A Justiça de São Paulo determinou que Dinorah Santana, ex-mulher e ex-procuradora de Daniel Alves, preste contas sobre a gestão de seu patrimônio entre 2013 e 2023. Daniel Alves alega que Dinorah desviou mais de R$ 20 milhões, enquanto a defesa dela nega as acusações, atribuindo a ação a uma retaliação por uma ação de pensão alimentícia.
A Polícia Civil investiga possíveis desvios de dinheiro das contas do São Paulo, com foco em R$ 11 milhões em saques e R$ 1,5 milhão em depósitos na conta do ex-presidente Julio Casares. Após o impeachment de Casares, a polícia espera maior cooperação do clube, agora sob o comando de Harry Massis Jr., para avançar nas apurações e identificar vítimas de um possível esquema.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar um suposto desvio de dinheiro e uso de notas fiscais frias durante a gestão de Duilio Monteiro Alves como presidente do Corinthians. A investigação foi motivada por uma denúncia de um torcedor, que aponta gastos pessoais com o dinheiro do clube. A defesa de Duilio declarou não ter acesso aos procedimentos.
Um ex-diretor adjunto de futebol do São Paulo, Nelson Marques Ferreira, está sob investigação policial por ter aberto 15 empresas e realizar 35 saques totalizando R$ 11 milhões enquanto esteve no cargo. A apuração busca conectar a criação das empresas com possíveis desvios de verba do clube.
Uma investigação da Polícia Civil apura saques vultosos em espécie das contas do São Paulo Futebol Clube, ultrapassando R$ 10 milhões, durante a gestão de Julio Casares. Dinheiro teria sido depositado para dirigentes, que justificam como premiação, e envolve empresários e pessoas próximas, sem indícios de crime organizado.
A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar supostos desvios de verbas em negociações de jogadores do São Paulo. Dirigentes e empresários são suspeitos de terem recebido dinheiro indevido após a venda de atletas, com sigilos bancários já sendo quebrados.
A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar um possível desvio de dinheiro no São Paulo. As investigações, conduzidas em segredo de Justiça, surgiram após uma denúncia sobre exploração clandestina de um camarote no Morumbis, com diretores do clube supostamente envolvidos.
O Conselho Deliberativo do Corinthians abriu uma investigação para apurar suspeitas de desvio e revenda irregular de ingressos ligados ao programa Fiel Torcedor, possivelmente ocorridas durante a gestão do presidente Osmar Stabile. A apuração, iniciada após denúncias e informações sobre uso indevido de acessos, envolve desde cortesias até ingressos de associados direcionados para venda ilegal. Uma das denúncias se refere ao camarote FielZone e a uma carga de ingressos acima do previsto em contrato para um jogo da Copa do Brasil.
Mara Casares, ex-esposa do presidente Julio Casares e diretora de futebol feminino do São Paulo, e Douglas Schwartzmann, diretor adjunto de futebol da base, pediram licença após serem pivôs de um esquema de desvio e venda clandestina de ingressos de shows no Estádio do Morumbi. O esquema teria envolvido o CEO do clube, Márcio Carlomagno, que continua no cargo, e gerou um faturamento estimado de R$ 132 mil apenas com um camarote.
A semifinal da Copa do Brasil coloca frente a frente Cruzeiro e Corinthians, dois gigantes do futebol brasileiro que enfrentaram turbulências fora dos gramados. O artigo detalha escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de verbas em ambos os clubes, contrastando suas situações atuais e a busca por conquistas.
Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do Corinthians, defendeu a auditoria interna sobre desvio de materiais esportivos, solicitada pelo presidente Osmar Stabile. Ele explicou o sumiço de um dos auditores, alegando 'motivos internos' e que a versão divulgada pelo vice era incompleta. A auditoria apontou irregularidades, como aumento de itens retirados e materiais em más condições, e o caso será investigado pela Polícia Civil.
Torcedores do Corinthians realizaram um protesto em frente à sede social do clube, o Parque São Jorge. A manifestação foi contra o desvio de materiais esportivos da Nike, que foram apontados em uma auditoria interna e teriam envolvido o vice-presidente Armando Mendonça.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, rebateu acusações de desvio de materiais fornecidos pela Nike, apresentadas em um relatório de auditoria. Ele apontou falhas no documento e defendeu sua conduta, alegando que os materiais foram utilizados para representação institucional ou seguindo processos corretos.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, nega as acusações de ter retirado 131 itens de materiais esportivos da Nike, conforme apontado por uma auditoria interna. Ele contesta os números, alega que muitos itens foram transferências internas ou retirados por terceiros, e que o relatório apresenta erros grosseiros e fragilidades. A investigação policial sobre o possível desvio de materiais continua.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, negou veementemente desvio de materiais do clube, classificando o relatório de auditoria interna como enviesado e falho. Ele alega ser alvo de manobras políticas e aponta inconsistências e erros no processo de apuração, incluindo a exclusão de um auditor. Mendonça solicita uma auditoria externa para esclarecer os fatos.
Um novo contrato entre Corinthians e Nike, válido até 2035, prevê o fornecimento anual de até 60 mil itens, com custo estimado entre R$ 15 e R$ 20 milhões. Paralelamente, uma auditoria interna do clube identificou desvios e irregularidades na gestão dos materiais esportivos fornecidos pela empresa americana, com o vice-presidente sendo apontado como figura central em algumas inconformidades.
Uma auditoria interna no Corinthians revelou irregularidades na distribuição e desvio de materiais esportivos fornecidos pela Nike. A investigação abrange as gestões dos presidentes Augusto Melo e Osmar Stabile, apontando aumento no número de itens retirados, materiais em mau estado e comércio irregular de produtos do clube. Um vice-presidente é citado como alvo principal na apropriação indevida de uniformes.
A World Athletics (WA) denunciou um escândalo financeiro envolvendo o roubo de aproximadamente R$ 8,8 milhões. Dois funcionários e um consultor externo são os principais suspeitos do desvio de recursos que ocorreu ao longo de vários anos. A entidade está cooperando com as autoridades para investigação criminal e busca recuperar os valores desviados.