A Justiça do Rio concedeu uma liminar que nomeia Durcesio Mello como gestor interino da SAF do Botafogo, removendo os poderes políticos da Eagle Bidco. A decisão visa assegurar a continuidade das atividades e a estabilidade da gestão diante de um grave cenário financeiro.
A SAF Botafogo solicitou ao Tribunal Arbitral da FGV a reconsideração da decisão que afastou John Textor de seu comando. A defesa argumenta que o afastamento não foi solicitado pela Eagle e que houve omissão de informações sobre uma operação financeira, além de alegar que a Ares estaria por trás da disputa para assumir o Lyon.
A Eagle Bidco, credora na briga societária do Botafogo, contestou a nomeação de Durcesio Mello como diretor geral interino da SAF no Tribunal Arbitral da FGV. A empresa alega ligações de Durcesio com John Textor, que foi afastado do comando da SAF.
John Textor foi afastado do comando da SAF Botafogo após uma operação de venda de ações e o pedido de recuperação judicial sem anuência dos acionistas. O Tribunal Arbitral da FGV acatou argumentos do grupo Eagle Bidco, liderado por investidores da Ares, que se opôs às manobras do norte-americano.
A Justiça do Rio determinou que o Lyon, da França, pague 21 milhões de euros (R$ 122,3 milhões) ao Botafogo em três dias, representando a primeira decisão favorável ao clube carioca em ações contra os franceses. O caso envolve transferências sob o antigo sistema de caixa único da Eagle Football, com o Botafogo cobrando um total de R$ 745 milhões em disputas judiciais.
A Assembleia Geral Extraordinária do Botafogo foi adiada para a próxima semana devido à ausência de um representante da administradora Cork Gully. O objetivo da assembleia era discutir a capitalização do clube, com uma proposta de investimento de US$ 25 milhões pela Eagle Football Group.
A administradora judicial da Eagle Football Holdings, consultoria britânica Cork Gully, colocou a SAF do Botafogo à venda através de um anúncio no jornal Financial Times. A medida visa negociar participações majoritárias em clubes como Botafogo, Lyon e RWDM Brussels, em meio a uma crise financeira no clube carioca.
A administradora Cork Gully anunciou a venda da SAF do Botafogo em um anúncio publicado no jornal britânico Financial Times. A empresa de reestruturação financeira foi nomeada administradora judicial da Eagle Football, holding que controla o clube, devido a problemas de gestão e inadimplência. A venda inclui também participações no Lyon e no RWDM Brussels.
O Tribunal Arbitral da FGV solicitou a presença da administradora judicial da Eagle Bidco, Cork Gully, em uma Assembleia Geral Extraordinária do Botafogo. A reunião, convocada por John Textor, visa debater a situação financeira da SAF e votar um aporte de R$ 125 milhões atrelado à emissão de novas ações, em meio a impasses com o clube social.
O Botafogo acionou o Olympique Lyonnais judicialmente cobrando uma dívida de mais de R$ 745 milhões, envolvendo empréstimos e a gestão do Grupo Eagle. Paralelamente, o clube se prepara para enfrentar o Vasco no Brasileirão 2026, buscando manter a confiança após uma vitória anterior e embalar sob comando interino.
A Eagle Bidco, empresa controladora de 90% das ações da SAF Botafogo e de outros clubes europeus, sofreu intervenção judicial na Inglaterra devido a dívidas de John Textor. Uma administradora judicial foi nomeada para gerenciar a empresa, com a possibilidade de vender os ativos, incluindo o Botafogo, para quitar os débitos.
A Eagle Football Holdings contesta a nomeação de administradores judiciais para a Eagle Bidco, subsidiária que controla o Botafogo e outros clubes. A credora Ares exerceu mecanismos legais na Justiça inglesa, suspendendo os poderes de John Textor como diretor da Eagle Bidco e nomeando a Cork Gully como administradora judicial.
A SAF Botafogo solicitou a manutenção das decisões judiciais atuais relativas ao comando da empresa, incluindo a permanência de John Textor, até que o Tribunal Arbitral reavalie o caso. A empresa Eagle Bidco argumenta que a disputa deve ser resolvida exclusivamente por arbitragem, mas a SAF concorda com isso, desde que as medidas vigentes sejam mantidas temporariamente.
John Textor reassumiu a liderança da Eagle Football Holdings, empresa que controla o Botafogo, Lyon e RWDM Brussels, após ter seu afastamento oficializado. A decisão ocorre em meio a uma disputa pelo controle do conselho administrativo da Eagle Bidco, onde Textor acusa a empresa Ares de agir sem fundamentos legais.
A matéria aborda uma disputa de poder pela Eagle Bidco, empresa que detém a maior parte das ações da SAF Botafogo, entre John Textor e a Ares Capital Corp. A briga se manifesta através de nomeações e saídas de diretores registradas em um órgão público inglês, refletindo a complexidade e a intensidade do conflito.
John Textor reassumiu o comando da Eagle, empresa que controla o Botafogo e outros clubes, após uma disputa com o fundo de investimentos Ares. A formalização ocorreu no registro oficial britânico, validando o controle do empresário sobre a rede de clubes. A briga se intensificou com a demissão de diretores por Textor, que discordavam de seu modelo de aporte financeiro para o Botafogo e da gestão de dívidas.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, teve seu afastamento do cargo de diretor do Eagle Football Holdings oficializado. A destituição ocorreu após uma tentativa de retomar o controle do grupo, que administra Botafogo, Lyon e Molenbeek. Textor também está envolvido em questões financeiras relacionadas a empréstimos em nome do Botafogo e do Lyon.
A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o pedido do Botafogo social para incluir John Textor como réu em um processo que corre em segredo de Justiça. O clube associativo também solicitou a nomeação de um interventor judicial para a administração da SAF e o pagamento de R$ 155,4 milhões como caução, mas todos os pedidos foram indeferidos.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, busca reverter uma crise financeira e o transfer ban através de aportes de R$ 264 milhões, provenientes de uma operação complexa envolvendo a gestora GDA Luma, especializada em ativos estressados. A operação visa resolver a briga pelo controle acionário da Eagle, empresa de Textor, e sanar o passivo do clube, avaliado em R$ 1,5 bilhão.
John Textor foi afastado do cargo de diretor da Eagle Football Holdings pela investidora Ares. Apesar da demissão, Textor mantém o controle do Botafogo devido a uma liminar judicial. A decisão da Ares ocorre após o afastamento de outros dois diretores e um histórico de descontentamento com os investimentos de Textor, incluindo um empréstimo não quitado para a compra do Lyon.