O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a abertura de um inquérito civil para investigar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians, citando falhas na gestão e no controle interno. A pedido também inclui a anulação da aprovação das contas de 2025, questionando a forma como o déficit financeiro e o endividamento foram tratados pelos órgãos internos do clube.
O Ministério Público de São Paulo pediu intervenção judicial no Corinthians alegando nulidade na aprovação das contas de 2025. O promotor Cássio Conserino apontou gestão temerária devido a irregularidades na participação de um dirigente e falhas nos órgãos de controle do clube. O pedido visa responsabilizar conselheiros pela aprovação de um balanço com déficit expressivo e alto endividamento.
O Conselho Deliberativo do Corinthians votará o balanço financeiro referente ao exercício de 2025, que apresentou um déficit de R$ 143,4 milhões. A reunião também abordará o patrimônio líquido negativo em R$ 774 milhões e uma dívida total de R$ 2,72 bilhões. Apesar de ressalvas em auditorias, o balanço é considerado adequado nas normas contábeis.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou as contas do clube referentes ao exercício de 2025, com 106 votos a favor e 68 contrários. Apesar da aprovação, o balanço financeiro de 2025 apresentou um déficit de R$ 143,4 milhões e uma dívida total estimada em R$ 2,72 bilhões. A auditoria independente emitiu um relatório com ressalvas sobre o reconhecimento contábil e a necessidade de renegociações.
O CEO da Asarock, Gabriel Pupo, admitiu um erro contábil de quase R$ 100 milhões no fundo que administra a Neo Química Arena. O equívoco envolveu o registro indevido de receitas de bilheteria que nunca ingressaram em caixa, distorcendo balanços por anos e gerando ressalvas em auditorias. A correção do valor foi realizada após a reestruturação do fundo e a baixa contábil, com a expectativa de que os balanços futuros sejam apresentados sem ressalvas.
Uma auditoria independente apontou incertezas relevantes sobre a continuidade financeira do Corinthians em seu balanço de 2025, apesar de renegociações de dívidas e aumento de receitas. O clube encerrou o ano com um déficit de R$ 143,4 milhões e patrimônio líquido negativo de R$ 774,2 milhões. O balanço foi aprovado pelo Conselho de Orientação com ressalvas.
O Botafogo encerrou 2025 com uma dívida bruta de R$ 2,5 bilhões, um aumento significativo em relação ao ano anterior. A análise da auditoria Medem aponta déficits operacionais anuais e crescentes despesas com contratações como fatores que elevaram o endividamento, especialmente em débitos com partes relacionadas e fornecedores.
Uma auditoria revelou que o Comercial de Ribeirão Preto possui uma dívida acumulada de R$ 42 milhões. O Conselho Deliberativo considera a transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) como a principal alternativa para equacionar os débitos e atrair investimentos.
Uma auditoria interna no Corinthians identificou um rombo financeiro de R$ 294 mil em seu balanço referente ao ano de 2025. O valor, não conciliado no caixa físico do clube, refere-se ao período entre janeiro e julho de 2025, época de instabilidade política na diretoria. O clube informou que medidas administrativas e judiciais serão tomadas para apurar o caso e que buscará validação de auditoria independente.
O Fair Play Financeiro no futebol brasileiro exigirá que os balanços dos clubes sejam auditados por organizações confiáveis e aceitas pela CVM. Essa medida visa aumentar o rigor dos relatórios financeiros, combater a superficialidade e garantir a sustentabilidade dos clubes.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou pela segunda vez o balanço financeiro de 2025, com 210 votos contrários. A principal objeção recai sobre saques de R$ 11 milhões realizados pelo ex-presidente Julio Casares, dos quais apenas R$ 4 milhões possuem justificativa. A gestão pode solicitar a refação do relatório e Casares pode enfrentar pedidos de exclusão do colegiado e ressarcimento.
Um parecer sobre o balanço financeiro de 2025 do São Paulo aponta que R$ 7 milhões sacados da conta do clube pelo ex-presidente Julio Casares não possuem justificativa detalhada. Auditoria e conselheiros questionam a destinação dos recursos, enquanto grupos políticos se movimentam para registrar ressalvas na aprovação das contas.
Uma auditoria recente apontou que o endividamento do Grêmio atingiu R$ 935,6 milhões ao final de 2025. Deste valor, R$ 516,4 milhões correspondem a obrigações de curto prazo a serem quitadas em 2026. A diretoria atual informou ter pago R$ 100 milhões em dívidas nos primeiros 60 dias de gestão.
O Vasco da Gama contratou uma auditoria independente para analisar suas finanças, com foco nos demonstrativos contábeis do final de 2025. A medida visa evitar a divulgação de informações sujeitas a revisões, enquanto o clube encerrou o ano com R$ 60 milhões em caixa e avançou em tratativas para regularização de débitos tributários.
O Corinthians demitiu o gerente administrativo Rafael Salomão, envolvido em um relatório de auditoria que aponta desvios em materiais esportivos da Nike. Salomão prestou depoimento sobre o caso e, apesar de ter alertado sobre problemas na gestão do almoxarifado, foi desligado em meio a uma reestruturação administrativa.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, planeja contratar uma auditoria externa para rever contratos assinados durante a gestão de Julio Casares. A auditoria focará em acordos que não passaram pela aprovação do Conselho Deliberativo ou de Administração, buscando transparência nos contratos de médio porte.
Colunistas do UOL debatem a decisão do São Paulo de suspender negociações de jogadores antes da votação do impeachment de Julio Casares. Alicia Klein e Milly Lacombe avaliam se essa medida é prejudicial ao clube, considerando o momento de incertezas e a necessidade de reorganização interna.
Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do Corinthians, defendeu a auditoria interna sobre desvio de materiais esportivos, solicitada pelo presidente Osmar Stabile. Ele explicou o sumiço de um dos auditores, alegando 'motivos internos' e que a versão divulgada pelo vice era incompleta. A auditoria apontou irregularidades, como aumento de itens retirados e materiais em más condições, e o caso será investigado pela Polícia Civil.
Torcedores do Corinthians realizaram um protesto em frente à sede social do clube, o Parque São Jorge. A manifestação foi contra o desvio de materiais esportivos da Nike, que foram apontados em uma auditoria interna e teriam envolvido o vice-presidente Armando Mendonça.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, rebateu acusações de desvio de materiais fornecidos pela Nike, apresentadas em um relatório de auditoria. Ele apontou falhas no documento e defendeu sua conduta, alegando que os materiais foram utilizados para representação institucional ou seguindo processos corretos.