O artigo de Juca Kfouri apresenta um cenário idealizado para o torcedor corintiano, onde a Volkswagen patrocinaria o clube, quitando dívidas e livrando-o de apostas. A matéria, porém, contrapõe o sonho à dura realidade de descredibilidade e problemas financeiros enfrentados pelo Corinthians há anos, sugerindo a luta por uma intervenção judicial e a ideia de SAFiel.
O Corinthians entrou com recurso solicitando a suspensão de um inquérito policial que apura uma possível intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo contestou os argumentos corintianos, defendendo a manutenção do inquérito e destacando que o Judiciário pode intervir em casos excepcionais.
O Corinthians entrou com um recurso solicitando a suspensão de um inquérito que apura a possibilidade de intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo, responsável pela ação, contesta os argumentos do Timão e pede a manutenção da investigação, citando indícios de má gestão e fragilidade financeira.
A Fórmula 1 e a Federação Internacional do Automobilismo (FIA) renovaram o Pacto de Concórdia, que definirá as regras da categoria de 2026 a 2030. O novo acordo permitirá maior intervenção da FIA em áreas como regulação de corridas e direção de provas, além de um peso maior em votações, impactando a gestão do esporte.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, criticou veementemente o pedido de intervenção judicial no clube. Ele contestou as alegações do promotor Cássio Roberto Conserino sobre o descumprimento de ordens judiciais, afirmando que os órgãos internos do Corinthians estão funcionando ativamente.
O colunista Juca Kfouri defende a intervenção judicial como a solução para conter o que ele descreve como um "assalto" ao Corinthians. Ele se baseia em uma proposta anterior e nas constatações de uma investigação do Ministério Público.
Um promotor do Ministério Público de São Paulo sugeriu a intervenção judicial no Corinthians, apresentando 25 motivos para a ação. As justificativas incluem investigações sobre desvio de dinheiro, uso indevido de cartões corporativos, infiltração do crime organizado e irregularidades em contratos.