Andrés Sanchez solicitou o adiamento de uma audiência na Comissão de Ética do Corinthians, alegando que sua participação por videoconferência violaria medidas restritivas impostas pela Justiça. A comissão exigiu comprovação judicial para reagendar, enquanto o depoimento anterior à Comissão de Justiça poderá ser considerado. O ex-presidente deve esclarecer despesas investigadas, com possibilidade de recomendação de expulsão.
O São Paulo Futebol Clube encerrou janeiro com um déficit de R$ 3,2 milhões, superando a previsão inicial de R$ 14,6 milhões de prejuízo. Essa redução de mais de R$ 11 milhões nas despesas foi impulsionada por cortes em áreas como o departamento social e a revisão de contratos.
O Ministério Público aponta que cerca de R$ 3,5 milhões foram sacados em dinheiro vivo durante a gestão de Andrés Sanchez no Corinthians. A investigação busca esclarecer movimentações financeiras e possíveis irregularidades, enquanto pessoas ligadas ao ex-presidente afirmam que os valores se referem a adiantamentos para despesas operacionais do clube.
A Comissão de Ética do Corinthians agendou uma audiência com o ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 16 de março. Ele deverá prestar depoimento por videoconferência sobre despesas consideradas suspeitas durante seu mandato. O comparecimento é facultativo, mas caso ele não participe, seu depoimento anterior à Comissão de Justiça será considerado válido.
O jogo de playoff do Campeonato Amazonense entre Nacional e Amazonas contará com a tecnologia VAR. As despesas para a utilização do recurso serão arcadas pelo Nacional, mandante da partida, com o aval da Federação Amazonense de Futebol. A expectativa é que o VAR ajude a garantir um jogo mais justo e que a tecnologia seja implementada em todo o campeonato no próximo ano.
O São Paulo implementou um corte drástico de custos na organização de sua festa de Carnaval, reduzindo o prejuízo em 90% em comparação com o ano anterior. A nova gestão, liderada por Harrys Massis Júnior, busca aplicar essa política de redução de despesas em outras áreas do clube social, especialmente aquelas não ligadas ao futebol. A rescisão de contrato com a empresa FGoal Marketing e Eventos também faz parte dessa estratégia de otimização financeira.
O Ministério Público de São Paulo abriu uma nova investigação sobre a gestão do ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves. A apuração foca na liberação de mais de R$ 1,2 milhão em adiantamentos de despesas, supostamente sem documentação comprobatória, a pedido de um ex-motorista do dirigente. Empresários também foram incluídos no inquérito por indícios de notas fiscais frias ou superfaturadas.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) arcará com despesas estruturais da Série B, como arbitragem e VAR, em troca da adoção de novas diretrizes de gestão pelos clubes. Especialistas em governança e direito desportivo veem a medida como positiva para a profissionalização e equilíbrio da competição, desde que as regras sejam claras e justas. A iniciativa visa induzir práticas mais sustentáveis e aumentar a credibilidade das equipes.
Uma investigação do Conselho Fiscal do São Paulo revelou que o ex-presidente Julio Casares utilizou cerca de R$ 500 mil do cartão corporativo do clube para despesas pessoais, incluindo cabeleireiros e lojas de grife. Embora os valores tenham sido devolvidos, o episódio gerou forte desgaste interno e críticas de conselheiros em um período de crise financeira para o clube.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões nos primeiros dez meses de 2025, elevando sua dívida bruta para R$ 2,8 bilhões. As despesas operacionais superaram as receitas, com destaque para os gastos com pessoal no departamento de futebol. O prejuízo projetado para 2025 triplicou o valor inicial, apontando para o pior resultado financeiro da história do clube.
O Corinthians encerrou os primeiros dez meses de 2025 com um déficit acumulado de R$ 204,2 milhões. As receitas operacionais líquidas foram de R$ 617 milhões, enquanto as despesas alcançaram R$ 649,4 milhões. Este valor, que inclui futebol e clube social, é quase o triplo do déficit estimado para o ano.
A proposta orçamentária do São Paulo para 2026 projeta um déficit financeiro acumulado entre janeiro e novembro, com expectativa de superávit apenas em dezembro. O clube planeja reduzir gastos no futebol profissional e aumentar investimentos na base, que saltará de R$ 40 milhões para R$ 59 milhões.
O Corinthians apresentou um déficit financeiro de R$ 204,2 milhões nos primeiros dez meses de 2025, com dívida bruta alcançando R$ 2,7 bilhões. As despesas com futebol foram o principal ponto de atenção, totalizando R$ 377,7 milhões apenas com pessoal. O clube projeta encerrar o ano com um prejuízo de R$ 83,3 milhões, contando com receitas futuras e a possibilidade de um empréstimo.
O São Paulo projeta encerrar 2026 com um superávit de R$ 37,9 milhões, com receitas totais de R$ 931,8 milhões e despesas de R$ 893,8 milhões. O planejamento financeiro do clube depende fortemente da venda de atletas, que representa R$ 180,6 milhões das receitas do futebol profissional, e da exploração comercial do Morumbis.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o orçamento para 2026, com algumas objeções de conselheiros. A diretoria apresentou um plano para reorganização financeira, incluindo a separação do futebol das outras modalidades e um corte de R$ 90 milhões nos gastos do departamento de futebol.
O Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians aprovou o orçamento para 2026 de forma unânime, mas com cobranças severas à diretoria sobre cumprimento de metas e redução de despesas. O plano financeiro é considerado otimista e ousado, com foco especial na redução da folha salarial do futebol e expectativa de arrecadação com vendas de jogadores.
O Corinthians projeta fechar o ano de 2025 com um déficit de R$ 272 milhões, o pior resultado financeiro de sua história. Apesar do número alarmante, a diretoria considera a situação mais contábil do que de fluxo de caixa, buscando soluções através de transações tributárias, mas o clube enfrenta atrasos em pagamentos a fornecedores e impostos.
O Corinthians divulgou seus balancetes financeiros, registrando um déficit acumulado de R$ 180,1 milhões em setembro, com a dívida total do clube em cerca de R$ 2,7 bilhões. As maiores despesas foram com pessoal, tanto no futebol quanto no clube social, e as receitas provenientes de direitos de transmissão, patrocínios e arrecadação de jogos foram destacados. Para mitigar o prejuízo, o clube espera receber valores em dezembro e avalia a possibilidade de um empréstimo.
O Conselho Deliberativo do Santos aprovou o orçamento para 2026, que prevê um déficit contábil de R$ 94.915.24. Apesar disso, o resultado operacional apresentou um superávit de R$ 79.307.556. A aprovação ocorreu por ampla maioria, com recomendações de renegociação de dívidas e cortes de despesas.
O Corinthians anunciou a adoção da plataforma SAP Concur para aprimorar sua gestão financeira e controlar despesas internas. A iniciativa visa modernizar processos, aumentar a transparência e eficiência administrativa, em um momento de grave crise financeira para o clube.