O Sport comunicou a realização de um acordo para quitar débitos com o atacante Léo Pereira, referente a salários e direitos de imagem. O clube informou que o acordo gerou uma economia de 25% da dívida original e foi fechado sem a necessidade de judicialização.
Harry Massis assume a presidência do São Paulo com foco em quitar dívidas com o elenco, priorizar a base e, embora crítico, considera a inevitabilidade da SAF para clubes. Ele mantém a comissão técnica atual e almeja uma campanha forte no Brasileirão, divergindo da visão pessimista do técnico Crespo.
O artigo analisa o abismo financeiro e de gestão no futebol brasileiro, contrastando a oferta bilionária do Flamengo por Paquetá com a situação de clubes como Corinthians e São Paulo, que enfrentam investigações criminais e dívidas crescentes. A matéria destaca a disparidade de receitas e premiações entre os clubes, evidenciando os desafios estruturais do esporte no país.
O fundo Ares afastou John Textor do comando da Eagle, empresa controladora de clubes como o Botafogo. A decisão ocorre após Textor demitir diretores que discordavam de seu modelo de aporte financeiro para quitar dívidas do clube brasileiro. Apesar do afastamento na Eagle, Textor mantém o controle do Botafogo por meio de uma liminar.
O América-SP, clube tradicional do futebol paulista, luta para sobreviver em meio a dívidas milionárias e com seu estádio gigante, o Teixeirão, quase sem jogos. Enquanto isso, o vizinho Mirassol se prepara para disputar a Libertadores, evidenciando a disparidade de suas trajetórias.
A Justiça do Trabalho condenou a Ponte Preta a pagar cerca de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões ao ex-volante Ramon Carvalho, referente a dívidas trabalhistas e uma indenização. A decisão judicial aborda o não pagamento de férias, 13º salário, FGTS e uma indenização por falta de seguro contra acidentes de trabalho. O clube enfrenta diversas ações judiciais devido a pendências financeiras.
A Ponte Preta enfrenta uma crise severa no Paulistão de 2026, ocupando a última colocação sem somar pontos, apenas meses após conquistar o título da Série C. O clube sofre com dívidas, transfer bans que impediram o registro de reforços e a debandada de jogadores importantes, comprometendo a temporada.
O colunista Walter Casagrande Jr. analisa o momento atual do São Paulo Futebol Clube, descrevendo-o como o pior de sua história. Ele aponta para a fragilidade da equipe em campo e para os graves problemas de gestão, incluindo dívidas milionárias, denúncias de corrupção e instabilidade administrativa, que afetam diretamente o desempenho do time.
Mauro Cezar Pereira, em análise para o Canal UOL, aponta a má gestão como principal fator para a inferioridade do Vasco em relação ao Flamengo. Ele destaca a recuperação judicial e as práticas financeiras controversas do clube cruz-maltino como causas para o desempenho ruim em campo, em contraste com a organização e solidez do rival.
O Botafogo enfrenta sua pior crise financeira desde a sua transformação em SAF, com dívidas significativas com jogadores e a imposição de um transfer ban pela FIFA. A situação gera incerteza sobre o futuro do clube, levando a cortes de gastos em diversos departamentos e à necessidade de venda de atletas.
A Justiça de São Paulo homologou o Regime Centralizado de Execuções (RCE) do Corinthians, validando um plano para quitar aproximadamente R$ 450 milhões em dívidas cíveis. A decisão, que segue parecer do Ministério Público, organiza a fila de credores e dará mais previsibilidade financeira ao clube.
A Justiça de São Paulo homologou o plano de pagamento de dívidas do Corinthians, que totalizam aproximadamente R$ 450 milhões, a serem quitados ao longo de dez anos. O plano, que utiliza o Regime Centralizado de Execuções (RCE), busca organizar as finanças do clube e reduzir bloqueios judiciais.
A Ponte Preta enfrenta uma grave crise financeira em 2026, com salários atrasados e transfer ban impostos pela CNRD e Fifa. O clube precisa de R$ 5 milhões para regularizar a situação, incluindo R$ 2,2 milhões para quitar as dívidas que geraram as punições e R$ 2,8 milhões para salários atrasados. A situação impacta diretamente o desempenho em campo, com o time na lanterna do Campeonato Paulista.
O Icasa recebeu uma indenização de R$ 84 milhões da CBF devido a um processo referente ao não acesso à Série A em 2014. O clube planeja utilizar a maior parte desse valor para quitar dívidas trabalhistas, com o restante sendo investido na reestruturação e melhorias de seu centro de treinamento.
Torcedores da Ponte Preta protestaram em frente ao estádio Moisés Lucarelli contra a má fase do time no Campeonato Paulista e a crise financeira. As manifestações pediram a renúncia da diretoria, citando salários atrasados e transfer ban.
O Santos Futebol Clube recebeu uma proposta bilionária de um fundo de investimento colombiano, liderado pela família Santo Domingo, para a aquisição de sua Sociedade Anônima de Futebol (SAF). A oferta, que inclui um aporte de R$ 1 bilhão e a quitação de dívidas estimadas em R$ 1 bilhão, pode acelerar o processo de transformação do clube em empresa. A proposta ainda precisa de aprovação estatutária e votação em assembleia para se tornar vinculante.
O Corinthians recebeu um parecer favorável do Ministério Público de São Paulo à versão revista do seu plano no Regime Centralizado de Execuções (RCE). O documento indica que o clube atendeu às exigências feitas, eliminando impedimentos para a homologação do plano e permitindo o início mais rápido dos pagamentos aos credores.
A diretoria do Sport divulgou um panorama financeiro detalhando dívidas e antecipação de receitas. O ex-presidente Yuri Romão rebateu os números apresentados, questionando a classificação de certas operações como antecipação de receitas e contestando os valores de dívidas.
O Amazonas FC teve seu transfer ban revogado pela Fifa após quitar dívidas antigas, liberando o clube para inscrever novos jogadores. Com a decisão, a equipe poderá registrar suas 10 contratações para a temporada 2026, incluindo o atacante Marcelo Cirino, que estava impedido de atuar.
O Corinthians, após se livrar de proibições de contratação, busca negociar dívidas contraídas em 2024 para evitar novas punições. A diretoria planeja contatar sete clubes para acertar débitos de jogadores como Rodrigo Garro e Pedro Raul, buscando parcelamentos com juros reduzidos para transmitir transparência.