A coluna analisa a venda da SAF do Vasco para a Almirante S.A, de Marcos Lamacchia, aprovada pelos sócios com 4.675 votos a favor e 437 contra. Embora a cúpula do clube tenha falado em uma operação de R$ 4 bilhões, a análise dos documentos mostra que o valor real da compra gira em torno de R$ 1,5 bilhão, considerando a dívida, o empréstimo da Crefisa e valores a pagar à 777. Resta saber se a agência da CBF fará alguma restrição por conflito de interesses.
Ronaldo Fenômeno e Roberto Carlos assinaram a compra de 80% da SAF da Inter de Limeira, junto com o príncipe saudita Abdullah bin Saad. O grupo prevê um aporte de R$ 450 milhões em 10 anos, com o objetivo de recolocar o clube em evidência no cenário nacional. O acordo ocorre em um bom momento para a Inter, que acabou de conquistar o acesso à Série B do Brasileirão após 35 anos.
Marcos Lamacchia foi declarado vencedor do processo de aquisição de 90% da SAF do Vasco, com negócio avaliado em cerca de R$ 3 bilhões incluindo investimentos e dívidas. O artigo contextualiza essa operação comparando-a aos aportes iniciais de outras SAFs no Brasil, como Atlético-MG, Bahia, Botafogo e Cruzeiro. O texto detalha também o histórico da fracassada parceria do Vasco com a 777 Partners.
O Vasco da Gama solicitou à Justiça do Rio de Janeiro a liberação de um empréstimo de R$ 40 milhões da Almirante S/A, empresa de Marcos Lamacchia, que negocia para assumir a SAF do clube. O DIP, se aprovado, será diluído do aporte total de mais de R$ 3 bilhões e visa preservar as operações correntes do clube.
O Vasco da Gama avançou no processo de reestruturação de sua SAF com a publicação de um edital para a alienação judicial de 90% das ações. A Almirante Participações e Empreendimentos S.A., de Marcos Lamacchia, apresentou uma proposta inicial de, no mínimo, R$ 500 milhões de investimento em cinco anos. A conclusão da venda está sujeita a condições como reorganização societária e homologação judicial, com prazo limite para 30 de setembro de 2026.
O Atlético-MG projeta a necessidade de um novo aporte financeiro para 2027, mesmo após receber R$ 530 milhões. O clube busca sustentabilidade a longo prazo para manter seu patamar de competitividade no futebol, com planos que incluem a possível chegada de investidores estrangeiros.
O Conselho Deliberativo do Atlético-MG aprovou um aporte de R$ 530 milhões para quitar parte das dívidas bancárias do clube. Essa injeção financeira altera a composição acionária da SAF, diluindo as ações de Daniel Vorcaro, que está preso.
A SAF do Atlético-MG planeja diluir a participação de Daniel Vorcaro, acionista preso em escândalo financeiro, por meio de um novo aporte dos acionistas majoritários. O CEO do clube, Pedro Daniel, afirmou que a ação tornará a presença de Vorcaro irrelevante e mitigará riscos para a SAF, que possui uma dívida significativa.
O Atlético-MG definiu um novo cronograma para o aporte de R$ 500 milhões a ser realizado pelos acionistas majoritários da SAF, Rubens e Rafael Menin. Devido a questões burocráticas, a transação, inicialmente prevista para 30 dias, agora deve ser concluída ao longo de maio. O aporte será utilizado para quitar débitos bancários e melhorar o fluxo de caixa do clube.
O Tribunal Arbitral da FGV solicitou a presença da administradora judicial da Eagle Bidco, Cork Gully, em uma Assembleia Geral Extraordinária do Botafogo. A reunião, convocada por John Textor, visa debater a situação financeira da SAF e votar um aporte de R$ 125 milhões atrelado à emissão de novas ações, em meio a impasses com o clube social.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, enviou uma carta-proposta para um aporte de R$ 128 milhões no clube, proveniente de recursos próprios do empresário. O investimento, estruturado como capital próprio (equity), visa fortalecer a posição financeira do clube de forma sustentável, e não como empréstimo. Textor ressaltou a necessidade do apoio do clube social para viabilizar a operação e manter a força financeira da SAF, em meio a um cenário de rachaduras recentes e questionamentos sobre suas decisões.
A família Menin prepara um aporte de aproximadamente R$ 500 milhões para a SAF do Atlético-MG, visando quitar grande parte de sua dívida bancária, estimada em R$ 600 milhões. O objetivo é diluir a participação acionária de outros sócios, incluindo o dono do Banco Master, e aumentar a fatia dos Menin na Galo Holding para mais de 50%.
O Atlético-MG aguarda um aporte de R$ 500 milhões de seus sócios da SAF para quitar dívidas, que geraram R$ 250 milhões em juros apenas neste ano. O CEO Pedro Daniel trabalha para negociar com bancos e espera reduzir significativamente os juros anuais.
A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) aprovou um aporte de R$ 2 milhões para o futebol acreano em 2026, um aumento em relação aos R$ 1,5 milhão de 2025. O valor será distribuído entre diversas competições, incluindo o Campeonato Acreano profissional, categorias de base, futebol feminino e amador, além de apoios para a arbitragem e a crônica esportiva.
Por Ana Canhedo e José Edgar de Matos em 2026-02-27
O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, aceitou uma oferta não vinculante de um grupo americano chamado Saint Dominique para a possível venda do clube como Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A proposta inclui um aporte de R$ 1 bilhão e a responsabilização pela dívida estimada em outro bilhão, com controle de 80% das ações. O processo envolve uma diligência de 60 a 90 dias e uma posterior reforma estatutária para viabilizar a venda.
O artigo discute o aporte financeiro de John Textor no Botafogo, destacando as altas taxas de juros e a estratégia de não pagamento imediato. A operação, realizada por investidores como Hutton Capital e GDA Luma, visa converter a dívida em participação acionária, impactando o controle da Eagle e a disputa de Textor com outros acionistas.
O Botafogo recebeu um aporte de US$ 20 milhões de John Textor, com potencial para chegar a US$ 50 milhões, destinado a cobrir o transfer ban e fortalecer o clube. A operação envolve juros altos e a possibilidade de conversão em equity, gerando tensão e incerteza sobre o controle futuro da SAF e dos ativos ligados à Eagle.
O dono da SAF do Botafogo, John Textor, abordou o aporte financeiro pendente com o presidente do clube associativo, João Paulo Magalhães Lins. A última etapa para a liberação de cerca de R$ 147 milhões envolve a aprovação do clube social. Textor também mencionou um acerto com o CEO Thairo Arruda, apesar de desentendimentos anteriores.
O dia do Botafogo foi marcado pelo debate sobre o aporte financeiro prometido, o transfer ban que dificulta a montagem do elenco e a proximidade de um confronto contra o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro. Discussões sobre a reestruturação financeira envolvem John Textor, o clube social e investidores, enquanto a convivência entre os papéis de liderança passa por superação de discordâncias.
Por Bárbara Mendonça, Letícia Marques e Raphael Zarko em 2026-01-30
O Botafogo social, representado por João Paulo Magalhães, intensifica as cobranças a John Textor, CEO da SAF, exigindo garantias financeiras para um novo aporte. Há um conflito declarado entre Textor e o CEO Thairo Arruda devido a um primeiro aporte negado pelas altas taxas de juros e garantias de vendas de jogadores.