O vice-comissário da NBA, Mark Tatum, afirmou que a falta de arenas indoor de classe mundial, especialmente em São Paulo, é o principal obstáculo para o Brasil voltar a receber jogos da liga americana de basquete. O dirigente destacou que o país é um mercado valorizado e lembrou as três partidas de pré-temporada realizadas no Rio de Janeiro entre 2013 e 2015. O artigo também aborda os planos de expansão da NBA para a Europa, com uma liga própria prevista para outubro de 2027.
O vice-comissário da NBA, Mark Tatum, afirma que o Brasil ainda não recebe jogos da liga por falta de arenas de elite, especialmente em São Paulo. Ele destaca que o país é um mercado valorizado e que a melhoria da infraestrutura poderia trazer a NBA de volta, como ocorreu no Rio de Janeiro entre 2013 e 2015. O texto também menciona o plano de expansão da NBA na Europa, com uma possível fusão com a Euroliga.
Mark Tatum, vice-comissário da NBA, explica que o Brasil não sediará jogos da temporada regular 2026/2027 devido à falta de arenas indoor de padrão internacional. Apesar do interesse em voltar ao país, onde realizou três jogos de pré-temporada no Rio de Janeiro, a liga concentra esforços na expansão europeia com uma liga própria a partir de 2027/2028.
O Relatório Convocados 2026 revela que as dívidas dos clubes da Série A e B do Brasil atingiram R$ 17,3 bilhões em 2025, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Dívidas operacionais, impulsionadas por contratações, lideraram o crescimento, com Atlético-MG, Botafogo e Corinthians concentrando 43% do total. Especialistas apontam má gestão financeira, financiamento de arenas e descompasso operacional como principais causas do endividamento.
O artigo discute a crescente adoção de gramados sintéticos em estádios do Brasileirão, com 1/4 das arenas previstas para a edição de 2026 utilizando essa tecnologia. A matéria aponta que a isonomia de condições entre os times pode ser prejudicada, citando exemplos como a Arena da Baixada e a Arena Condá.