Um diretor afastado do São Paulo, Douglas Schwartzmann, é apontado como líder de um grupo de 40 conselheiros e possui histórico de ser réu por lavagem de dinheiro. O afastamento ocorreu após um áudio revelar um esquema para venda ilegal de camarotes no Morumbis, envolvendo a ex-esposa do presidente do clube. Schwartzmann alega ter utilizado "expressões inadequadas" e indicado pessoas "indevidamente" para auxiliar em um problema de conhecidos.
A diretoria do São Paulo realizou uma reunião de emergência após uma reportagem revelar um suposto esquema de venda ilegal de ingressos de camarotes do Morumbis. Dois diretores, Douglas Schwartzmann e Mara Casares, pediram licença de seus cargos após a publicação do caso. A crise institucional é considerada uma das mais delicadas da atual gestão.
Douglas Schwartzmann, diretor adjunto da base do São Paulo, negou veementemente qualquer envolvimento em um esquema de venda ilegal de camarotes no estádio Morumbis. Ele afirmou que apenas tentou ajudar a evitar desgastes para o clube em uma situação entre particulares. Schwartzmann ressaltou seu histórico de trabalho e conquistas na base tricolor, optando por se afastar temporariamente das funções para permitir a apuração do caso com tranquilidade.