O Ministério Público de São Paulo denunciou o vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, por supostos crimes relacionados à retirada de materiais esportivos fornecidos pela Nike. A investigação, que teve início após uma auditoria interna, aponta para a retirada irregular de 131 itens, com possível tentativa de coação de testemunhas.
O Ministério Público de São Paulo decidiu continuar a investigação sobre o suposto furto de materiais esportivos da Nike destinados ao Corinthians, mesmo com a Polícia Civil concluindo o inquérito sem apontar suspeitos ou provas suficientes de crime. O MP entende que o relatório da polícia é descritivo e não conclusivo, solicitando novas diligências antes de uma decisão final.
O Palmas Futebol e Regatas figura em uma lista de devedores da União, com uma dívida superior a R$ 300 mil. O clube alega ter valores a receber da Timemania que superam o débito e planeja uma auditoria para uma compensação tributária.
O Corinthians, apesar de ter reduzido o sufoco financeiro de curto prazo, ainda enfrenta um déficit de R$ 380 milhões para fechar 2026. O clube possui uma dívida bruta de R$ 2,7 bilhões e um passivo circulante de R$ 800 milhões que precisa ser quitado no próximo ano. A diretoria aposta em vendas de jogadores e aumento de receita recorrente para equilibrar as contas, mas a auditoria aponta incertezas sobre a continuidade operacional.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a abertura de um inquérito civil para investigar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians, citando falhas na gestão e no controle interno. A pedido também inclui a anulação da aprovação das contas de 2025, questionando a forma como o déficit financeiro e o endividamento foram tratados pelos órgãos internos do clube.
O queniano Sabastian Sawe, recordista mundial da maratona, expressou confiança em seu potencial, afirmando não sentir limites para seus tempos. Ele planeja novos desafios após sua performance histórica em Londres, onde se tornou o primeiro a correr abaixo de duas horas em prova oficial. Sawe também abordou a importância de demonstrar conquistas limpas no atletismo, em meio a preocupações com doping.
O Ministério Público de São Paulo pediu intervenção judicial no Corinthians alegando nulidade na aprovação das contas de 2025. O promotor Cássio Conserino apontou gestão temerária devido a irregularidades na participação de um dirigente e falhas nos órgãos de controle do clube. O pedido visa responsabilizar conselheiros pela aprovação de um balanço com déficit expressivo e alto endividamento.
O Conselho Deliberativo do Corinthians votará o balanço financeiro referente ao exercício de 2025, que apresentou um déficit de R$ 143,4 milhões. A reunião também abordará o patrimônio líquido negativo em R$ 774 milhões e uma dívida total de R$ 2,72 bilhões. Apesar de ressalvas em auditorias, o balanço é considerado adequado nas normas contábeis.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou as contas do clube referentes ao exercício de 2025, com 106 votos a favor e 68 contrários. Apesar da aprovação, o balanço financeiro de 2025 apresentou um déficit de R$ 143,4 milhões e uma dívida total estimada em R$ 2,72 bilhões. A auditoria independente emitiu um relatório com ressalvas sobre o reconhecimento contábil e a necessidade de renegociações.
O CEO da Asarock, Gabriel Pupo, admitiu um erro contábil de quase R$ 100 milhões no fundo que administra a Neo Química Arena. O equívoco envolveu o registro indevido de receitas de bilheteria que nunca ingressaram em caixa, distorcendo balanços por anos e gerando ressalvas em auditorias. A correção do valor foi realizada após a reestruturação do fundo e a baixa contábil, com a expectativa de que os balanços futuros sejam apresentados sem ressalvas.
Uma auditoria independente apontou incertezas relevantes sobre a continuidade financeira do Corinthians em seu balanço de 2025, apesar de renegociações de dívidas e aumento de receitas. O clube encerrou o ano com um déficit de R$ 143,4 milhões e patrimônio líquido negativo de R$ 774,2 milhões. O balanço foi aprovado pelo Conselho de Orientação com ressalvas.
O Botafogo encerrou 2025 com uma dívida bruta de R$ 2,5 bilhões, um aumento significativo em relação ao ano anterior. A análise da auditoria Medem aponta déficits operacionais anuais e crescentes despesas com contratações como fatores que elevaram o endividamento, especialmente em débitos com partes relacionadas e fornecedores.
Uma auditoria revelou que o Comercial de Ribeirão Preto possui uma dívida acumulada de R$ 42 milhões. O Conselho Deliberativo considera a transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) como a principal alternativa para equacionar os débitos e atrair investimentos.
Uma auditoria interna no Corinthians identificou um rombo financeiro de R$ 294 mil em seu balanço referente ao ano de 2025. O valor, não conciliado no caixa físico do clube, refere-se ao período entre janeiro e julho de 2025, época de instabilidade política na diretoria. O clube informou que medidas administrativas e judiciais serão tomadas para apurar o caso e que buscará validação de auditoria independente.
O Fair Play Financeiro no futebol brasileiro exigirá que os balanços dos clubes sejam auditados por organizações confiáveis e aceitas pela CVM. Essa medida visa aumentar o rigor dos relatórios financeiros, combater a superficialidade e garantir a sustentabilidade dos clubes.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou pela segunda vez o balanço financeiro de 2025, com 210 votos contrários. A principal objeção recai sobre saques de R$ 11 milhões realizados pelo ex-presidente Julio Casares, dos quais apenas R$ 4 milhões possuem justificativa. A gestão pode solicitar a refação do relatório e Casares pode enfrentar pedidos de exclusão do colegiado e ressarcimento.
Um parecer sobre o balanço financeiro de 2025 do São Paulo aponta que R$ 7 milhões sacados da conta do clube pelo ex-presidente Julio Casares não possuem justificativa detalhada. Auditoria e conselheiros questionam a destinação dos recursos, enquanto grupos políticos se movimentam para registrar ressalvas na aprovação das contas.
Uma auditoria recente apontou que o endividamento do Grêmio atingiu R$ 935,6 milhões ao final de 2025. Deste valor, R$ 516,4 milhões correspondem a obrigações de curto prazo a serem quitadas em 2026. A diretoria atual informou ter pago R$ 100 milhões em dívidas nos primeiros 60 dias de gestão.
O Vasco da Gama contratou uma auditoria independente para analisar suas finanças, com foco nos demonstrativos contábeis do final de 2025. A medida visa evitar a divulgação de informações sujeitas a revisões, enquanto o clube encerrou o ano com R$ 60 milhões em caixa e avançou em tratativas para regularização de débitos tributários.
O Corinthians demitiu o gerente administrativo Rafael Salomão, envolvido em um relatório de auditoria que aponta desvios em materiais esportivos da Nike. Salomão prestou depoimento sobre o caso e, apesar de ter alertado sobre problemas na gestão do almoxarifado, foi desligado em meio a uma reestruturação administrativa.