O ex-atacante Jô teve sua prisão mantida pela Justiça após audiência de custódia em Belo Horizonte. A detenção ocorreu por falta de pagamento de pensão alimentícia. A assessoria do atleta informou que ele atravessa instabilidade financeira e busca um acordo com a genitora do filho.
O artigo discute qual dos rivais gaúchos, Grêmio ou Internacional, preocupa mais no Campeonato Brasileiro de 2026, considerando suas campanhas semelhantes. Comentaristas analisam as performances dos técnicos, a qualidade dos elencos e a situação financeira de ambos os clubes para determinar quem enfrenta maiores desafios.
A análise aponta que o Campeonato Brasileiro de 2026 está dividido em duas competições distintas: uma disputada por Flamengo e Palmeiras, e outra pelos demais times. Essa divisão é atribuída à diferença estrutural e financeira entre os clubes, com os rivais maiores focados em contratações e reforços, enquanto outros lutam para equilibrar as finanças.
O Relatório Convocados 2026 revela que as dívidas dos clubes da Série A e B do Brasil atingiram R$ 17,3 bilhões em 2025, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Dívidas operacionais, impulsionadas por contratações, lideraram o crescimento, com Atlético-MG, Botafogo e Corinthians concentrando 43% do total. Especialistas apontam má gestão financeira, financiamento de arenas e descompasso operacional como principais causas do endividamento.
O artigo discute o endividamento dos clubes de futebol brasileiros, que atingiu R$ 17,3 bilhões em 2025. Botafogo, Atlético-MG e Corinthians lideram essa lista, com o Botafogo apresentando um crescimento do endividamento devido a contratações e investimentos em arenas. A matéria ressalta a importância da gestão financeira para o futuro dos clubes.
A matéria analisa a queda de Andrés Sánchez na política interna do Corinthians e suas implicações para a eleição presidencial. O texto aponta Osmar Stábile como favorito, apesar de investigações sobre irregularidades, e destaca a necessidade de maior transparência e gestão financeira no clube.
O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu pela expulsão do ex-presidente Andrés Sanchez do quadro social do clube, em meio a uma grave crise financeira. A matéria sugere que Augusto Melo e Duílio Monteiro Alves também podem ser expulsos, criticando as gestões passadas por transações suspeitas e desvio de recursos. O autor expressa decepção com o descaso de figuras ligadas ao clube com seu patrimônio.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), elogiou a gestão financeira do Fluminense, considerando o clube mais eficiente que Flamengo e Palmeiras. Ele destacou que o Fluminense, com menor investimento, obtém bons resultados e é mais criativo nas decisões.
O artigo narra a drástica queda do Tupi Futebol Clube, que em uma década passou de campeão nacional da Série D e participante da Série B do Brasileiro a inativo e em crise administrativa e financeira. A matéria detalha a trajetória de glórias, com conquistas estaduais e nacionais, contrastando com os problemas estruturais, dívidas e escândalos que levaram o clube à sua pior fase histórica, culminando na desistência de disputar a Segunda Divisão do Campeonato Mineiro.
O artigo detalha um dia de ajustes no Palmeiras, abordando a escalação para o jogo contra o Cruzeiro, a situação financeira com altos investimentos em contratações em 2025 e a recuperação mental de Felipe Anderson. A matéria discute as mudanças táticas, os gastos do clube e a adaptação de jogadores às demandas da temporada.
O artigo discute a grave crise financeira do Santos Futebol Clube, marcada pelo atraso no pagamento de salários e direitos de imagem dos jogadores. Lucas Musetti detalha os bastidores, evidenciando o rombo financeiro crescente e a insustentabilidade da situação.
A recusa do Corinthians em vender o volante André ao Milan por R$ 100 milhões está gerando atritos internos e preocupações financeiras no clube. A negociação frustrada impactou o grupo de reestruturação financeira, levando à saída de membros e à necessidade de dobrar a meta de vendas de atletas para R$ 300 milhões até o fim do ano.
O Santa Cruz enfrenta desafios significativos na busca por um novo técnico após a demissão de Claudinei Oliveira. O clube precisa encontrar um profissional que se encaixe na realidade financeira, lide com a pressão por resultados imediatos e tenha boa condução de vestiário, enquanto lida com atrasos salariais.
O Santa Cruz receberá ajuda financeira da Federação Pernambucana de Futebol (FPF-PE) para realizar obras emergenciais no Estádio do Arruda. A FPF-PE auxiliará nos custos de reparos estruturais e verificações técnicas, essenciais para a reabertura do estádio ao público. A previsão é de um retorno gradual do Tricolor ao Arruda ainda nesta Série C, com capacidade reduzida.
O Conselho Fiscal da SAF do Vasco questionou investimentos em contratações e possíveis conflitos de interesse relacionados ao presidente da Assembleia Geral. O órgão apontou deterioração financeira e incertezas sobre a recuperação judicial, além de criticar a falta de transparência nos processos de aquisição de atletas.
Durcesio Mello, presidente interino da SAF do Botafogo, prometeu transparência financeira e a publicação do balanço de 2025 dentro do prazo legal. Ele busca novas receitas para cobrir salários e despesas urgentes, após o afastamento de John Textor e a suspensão dos direitos de voto da acionista majoritária.
A nova gestão do Botafogo, sob intervenção interina de Durcesio Mello, assinará a venda do zagueiro Alexander Barboza ao Palmeiras por R$ 20 milhões. A transação visa aliviar a grave situação financeira do clube carioca, que enfrenta dívidas bilionárias. Barboza se junta a outros ex-jogadores do Botafogo que foram para o Palmeiras.
O elenco da Ponte Preta deixou o hotel onde estava concentrado para o jogo contra o América-MG, em protesto aos salários atrasados. A situação financeira do clube é grave, com atletas e funcionários sem receber há meses. O time também vive má fase dentro de campo, figurando na zona de rebaixamento da Série B.
O Conselho Fiscal do Corinthians recomendou a aprovação com ressalvas das contas do clube referentes ao ano de 2025. O órgão apontou diversas irregularidades, como a falta de divulgação financeira mensal e a necessidade de reestruturação na gestão. Apesar das ressalvas, a aprovação foi unânime, considerando o ano atípico para o clube.
Uma auditoria independente apontou incertezas relevantes sobre a continuidade financeira do Corinthians em seu balanço de 2025, apesar de renegociações de dívidas e aumento de receitas. O clube encerrou o ano com um déficit de R$ 143,4 milhões e patrimônio líquido negativo de R$ 774,2 milhões. O balanço foi aprovado pelo Conselho de Orientação com ressalvas.