Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-24
O Corinthians foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar cerca de R$ 59 mil a um ex-analista demitido após ter o nome indevidamente incluído em relatório de auditoria sobre desvios de uniformes da Nike. A Justiça entendeu que a demissão foi retaliatória, uma vez que o funcionário não participou da auditoria e ainda tinha uma promoção encaminhada. Além disso, a Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para a prisão preventiva do vice-presidente Armando Mendonça, réu no processo que apura o suposto desvio de materiais esportivos.
O Corinthians foi condenado judicialmente a pagar cerca de R$ 60 mil a Luiz Fernando Monteiro de Moraes, ex-funcionário do clube que teve seu nome citado indevidamente na auditoria interna sobre o caso Nike. A juíza entendeu que houve retaliação contra o analista, que alegou ter sido demitido injustamente por não compactuar com um 'trabalho político'. Marcelo Munhoes, ex-diretor que liderou a auditoria, rebateu as acusações e afirmou que a demissão foi motivada por 'ingerência e indisciplina'.
A auditoria da gestão atual da SAF do Botafogo questionou a contratação de Santi Rodríguez, firmada por John Textor em fevereiro de 2025 junto ao New York City, da MLS. Os valores da operação, que podiam alcançar US$ 17 milhões, foram considerados muito acima da avaliação de mercado do jogador, estimada em até US$ 8 milhões. Após passagem abaixo do esperado pelo clube, o uruguaio retorna à MLS.
Investigação do jornal britânico The Times revela que Gianni Infantino, presidente da Fifa, teria recebido US$ 1,76 milhão em pagamentos não divulgados em 2024, feitos pela FWC2026 US Inc, empresa gestora da Copa do Mundo de 2026. Os valores ultrapassariam a remuneração oficial declarada de 4,27 milhões de francos suíços, e pagamentos semelhantes teriam ocorrido também em 2025 e 2026. A Fifa negou formalmente as alegações, afirmando que cumpre todas as exigências de prestação de contas e que a remuneração do presidente é definida por um comitê independente.
Marcelo Gouvêa oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo e apresentou um plano de governo estruturado em três pilares: reestruturação financeira, reforma administrativa e cultura de responsabilidade. O programa prevê auditorias nos primeiros 90 dias, renegociação da dívida, criação de uma diretoria executiva profissional com CEO contratado no mercado e reorganização do Departamento de Futebol. O candidato é o único formalizado até agora para a eleição de dezembro.
O novo relator da Comissão de Ética do São Paulo, José Rubens de Macedo Soares, suspendeu a audiência do processo disciplinar contra o ex-diretor de futebol Carlos Belmonte e pediu ao presidente Harry Massis a contratação de uma auditoria dos contratos. A representação foi aberta por conselheiros após o estouro de R$ 91,19 milhões no orçamento do futebol profissional do clube em 2025. Caso a presidência negue novamente a auditoria, o relator determinará o arquivamento da representação.
Relatório mostra que as dívidas e compromissos do Corinthians superaram em R$ 1,053 bilhão o valor de bens e direitos do clube em julho de 2026, configurando patrimônio líquido negativo. O quadro piorou R$ 279,6 milhões em relação a dezembro de 2025, quando o 'passivo a descoberto' era de R$ 774,2 milhões. Auditoria externa havia alertado sobre dúvidas quanto à continuidade financeira do clube.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, tornou-se réu na Justiça sob acusação de desviar materiais esportivos da Nike e ameaçar testemunhas de uma auditoria interna do clube. Ele nega veementemente as acusações, alegando que a denúncia é infundada e baseada em premissas equivocadas.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, por supostos crimes relacionados à retirada de materiais esportivos fornecidos pela Nike. A investigação, que teve início após uma auditoria interna, aponta para a retirada irregular de 131 itens, com possível tentativa de coação de testemunhas.
O Ministério Público de São Paulo decidiu continuar a investigação sobre o suposto furto de materiais esportivos da Nike destinados ao Corinthians, mesmo com a Polícia Civil concluindo o inquérito sem apontar suspeitos ou provas suficientes de crime. O MP entende que o relatório da polícia é descritivo e não conclusivo, solicitando novas diligências antes de uma decisão final.
O Palmas Futebol e Regatas figura em uma lista de devedores da União, com uma dívida superior a R$ 300 mil. O clube alega ter valores a receber da Timemania que superam o débito e planeja uma auditoria para uma compensação tributária.
O Corinthians, apesar de ter reduzido o sufoco financeiro de curto prazo, ainda enfrenta um déficit de R$ 380 milhões para fechar 2026. O clube possui uma dívida bruta de R$ 2,7 bilhões e um passivo circulante de R$ 800 milhões que precisa ser quitado no próximo ano. A diretoria aposta em vendas de jogadores e aumento de receita recorrente para equilibrar as contas, mas a auditoria aponta incertezas sobre a continuidade operacional.
O queniano Sabastian Sawe, recordista mundial da maratona, expressou confiança em seu potencial, afirmando não sentir limites para seus tempos. Ele planeja novos desafios após sua performance histórica em Londres, onde se tornou o primeiro a correr abaixo de duas horas em prova oficial. Sawe também abordou a importância de demonstrar conquistas limpas no atletismo, em meio a preocupações com doping.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a abertura de um inquérito civil para investigar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians, citando falhas na gestão e no controle interno. A pedido também inclui a anulação da aprovação das contas de 2025, questionando a forma como o déficit financeiro e o endividamento foram tratados pelos órgãos internos do clube.
O Ministério Público de São Paulo pediu intervenção judicial no Corinthians alegando nulidade na aprovação das contas de 2025. O promotor Cássio Conserino apontou gestão temerária devido a irregularidades na participação de um dirigente e falhas nos órgãos de controle do clube. O pedido visa responsabilizar conselheiros pela aprovação de um balanço com déficit expressivo e alto endividamento.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou as contas do clube referentes ao exercício de 2025, com 106 votos a favor e 68 contrários. Apesar da aprovação, o balanço financeiro de 2025 apresentou um déficit de R$ 143,4 milhões e uma dívida total estimada em R$ 2,72 bilhões. A auditoria independente emitiu um relatório com ressalvas sobre o reconhecimento contábil e a necessidade de renegociações.
O Conselho Deliberativo do Corinthians votará o balanço financeiro referente ao exercício de 2025, que apresentou um déficit de R$ 143,4 milhões. A reunião também abordará o patrimônio líquido negativo em R$ 774 milhões e uma dívida total de R$ 2,72 bilhões. Apesar de ressalvas em auditorias, o balanço é considerado adequado nas normas contábeis.
Uma auditoria independente apontou incertezas relevantes sobre a continuidade financeira do Corinthians em seu balanço de 2025, apesar de renegociações de dívidas e aumento de receitas. O clube encerrou o ano com um déficit de R$ 143,4 milhões e patrimônio líquido negativo de R$ 774,2 milhões. O balanço foi aprovado pelo Conselho de Orientação com ressalvas.
O CEO da Asarock, Gabriel Pupo, admitiu um erro contábil de quase R$ 100 milhões no fundo que administra a Neo Química Arena. O equívoco envolveu o registro indevido de receitas de bilheteria que nunca ingressaram em caixa, distorcendo balanços por anos e gerando ressalvas em auditorias. A correção do valor foi realizada após a reestruturação do fundo e a baixa contábil, com a expectativa de que os balanços futuros sejam apresentados sem ressalvas.
Uma auditoria revelou que o Comercial de Ribeirão Preto possui uma dívida acumulada de R$ 42 milhões. O Conselho Deliberativo considera a transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) como a principal alternativa para equacionar os débitos e atrair investimentos.