O Botafogo demonstrou interesse em contratar o zagueiro Marco Di Cesare, de 24 anos, do Racing. O clube carioca planeja um empréstimo com opção de compra, mas precisa antes resolver um "transfer ban" imposto pela Fifa.
O Botafogo está em negociação para contratar o zagueiro Di Cesare, do Racing, mediante uma proposta de empréstimo com opção de compra avaliada em US$ 4 milhões. No entanto, o clube carioca enfrenta cautela devido a um "transfer ban" da Fifa, decorrente de dívidas com o Atlanta United pelo não pagamento de Thiago Almada.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, busca reverter uma crise financeira e o transfer ban através de aportes de R$ 264 milhões, provenientes de uma operação complexa envolvendo a gestora GDA Luma, especializada em ativos estressados. A operação visa resolver a briga pelo controle acionário da Eagle, empresa de Textor, e sanar o passivo do clube, avaliado em R$ 1,5 bilhão.
A Justiça do Rio determinou a suspensão das vendas de jogadores do Botafogo até que John Textor, dono da SAF do clube, apresente a "caixa-preta" da gestão. A decisão visa apurar possíveis negociações açodadas de atletas com valores baixos para clubes europeus, em meio a uma crise financeira que já gerou um transfer ban pela FIFA.
O Botafogo iniciou a preparação para a estreia no Campeonato Brasileiro de 2026, que ocorrerá contra o Cruzeiro no Estádio Nilton Santos. O clube conta com o retorno do jovem Kadir Barría, que serviu a seleção do Panamá, e a integração de joias da base, como Kadu e Marquinhos, ao elenco principal. Essa estratégia se deve à impossibilidade de registrar novos atletas devido a um transfer ban.
O Botafogo se prepara para a estreia no Campeonato Brasileiro contra o Cruzeiro, buscando um bom início no torneio. O técnico Martín Anselmi conta com o elenco principal, mas deve integrar jogadores do sub-20 devido a um transfer ban.
A Justiça do Trabalho condenou a Ponte Preta a pagar cerca de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões ao ex-volante Ramon Carvalho, referente a dívidas trabalhistas e uma indenização. A decisão judicial aborda o não pagamento de férias, 13º salário, FGTS e uma indenização por falta de seguro contra acidentes de trabalho. O clube enfrenta diversas ações judiciais devido a pendências financeiras.
O Botafogo deve ao Atlanta United mais de US$ 21 milhões, valor determinado pela Fifa para sanar o transfer ban. A dívida inclui o pagamento pela transferência de Thiago Almada, bônus por metas e repasses pela venda do jogador para o Atlético de Madrid, totalizando cerca de US$ 30 milhões.
O Botafogo aposta em jovens do sub-20 para a temporada de 2026 em meio a uma crise financeira que exige reorganização das contas. O técnico Martín Anselmi sinalizou a integração dos juniores ao elenco principal, promovendo jogadores como Kauan Toledo.
A Ponte Preta enfrenta uma crise severa no Paulistão de 2026, ocupando a última colocação sem somar pontos, apenas meses após conquistar o título da Série C. O clube sofre com dívidas, transfer bans que impediram o registro de reforços e a debandada de jogadores importantes, comprometendo a temporada.
O meia Cristian Medina, alvo do Botafogo, estreou em 2026 pelo Estudiantes com uma assistência em um empate contra o Independiente. O jogador de 23 anos tem acordo com o clube carioca, mas a transferência está atrasada devido ao transfer ban do Botafogo. Apesar disso, Medina treina normalmente e busca manter o ritmo de jogo.
John Textor, dono da SAF do Botafogo, abordou as dificuldades financeiras do clube e anunciou um aporte significativo de capital aprovado pela Eagle. Esse investimento visa encerrar o transfer ban, pagar dívidas e reforçar o elenco com novas contratações. Textor também defendeu sua permanência no comando do clube e criticou o Lyon por dívidas com o Botafogo.
A Ponte Preta atravessa uma crise profunda em 2026, marcada pela saída de mais de um time de jogadores devido a problemas financeiros, transfer ban e instabilidade institucional. A equipe já soma quatro derrotas no Campeonato Paulista, ocupando a lanterna e correndo sério risco de rebaixamento.
O técnico da Ponte Preta, Marcelo Fernandes, expressou frustração com a indefinição que levou a treinar duas equipes distintas antes da partida contra o São Bernardo. Apesar da chegada de reforços após a queda do transfer ban, o time perdeu por 1 a 0, acumulando a quarta derrota seguida no Campeonato Paulista. Fernandes também comentou a provável saída do ídolo Elvis, lamentando a perda para a equipe.
Torcidas organizadas do Botafogo convocaram um protesto contra o proprietário John Textor, citando descaso e falta de profissionalismo. A manifestação ocorrerá no Estádio Nilton Santos antes da partida contra o Bangu, em meio a um início de temporada turbulento para o clube, que enfrenta um transfer ban e a perda de jogadores importantes.
A Ponte Preta confirmou a saída de mais dois jogadores que não chegaram a estrear pela equipe em 2026: o zagueiro Walisson Maia e o atacante Herbert. A decisão ocorre em meio à crise financeira e ao transfer ban que impede a inscrição de reforços no Campeonato Paulista. Outros atletas também deixaram o clube sem atuar.
A Ponte Preta quitou dívidas de aproximadamente R$ 2,5 milhões, incluindo pendências com a CNRD e a Fifa, para se livrar do transfer ban. Com os pagamentos efetuados, o clube aguarda a liberação burocrática para registrar os reforços contratados e utilizá-los no Campeonato Paulista.
A Ponte Preta conseguiu derrubar o transfer ban após pagar dívidas de aproximadamente R$ 2,5 milhões. Com a liberação, seis reforços foram registrados na CBF e ficam à disposição para o jogo contra o São Bernardo pelo Paulistão. O clube utilizou parte do valor da venda do atacante Jeh para quitar as pendências.
O artigo relata um dia de turbulências no Botafogo, marcado por protestos da torcida contra a gestão de John Textor e a iminente saída do jogador Jefferson Savarino. O clube também enfrenta um transfer ban imposto pela FIFA, agravado pela saída de peças importantes do elenco. Paralelamente, Jair Ventura relembra momentos difíceis de sua carreira e o Botafogo-SP busca reação no Paulistão.
A Ponte Preta enfrenta uma grave crise financeira em 2026, com salários atrasados e transfer ban impostos pela CNRD e Fifa. O clube precisa de R$ 5 milhões para regularizar a situação, incluindo R$ 2,2 milhões para quitar as dívidas que geraram as punições e R$ 2,8 milhões para salários atrasados. A situação impacta diretamente o desempenho em campo, com o time na lanterna do Campeonato Paulista.