Um pedido sigiloso de prisão temporária relacionado ao caso do camarote clandestino do São Paulo mobilizou ex-dirigentes do clube investigados. O pedido, que não mencionava o nome do alvo inicialmente, foi anexado ao inquérito principal e gerou pedidos de acesso por parte dos advogados dos ex-diretores, que foram negados pela Justiça.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, solicitou acesso a um inquérito policial que apura um esquema de venda de camarotes clandestinos no estádio do clube. Casares, embora não seja investigado diretamente, busca provar sua ausência de envolvimento ou conhecimento sobre o caso. A investigação centraliza em Mara Casares, ex-esposa e diretora licenciada do São Paulo.