O Botafogo atravessa seu momento mais delicado de 2026, com apenas uma vitória em seis jogos sob o comando de Tite, mas a diretoria garante confiança no treinador e não cogita demissão na reta final do Brasileirão. O clube enfrenta também uma crise financeira, com passivo de R$ 2,5 bilhões, e aguarda aportes da nova investidora GDA Luma, ligada a Gabriel de Alba, para pagar vencimentos e dívidas. A crise é atribuída a decisões tomadas desde 2025, incluindo transfer bans e a saída de jogadores importantes para rivais.
O Botafogo de Futebol e Regatas assumiu mais de 99% do capital social da SAF Botafogo após a Eagle Bidco não exercer seu direito preferencial de compra das novas ações emitidas em assembleia. Com o clube social como acionista majoritário, o processo de venda da SAF para a GDA Luma, de Gabriel de Alba, tornou-se mais simples, podendo ocorrer por simples transferência de ações. A SAF Botafogo esclarece que não haverá mudanças operacionais e mantém sua estrutura executiva atual.
O Botafogo Social anunciou que assumiu 99,18% das ações da SAF Botafogo após a Eagle Bidco desistir de exercer seu direito de preferência no aumento de capital. A Eagle Bidco, atualmente em administração judicial sob a Cork Gully, ficou com apenas 0,82% das ações. A operação abre caminho para a venda de 90% das ações ao empresário Gabriel de Alba, da GDA Luma, futuro investidor do clube.
O Botafogo avança nos bastidores societários, com a abertura de caminho para o Botafogo Social chegar a 99,18% da SAF e a possível venda de 90% à GDA Luma, ligada a Gabriel de Alba. No campo, o time vive momento irregular sob o comando de Tite, ocupa o 11º lugar no Brasileirão e apresenta a segunda pior defesa da competição, com 51 gols sofridos. A crônica conclui que o dia alvinegro foi marcado por avanços administrativos e cobranças no gramado.
A Eagle Bidco não exerceu o direito de preferência sobre 49% das novas ações emitidas pela SAF do Botafogo, e o Botafogo Social deve assumir cerca de 99% da sociedade nos próximos dias. Com isso, o clube se aproxima da venda de 90% da SAF para a GDA Luma, do empresário Gabriel de Alba, que já realiza aportes financeiros e participa das decisões da gestão. A informação foi confirmada pela reportagem do Lance! após publicação em canal na internet.
Vasco e Botafogo se enfrentam pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro no Estádio Nilton Santos, em um clássico marcado pelas profundas mudanças no controle das SAFs dos dois clubes. O Botafogo conclui o processo de transição após a saída de John Textor, com o fundo GDA Luma adquirindo 90% da SAF por US$ 105 milhões. Já o Vasco aprovou no Conselho Deliberativo a venda do controle à Almirante Participações, de Marcos Lamacchia, em um pacote de aproximadamente R$ 4 bilhões.
Vasco e Botafogo se enfrentam no Estádio Nilton Santos pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, em um clássico que expõe as profundas transformações societárias vividas pelos dois clubes. O Botafogo encerra o ciclo de John Textor e transfere o controle da SAF ao fundo GDA Luma em negócio avaliado em US$ 105 milhões. Já o Vasco, após o fracasso da 777 Partners, aguarda aprovação dos sócios para vender 90% do controle à Almirante Participações, de Marcos Lamacchia, em pacote de cerca de R$ 4 bilhões.
Por Bárbara Mendonça e Letícia Marques em 2026-10-06
A GDA Luma, empresa do investidor mexicano Gabriel de Alba, deixou de constar na lista de credores da recuperação judicial da SAF Botafogo, reduzindo a dívida de R$ 1,286 bilhão para cerca de R$ 1,163 bilhão. A remoção ocorre porque os aportes via financiamento DIP podem ser convertidos em ações da SAF. A nova lista conta com 384 credores, liderados por Atlanta United, Nottingham Forest e a MLS, e o Botafogo volta a campo contra o Vasco pelo Campeonato Brasileiro.
O Botafogo atravessa um dia de movimentação fora de campo: a dívida na recuperação judicial da SAF recuou para cerca de R$ 1,163 bilhão e a Justiça suspendeu a multa por litigância de má-fé contra John Textor. No futebol, o clube encara o Vasco no clássico da 29ª rodada do Brasileirão, no Nilton Santos, com Tite ajustando a escalação. Os dois rivais também vivem processos de mudança de controle societário em andamento.
Os administradores da recuperação judicial da SAF Botafogo confirmaram que ainda não existe acordo vinculante para a transferência do controle acionário à GDA Luma, mas as partes assinaram, em 5 de junho, um acordo vinculante de investimentos. O texto explica a diferença entre os dois documentos, detalha os aportes previstos de US$ 105 milhões (com US$ 50 milhões já liberados via financiamento DIP) e o processo de diluição das ações da Eagle Bidco. A transferência final das ações à GDA, que assumirá dívida de R$ 3,5 bilhões, deve ocorrer após a AGE que discutirá a emissão de novas ações.
O Botafogo vive um momento decisivo de engenharia societária: a GDA Luma assinou acordo vinculante de investimentos de US$ 105 milhões, com US$ 50 milhões já ingressados na SAF. Em paralelo, a Justiça do Rio manteve a Assembleia Geral Extraordinária e multou John Textor em pelo menos R$ 10 milhões por litigância de má-fé. O próximo lance é a emissão de 200 milhões de ações a R$ 0,01, que pode diluir a fatia da Eagle caso ela não subscreva.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, busca reverter uma crise financeira e o transfer ban através de aportes de R$ 264 milhões, provenientes de uma operação complexa envolvendo a gestora GDA Luma, especializada em ativos estressados. A operação visa resolver a briga pelo controle acionário da Eagle, empresa de Textor, e sanar o passivo do clube, avaliado em R$ 1,5 bilhão.