O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do quadro associativo. O clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações', citou gastos pessoais com cartão corporativo (incluindo petshops) e apontou R$ 7 milhões em saques sem documentação de lastro. Casares alega que sua gestão foi regular, que a reprovação das contas de 2025 teve motivação política e que o pagamento do 'bicho molhado' é um costume do futebol.
O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra o processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do Conselho Deliberativo. A defesa do clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações' e pediu a extinção da ação, além de destacar gastos pessoais do ex-mandatário com o cartão corporativo e R$ 7 milhões em saques sem documentação. Casares ainda responde a inquéritos civil e criminal por suspeita de lavagem de dinheiro e exploração clandestina de camarote no Morumbis.
O São Paulo apresentou contestação judicial ao processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, pedindo a rejeição da ação. A defesa do clube classificou as alegações de Casares como "alucinações" e sua iniciativa judicial como "desleal e traiçoeira". O processo envolve suspeitas de gestão temerária, saques de R$ 11,05 milhões das contas do clube e gastos de cerca de R$ 1 milhão com cartão corporativo.
O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Júlio Casares, ex-presidente do clube, que busca anular sua expulsão por gestão temerária. O clube qualificou os argumentos do ex-dirigente como 'alucinações' e 'tentativa traiçoeira' de dividir a culpa com subordinados. Casares alega ser vítima de uma trama política e defende que os saques de R$ 11 milhões foram para pagamento de premiações por títulos.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-10-01
A Justiça de São Paulo concedeu prazo de 15 dias para o São Paulo contestar a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca anular sua expulsão do quadro associativo sob a acusação de gestão temerária. Na petição, a defesa de Casares sustenta que sua gestão foi regular, cita títulos conquistados e alega que as acusações têm motivação política interna. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Por Bruno Giufrida, Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-09-29
Julio Casares, expulso do São Paulo em 10 de setembro, processou o clube alegando ter sido vítima de uma trama política. Ele pede a declaração de inexistência de gestão temerária, a anulação de responsabilidades pelas contas de 2021 a 2024 e sustenta que a devolução de valores do cartão corporativo configura boa-fé. A matéria detalha as acusações da Comissão de Ética, incluindo saques de R$ 11,05 milhões e gastos de R$ 1 milhão no cartão corporativo, e os argumentos da defesa do ex-presidente.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo entre 2021 e janeiro de 2026, acionou a Justiça para contestar as acusações que levaram à sua expulsão do quadro associativo do clube. Ele alega ter sido vítima de uma 'trama política' e pede o reconhecimento da inexistência de gestão temerária em seu mandato. O processo debate saques de R$ 11,05 milhões e gastos de cerca de R$ 1 milhão no cartão corporativo do clube.
Duilio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians, renunciou ao seu título de sócio remido, cargo de conselheiro vitalício e membro do Conselho de Orientação (CORI). A decisão ocorre em meio a investigações internas e no Ministério Público sobre o uso irregular de cartão corporativo durante sua gestão. Ele busca evitar um julgamento que poderia levar à sua expulsão do clube.
Por Gabriel Oliveira e Vitor Chicarolli em 2026-05-27
A expulsão de Andrés Sanchez do quadro de associados do Corinthians foi definida por voto aberto e nominal dos conselheiros. A Comissão de Ética recomendou a expulsão devido ao uso indevido de cartão corporativo para despesas pessoais. Ao todo, 112 conselheiros votaram a favor da expulsão, 49 contra e seis se abstiveram.
A defesa de Andrés Sanchez alega graves irregularidades na votação que resultou em sua expulsão do quadro associativo do Corinthians. Os advogados apontam que Leonardo Pantaleão presidiu tanto a comissão de ética quanto a votação e que a votação aberta e nominal contrariou o estatuto do clube. Medidas judiciais serão tomadas para buscar a nulidade do procedimento.
O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu expulsar o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro associativo do clube por irregularidades no uso do cartão corporativo. A decisão foi tomada após votação nominal, seguindo recomendação da Comissão de Ética que apontou despesas pessoais equivalentes a cerca de R$ 480 mil.
O Conselho Deliberativo do Corinthians agendou para 25 de maio uma reunião para decidir o futuro de Andrés Sanchez no clube. A Comissão de Ética e Disciplina recomendou a expulsão do ex-presidente após investigar o uso indevido de um cartão corporativo para despesas pessoais.
O relator da Comissão de Ética do Corinthians recomendou a expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo do clube. A decisão ocorre após investigação sobre o uso indevido do cartão corporativo. O parecer foi entregue após a defesa de Andrés apresentar sua última manifestação.
O Ministério Público de São Paulo arquivou um procedimento investigatório que apurava o suposto uso indevido de um cartão corporativo do Corinthians pelo ex-presidente Augusto Melo. A investigação concluiu que não foram encontradas compras ou despesas registradas no cartão vinculado à presidência durante a gestão de Melo, solicitando o arquivamento por ausência de indícios de uso indevido. No entanto, o MP ressalva que a decisão não abrange eventuais despesas feitas por meio de cartões adicionais, com uma apuração paralela para outros meios de pagamento ligados ao clube.
A Comissão de Ética do Corinthians remarcou a audiência do ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 26 de março, após a defesa não comprovar impedimento jurídico para o depoimento. O caso envolve a investigação de gastos suspeitos no cartão corporativo entre 2018 e 2020, com a possibilidade de recomendação de expulsão do ex-dirigente. Paralelamente, Andrés Sanchez enfrenta denúncias do Ministério Público por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
O Ministério Público de São Paulo recorreu da decisão que rejeitou a denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, buscando reabrir o caso de uso indevido de cartão corporativo. O MP sustenta que há indícios de apropriação indevida, lavagem de dinheiro e crime tributário, pedindo a anulação da decisão de primeira instância e o retorno da denúncia para tramitação.
A Justiça de São Paulo rejeitou as denúncias de lavagem de dinheiro e crime tributário contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o ex-diretor financeiro Roberto Gavioli. A magistrada considerou que não há justa causa para a ação penal, pois os gastos foram pessoais e não configuram lavagem de dinheiro. A acusação de apropriação indébita, no entanto, ainda está sob investigação.
O presidente do São Paulo FC, Harry Massis, renunciou ao cartão corporativo e plano de saúde para fortalecer a governança e o compliance do clube. Ele busca implementar práticas de gestão mais rígidas, inspiradas em suas empresas, e aproximar a gestão executiva do departamento de futebol.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, abriu mão do cartão corporativo e do plano de saúde para implementar uma política de austeridade financeira no clube. As medidas visam a economia de recursos e o combate à corrupção, em um momento em que o clube revisa contratos e busca reorganizar suas finanças, priorizando o futebol.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a imposição de tornozeleira eletrônica e apreensão de passaporte para Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians. A medida é solicitada por suposto descumprimento de medidas cautelares, como a proibição de se comunicar com dirigentes do clube. Sanchez é acusado de usar o cartão corporativo do Corinthians para fins pessoais, com mais de 200 compras totalizando R$ 581 mil.