Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil abriu um novo inquérito para investigar possível corrupção privada no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação, que é a terceira do tipo no clube, tem como alvo o ex-diretor social Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé, e apura negociações sobre concessões e taxas cobradas em nome do clube.
O Ministério Público e a Polícia Civil instauraram um novo inquérito para investigar supostos atos de corrupção no departamento social do São Paulo. O ex-diretor social do clube, conhecido como Dedé, é o principal alvo, suspeito de oferecer vantagens indevidas. As denúncias levaram ao impeachment e posterior renúncia do presidente Julio Casares, com uma consultoria contratada para investigar internamente.
Uma força tarefa de inquérito criminal se reuniu e contou com a presença do presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf), Ricardo Saadi. A investigação apura potenciais desvios de dinheiro e outras irregularidades financeiras no São Paulo Futebol Clube, incluindo depósitos fracionados e saques vultosos. Paralelamente, o clube enfrenta um inquérito civil e o presidente Julio Casares pode ser submetido a impeachment.
O Ministério Público de São Paulo instaurou um segundo inquérito civil para apurar potenciais desvios de dinheiro, gestão temerária e outros assuntos no São Paulo Futebol Clube. Várias pessoas do clube, incluindo Muricy Ramalho e o CEO, serão ouvidas, além de investigações sobre o fundo de investimentos na base e a venda de camarote clandestino.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, solicitou acesso a um inquérito policial que apura um esquema de venda de camarotes clandestinos no estádio do clube. Casares, embora não seja investigado diretamente, busca provar sua ausência de envolvimento ou conhecimento sobre o caso. A investigação centraliza em Mara Casares, ex-esposa e diretora licenciada do São Paulo.
O Corinthians entrou com recurso solicitando a suspensão de um inquérito policial que apura uma possível intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo contestou os argumentos corintianos, defendendo a manutenção do inquérito e destacando que o Judiciário pode intervir em casos excepcionais.
O Corinthians entrou com um recurso solicitando a suspensão de um inquérito que apura a possibilidade de intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo, responsável pela ação, contesta os argumentos do Timão e pede a manutenção da investigação, citando indícios de má gestão e fragilidade financeira.
O Corinthians protocolou um recurso que suspendeu um inquérito do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) que avaliava uma intervenção judicial no clube. O clube argumenta que suas dificuldades financeiras não justificam uma intervenção e que existem mecanismos menos drásticos para resolver os problemas, como um Termo de Ajustamento de Conduta.
A matéria narra um dia decisivo para o Corinthians, com foco na final da Copa do Brasil e a possibilidade de pênaltis, onde os goleiros Hugo Souza e Léo Jardim são destacados. Paralelamente, o clube busca suspender um inquérito civil e lida com a dívida crescente com Memphis Depay, que pode aumentar com a conquista do título.
O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito civil para investigar um pedido de intervenção judicial no Corinthians. A investigação visa apurar possíveis irregularidades financeiras e de gestão, incluindo desvio de verbas e contratos lesivos ao clube. Caso as irregularidades sejam comprovadas, a Justiça poderá decretar a intervenção administrativa na diretoria do clube.