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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo contextualiza o Flamengo como um time de tradição internacional, contrastando com o 'novo rico' Pyramids, mas foca mais na análise do adversário.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O Pyramids é o foco da análise, sendo comparado ao PSG por seu investimento e ascensão meteórica, destacando seus feitos recentes de forma positiva.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Psg

Motivo: O PSG é usado como uma comparação para o Pyramids, sem um viés explícito a favor ou contra ele.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

flamengo liga dos campeoes psg arabia saudita copa intercontinental pyramids al-ahly emirados arabes unidos turki al-sheikh al-rayyan

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Novo rico, adversário do Flamengo na semi do Mundial é o 'PSG da África' Rafael Reis Colunista do UOL 12/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Ewerton Silva é um dos principais jogadores do próximo adversário do Flamengo Imagem: Divulgação/Pyramids Quatro vezes campeão da Libertadores, o Flamengo é o único time ainda vivo na disputa pelo título da Copa Intercontinental que pode bater no peito e dizer que possui uma longa tradição em competições internacionais. Adversário da equipe brasileira na semifinal de amanhã, o Pyramids é praticamente uma versão egípcia do Paris Saint-Germain. Assim como o time francês, que já está classificado para a decisão do torneio da Fifa, o próximo rival rubro-negro é um clube nascido bem depois das grandes potências mundiais e que só começou a despertar atenção depois de receber um pesado aporte financeiro do Oriente Médio. Daniela Lima Motta perde apoio no STF, na Câmara e no Executivo Reinaldo Azevedo Caso Zambelli: entenda o absurdo de Motta Tony Marlon A falta de energia e a democratização do descaso André Santana Congresso faz de tudo para virar 'inimigo do povo' "Novo rico" assim como o PSG, o Pyramis compartilha de outro ponto em comum com a equipe de Marquinhos, Ousmane Dembélé e Achraf Hakimi: a participação no Intercontinental foi obtida graças à conquista inédita da Liga dos Campeões do seu continente. 'Novo rico' mesmo O representante da África na Intercontinental nunca havia sido campeão de nada até um ano e meio atrás. Foi só em 2024 que o Pyramids ganhou o primeiro título da sua existência como clube profissional de futebol, a Copa do Egito. Já neste ano, tirou a barriga da miséria e conquistou a "tríplice coroa": foi campeão nacional e continental, além de ter vencido mais uma vez a copa local. A equipe que disputa uma vaga na decisão com o Flamengo foi fundada há menos de duas décadas, em 2008, e tinha nome (Al-Assiouty) e sede (jogava em Assiut, a quase 400 km do Cairo) diferentes das atuais. O "projeto Pyramids" começou em 2018, quando o bilionário Turki Al-Sheikh, que na época tinha um cargo equivalente ao de ministro do Esporte da Arábia Saudita, resolveu comprar o nono colocado do Campeonato Egípcio, rebatizá-lo e transportá-lo para a capital do país. Continua após a publicidade Relacionadas Crise do Real pressiona Xabi Alonso e vira 'última chance' para Endrick 7 reforços da Champions para seu time trazer ao Brasil na janela de janeiro Alvo de clubes brasileiros, Arias ainda busca 1º gol em pior time do Inglês Para tentar acabar com a supremacia do Al-Ahly, time mais poderoso do Egito e do futebol africano como um todo, o empresário e político saiu despejando dinheiro e contratando brasileiros: Keno, Carlos Eduardo (ex-Palmeiras), Rodriguinho (ex-Corinthians), o técnico Alberto Valentim. Mas Al-Sheikh cansou logo do seu "brinquedinho". Um ano depois de assumir o controle da equipe, já a repassou para um outro magnata do mundo árabe, Saleem Al Shamsi, dos Emirados. A nova administração deu uma segurada nos investimentos e focou na construção de um elenco forte em detrimento de estrelas importadas do Brasil. Mesmo assim, o Pyramids continuou gastando bem mais que seus rivais (contratou nove dos 12 reforços mais caros da história do futebol do Egito). E agora celebra o sucesso esportivo dessa dinheirama toda. Copa Intercontinental O Flamengo só estreou na versão anual e reestruturada do antigo Mundial de Clubes na última quarta-feira, quando derrotou o mexicano Cruz Azul por 2 a 1. Mas a competição já está rolando há nada menos que três meses. Foi ainda em setembro que o Pyramids venceu os dois jogos que o classificou para as semifinais. Primeiro, fez 3 a 0 no Auckland City, da Nova Zelândia. Depois, meteu 3 a 1 no Al-Ahli, da Arábia Saudita. Continua após a publicidade A final da Intercontinental-2025 está marcada para o próximo dia 17, em Al-Rayyan (Qatar), e já tem o PSG esperando seu adversário. Sim, o privilégio dos europeus nessa nova versão do torneio é entrar direto na final e ter de vencer somente uma partida para levantar a taça. Foi assim no ano passado, quando o Real Madrid desbancou o Pachuca para ser o primeiro campeão do formato. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora App do Bradesco apresenta instabilidade: 'Desculpe, não é possível acessar' PGR rejeita oferta de delação de Beto Louco que cita políticos Médico do São Paulo explica caneta emagrecedora e fala sobre crise em DM Veja como ficaria o projeto de 'casa quadrada' que João Gomes rejeitou Brasileiro vira 'professor' sobre o Flamengo no Pyramids: 'Não têm noção'