube. A expulsão ocorreu após investigações apontarem gastos pessoais no cartão corporativo do clube.
Um grupo de conselheiros da Ponte Preta entrou com uma ação judicial pedindo o afastamento imediato e a destituição do presidente Luiz Antônio Alves Torrano. A ação alega irregularidades na condição associativa de Torrano, que não cumpriria os requisitos estatutários para ocupar a presidência do clube.
O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu expulsar o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro associativo do clube por irregularidades no uso do cartão corporativo. A decisão foi tomada após votação nominal, seguindo recomendação da Comissão de Ética que apontou despesas pessoais equivalentes a cerca de R$ 480 mil.
O Corinthians teve seu recurso contra a abertura de um inquérito civil negado pelo Ministério Público de São Paulo. A investigação visa apurar possíveis irregularidades na administração do clube e a necessidade de intervenção judicial. Com a decisão, o inquérito retoma sua tramitação normal e novos documentos serão analisados.
O Ministério Público de São Paulo negou recurso do Corinthians e autorizou a continuação de um inquérito civil sobre uma possível intervenção judicial no clube. O processo, que estava suspenso devido a um recurso do Corinthians, agora poderá ter as investigações iniciais. A decisão do Conselho Superior do MP permite que promotores iniciem a apuração de diversas irregularidades apontadas.
O diretor administrativo do Corinthians, Fabio Soares, renunciou ao cargo após ser investigado pelo Ministério Público de São Paulo. A investigação apura irregularidades na contratação de uma empresa de segurança, com indícios de crimes como furto, falsidade ideológica e infrações tributárias. A saída de Soares é a primeira baixa na diretoria em meio a essas apurações.
O Ministério Público de São Paulo abriu um procedimento investigatório criminal para apurar a contratação de uma empresa de segurança pelo Corinthians sem contrato formal e com possíveis irregularidades. A investigação aponta crimes como furto de valores, falsidade ideológica e infrações tributárias.
O Ministério Público de São Paulo acionou a Receita Federal com uma representação solicitando investigação fiscal contra o Corinthians. A ação aponta suspeitas de irregularidades em movimentações financeiras e registros contábeis, o que pode levar à perda de benefícios fiscais para o clube. A defesa de Andrés Sánchez alega que os valores se referem a despesas com segurança e atividades diversas do clube.
Um grupo de conselheiros do São Paulo FC solicitou a expulsão de Antônio Donizete Gonçalves, conhecido como Dedé, ex-diretor social do clube. A representação aponta supostas irregularidades na gestão do departamento social e condutas lesivas aos interesses institucionais, ligadas a uma antiga fornecedora do estádio.
O ex-goleiro Doni se manifestou sobre um processo judicial nos Estados Unidos envolvendo sua empresa imobiliária, a D32 Wholesale. Ele negou irregularidades, afirmou que a empresa está em processo de reestruturação e que está em dia com as determinações judiciais, após surgirem divergências comerciais com clientes.
O São Paulo FC está sob investigação policial e do Ministério Público em três inquéritos distintos que apuram possíveis irregularidades cometidas por dirigentes do clube. As investigações focam em lavagem de dinheiro, exploração clandestina de camarote no Morumbi e corrupção no departamento social. O clube se posiciona como vítima nas apurações.
O São Paulo anunciou a contratação de uma consultoria especializada para investigar denúncias de irregularidades e quebra de integridade ligadas ao clube. A investigação visa apurar os fatos, aprimorar controles internos e as práticas de governança. As denúncias culminaram no impeachment e renúncia do ex-presidente Julio Casares.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo após ser afastado pelo Conselho Deliberativo, negando irregularidades e citando traições e ameaças à sua família. Em carta, ele afirmou que a renúncia não é confissão de culpa, mas uma medida para preservar sua saúde e proteger seus entes queridos.
O São Paulo foi recomendado a revisar contratos assinados por ex-diretores acusados de irregularidades na venda de camarotes no Morumbi. Uma sindicância interna confirmou a comercialização indevida do espaço, levando ao afastamento dos envolvidos e à recomendação de punição máxima. O caso gerou um processo de impeachment contra o presidente do clube.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, é alvo de uma reportagem que aponta "movimentações suspeitas" de R$ 1,5 milhão em sua conta, conforme relatórios do Coaf. Advogados do dirigente negam irregularidades, afirmando que os valores possuem origem lícita e compatível com sua capacidade financeira, e que o caso será esclarecido em investigações.
A Polícia Civil investiga supostas irregularidades financeiras no São Paulo, com foco em R$ 1,5 milhão depositados em dinheiro nas contas do presidente Julio Casares e 35 saques nas contas do clube totalizando R$ 11 milhões. As movimentações, que incluem depósitos fracionados para burlar alertas do Coaf, são objeto de apuração para determinar sua licitude.
O São Paulo emitiu um comunicado oficial negando irregularidades no uso do medicamento Mounjaro por dois jogadores do elenco principal. O clube afirmou que a prescrição foi pontual e individualizada, refutando a polêmica de que o remédio seria a causa do alto número de lesões na temporada. A nota também destacou a regularização do medicamento pela Anvisa e a expertise dos profissionais envolvidos.
Um promotor do Ministério Público de São Paulo sugeriu a intervenção judicial no Corinthians, apresentando 25 motivos para a ação. As justificativas incluem investigações sobre desvio de dinheiro, uso indevido de cartões corporativos, infiltração do crime organizado e irregularidades em contratos.