Um pedido sigiloso de prisão temporária relacionado ao caso do camarote clandestino do São Paulo mobilizou ex-dirigentes do clube investigados. O pedido, que não mencionava o nome do alvo inicialmente, foi anexado ao inquérito principal e gerou pedidos de acesso por parte dos advogados dos ex-diretores, que foram negados pela Justiça.
A Justiça de São Paulo negou um pedido de prisão temporária para Rita de Cássia Adriana Prado, investigada por explorar camarotes clandestinos no São Paulo Futebol Clube. A decisão judicial permitiu que ela permanecesse em silêncio durante as investigações, que ainda estão em andamento.
A Comissão de Ética do São Paulo agendou uma audiência para ouvir conselheiros envolvidos na compra de um áudio que revelou o escândalo do camarote 3A do Morumbis. A investigação apura o envolvimento de Vinicius Pinotti e Fabio Mariz na aquisição do material e nas estratégias de divulgação para atingir a gestão tricolor.
O São Paulo apresentou à força-tarefa investigadora um cálculo de prejuízo financeiro referente à exploração ilegal de um camarote no Morumbis. A promotoria, contudo, considera os valores superficiais e solicita uma análise mais aprofundada, visto que há indícios de que o local é utilizado indevidamente desde 2023.
A Justiça de São Paulo negou o pedido do São Paulo para que seus advogados atuassem em um inquérito que apura a exploração de um camarote clandestino no Morumbis. A decisão baseou-se na ausência de previsão legal para a participação do clube, que é considerado vítima no caso e não investigado. A matéria também relembra um caso similar em 2015, onde a intervenção dos advogados do clube foi crucial na absolvição de ex-dirigentes.
Rita de Cássia Adriana Prado, peça-chave em investigações que envolvem o São Paulo, optou por permanecer em silêncio perante a Polícia Civil. Havia expectativa de que ela trouxesse informações cruciais sobre a relação com dirigentes do clube e exploração de espaços irregulares, mas seu silêncio frustrou as apurações iniciais.
O Conselho de Ética do São Paulo abrirá uma investigação sobre a compra de áudios que revelaram o escândalo do camarote no Morumbi. A apuração visa analisar a atuação de conselheiros envolvidos na obtenção do material e deve entrar na pauta formalmente após a conclusão de outras recomendações. Paralelamente, o caso avança na esfera criminal com suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção.
O novo técnico do Atlético-MG, Eduardo Domínguez, acompanhou a partida entre Grêmio e Atlético-MG em um camarote na Arena do Grêmio. Por não ter comandado nenhum treino, o argentino observou o jogo em sua estreia não oficial, que terminou com a derrota do Alvinegro por 2 a 1. Domínguez assume oficialmente o comando da equipe a partir de quinta-feira.
A Comissão de Ética do São Paulo Futebol Clube está prestes a decidir sobre a exclusão do ex-CEO Márcio Araújo Carlomagno do quadro associativo. A investigação baseia-se em um áudio que sugere um esquema irregular de comercialização do camarote 3A do Morumbi, com possíveis indícios de enriquecimento pessoal. A decisão final é esperada em até três semanas.
A principal investigada na exploração ilegal de camarotes no Morumbis, Rita de Cássia Adriana Prado, optou pelo silêncio ao depor na delegacia e desmaiou ao sair. A investigação abrange lavagem de dinheiro e corrupção no clube social, alcançando a gestão do ex-presidente Julio Casares. Outros envolvidos e testemunhas serão ouvidos, e o São Paulo aguarda informações sobre o prejuízo financeiro.
Rita de Cássia, investigada em um esquema ilegal de venda de ingressos para shows em um camarote no Morumbis, compareceu à delegacia para prestar depoimento. Ela optou por permanecer em silêncio sob alegação de problemas de saúde e desmaiou ao sair. Paralelamente, o caso envolve áudios que revelam a comercialização ilegal de ingressos e a participação de outros diretores do São Paulo.
Rita de Cássia Adriana Prado, investigada no caso de exploração ilegal de camarotes no Morumbis, optou pelo silêncio em depoimento alegando problemas médicos e chegou a desmaiar na delegacia. A investigação apura irregularidades cometidas por diretores do São Paulo durante a gestão do ex-presidente Julio Casares, com suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção.
A Comissão de Ética do São Paulo Futebol Clube tem até 15 dias para decidir sobre o "caso camarote", que envolve o conselheiro Douglas Schwartzmann e Mara Casares. A audiência ocorreu após a abertura de um procedimento interno para apurar supostas irregularidades na comercialização de camarotes no MorumBIS. As penalidades podem variar de advertência a exclusão do quadro associativo, com possibilidade de recurso.
Um áudio vazado sugere um esquema de venda ilegal de ingressos para camarotes do São Paulo, envolvendo o presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres. Seu sobrinho, Lucca Borzani, é ouvido oferecendo os ingressos e detalhando as condições de acesso e consumo.
Áudios revelam um suposto esquema de venda irregular de ingressos de camarote no Morumbi, envolvendo o presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres. Seu amigo, Felício Borzani Neto, confirmou que o dirigente cedeu ingressos, que teriam sido intermediados e vendidos pelo filho de Felício, Lucca Monteiro Borzani.
O Conselho Consultivo do São Paulo se reuniu extraordinariamente em um escritório, fora do Morumbi. A convocação ocorreu após o suposto vazamento de um áudio ligado à filha do presidente interino, Harry Massis Júnior, sobre um escândalo de comercialização ilegal de ingressos de um camarote. Embora a expectativa fosse discutir a saída de Massis, o tema não foi pautado.
O conselheiro do São Paulo, Douglas Schwartzmann, solicitou a expulsão de dois outros conselheiros, Vinícius Pinotti e Fábio Mariz, por vazarem um áudio sobre a exploração de um camarote no Morumbis. A Comissão de Ética do clube acatou o pedido e agendou uma audiência para discutir o caso, que também envolve uma investigação sobre a conduta de Douglas Schwartzmann.
Diretores do São Paulo Futebol Clube, Douglas Schwartzmann e Mara Casares, serão ouvidos pela Comissão de Ética do clube em audiências sobre o escândalo do camarote. As investigações internas e externas visam apurar a suposta comercialização ilegal de ingressos e podem resultar em punições ou arquivamento do caso, com a decisão final passando pelo Conselho Deliberativo.
A Comissão de Ética do São Paulo Futebol Clube agendou para 23 de fevereiro o julgamento de Douglas Schwartzmann e Mara Casares. O caso envolve a suposta exploração ilegal de camarotes no estádio Morumbis, com apuração de infração às normas internas do clube. A audiência ouvirá os envolvidos e definirá sanções com base na gravidade da conduta.
Milton Neves relembra uma entrevista inesquecível com Diego Armando Maradona durante o Carnaval de 2006, no Camarote da Brahma na Sapucaí. O colunista do UOL descreve a descontração do craque argentino e como ele respondeu às provocações com elegância, relembrando momentos marcantes de sua carreira. A matéria destaca a presença de outras personalidades como Renata Fan e Maurício Torres.