O artigo explora a histórica comparação entre Corinthians e Flamengo, focando na pergunta "quem quer ser quem" em relação às suas identidades e ambições. Ele detalha como, apesar de serem os clubes com as maiores torcidas do Brasil, suas trajetórias financeiras e de gestão se alternaram ao longo das décadas, culminando no embate pela Supercopa de 2026.
Os pedidos de reforços do técnico Dorival Júnior para o Corinthians entram em conflito com o desafio financeiro do clube de reduzir a folha salarial. O objetivo é ter um orçamento inferior a R$ 30 milhões, o que limita a contratação de novos jogadores, mesmo em negociações sem custos de transferência, devido aos altos salários de atletas que ainda estão sendo pagos.
O artigo compara as realidades financeiras opostas de Flamengo e Corinthians para a disputa da Supercopa de 2026. Enquanto o Flamengo realiza a maior contratação da história do futebol brasileiro com Lucas Paquetá, o Corinthians enfrenta escassez de recursos, barrando negociações por falta de caixa para pequenas taxas.
Clubes da Primeira Divisão do Campeonato Tocantinense e a Federação Tocantinense de Futebol (FTF) pressionam o Governo do Tocantins pela renovação de apoio financeiro. Um ofício foi enviado solicitando o patrocínio, essencial para cobrir os custos operacionais e manter as equipes ativas. A expectativa é de que o governo responda quanto ao possível aporte.
A contratação do volante Alisson pelo Corinthians foi cancelada devido a divergências internas entre os departamentos financeiro e de futebol. A decisão travou após a análise do presidente, que considerou o investimento arriscado e temerário para o fluxo de caixa atual do clube, gerando atrito entre as áreas.
O Corinthians obteve uma vitória judicial significativa ao se livrar de uma multa de aproximadamente R$ 400 milhões aplicada pela Receita Federal. Embora o valor não estivesse previsto nas finanças do clube, o resultado é celebrado pelos departamentos financeiro e jurídico como um alívio de um potencial passivo considerável.
A contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo é vista como uma demonstração de poder financeiro e gestão exemplar. O artigo destaca que Flamengo e Palmeiras se tornaram referências no Brasil em organização e capacidade de investimento, inspirando outros clubes.
Um acordo entre Flamengo e West Ham pela venda de Lucas Paquetá por 41,250 milhões de euros está próximo, mas um entrave financeiro na forma de pagamento ainda impede a concretização. A origem brasileira do Flamengo, sem regulamentação de Fair Play Financeiro como na Europa, torna o processo mais caro para o clube carioca, que busca desembolsar um valor menor na primeira parcela.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões nos primeiros dez meses de 2025, elevando sua dívida bruta para R$ 2,8 bilhões. As despesas operacionais superaram as receitas, com destaque para os gastos com pessoal no departamento de futebol. O prejuízo projetado para 2025 triplicou o valor inicial, apontando para o pior resultado financeiro da história do clube.
O Clube do Remo anunciou um patrocínio milionário com a Fatal Model, plataforma de anúncios de acompanhantes, no valor de R$ 1 milhão para a temporada de 2026. A parceria é vista pelo clube como um avanço estratégico para o fortalecimento financeiro, e a patrocinadora também já tem acordo com o rival Paysandu.
O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, revelou avanços significativos na negociação para contratar Lucas Paquetá, mas admitiu que um entrave financeiro com o West Ham dificulta o acerto. Apesar do otimismo, Boto ressaltou a complexidade da transação e a necessidade de paciência para concretizar o retorno do jogador.
O Corinthians está passando por uma mudança de gestão no departamento de futebol com a substituição de Fabinho Soldado por Marcelo Paz. Essa troca trouxe um viés mais financeiro, contrastando com o perfil mais próximo dos jogadores de Soldado.
O artigo discute o afastamento de Julio Casares da presidência do São Paulo, comparando a situação com o impeachment de Carlos Miguel Aidar em 2015. O autor ressalta a crise administrativa e financeira do clube, com denúncias de corrupção, e aponta semelhanças com problemas em outros clubes, como o Corinthians, sugerindo que mais imbróglios similares podem surgir em outras agremiações.
O Corinthians está vetando a contratação de jogadores experientes e de alto custo salarial para manter o foco no ajuste financeiro. A diretoria estabeleceu um teto salarial para contratações e renovações, visando reduzir os gastos com futebol em cerca de 30%.
Colunistas do UOL debatem se as críticas direcionadas ao pai e empresário do jogador Gerson são justas. O tema surge após o jogador se emocionar na apresentação no Cruzeiro e defender o pai, que gerencia sua carreira, questionando se a decisão financeira foi prioritária em detrimento da esportiva.
O CEO do Atlético-MG, Pedro Daniel, revelou avanços na busca por um aporte financeiro de R$ 500 milhões para lidar com as dívidas mais urgentes do clube, que totalizam R$ 1,8 bilhão. A expectativa é que novidades sobre o reperfilamento da dívida sejam anunciadas ainda no primeiro semestre de 2026. O clube também foca em montar um time competitivo para a temporada, equilibrando as finanças com os objetivos esportivos.
A diretoria do Sport divulgou um panorama financeiro detalhando dívidas e antecipação de receitas. O ex-presidente Yuri Romão rebateu os números apresentados, questionando a classificação de certas operações como antecipação de receitas e contestando os valores de dívidas.
O Corinthians está em negociações para renovar os contratos de jogadores importantes, como o lateral Fabrizio Angileri e o atacante Memphis Depay. O executivo de futebol Marcelo Paz explicou que as negociações respeitarão os limites financeiros do clube, e detalhou os motivos da saída de Maycon.
O diretor executivo do Corinthians, Marcelo Paz, detalhou a situação de 11 jogadores do clube em coletiva de imprensa. A conversa abordou renovações contratuais, negociações de transferências e a projeção de um ano com foco em "sem loucuras financeiras". Paz também mencionou a necessidade de vendas para o equilíbrio financeiro do clube.
Marcelo Paz, novo executivo de futebol do Corinthians, prevê a maior venda da história do clube em 2026 para alcançar o equilíbrio financeiro. O planejamento orçamentário para o ano inclui R$ 151 milhões em negociações de jogadores, com foco em manter a base do elenco e buscar reposições de qualidade para evitar perdas técnicas.