O novo presidente do São Paulo, Harry Massis, declarou que pretende focar na gestão do futebol e se distanciar da política interna do clube. Ele busca unir diferentes grupos para o bem do São Paulo e afirmou que não concorrerá à reeleição, cumprindo apenas os 11 meses de mandato.
O artigo relembra a primeira conquista do Corinthians na Supercopa do Brasil em 1991, que coincidiu com o fim do ciclo de Vicente Matheus como presidente. A matéria destaca a importância histórica de Matheus para o clube e a curiosa eleição de Marlene Matheus como sua sucessora.
Alessandro Barcellos, atual mandatário do Internacional, foi eleito por aclamação como novo presidente da Futebol Forte União (FFU). Ele promete dar continuidade ao modelo coletivo de gestão, que visa construir um futebol mais justo e solidário no Brasil. A transição ocorre após o ciclo de Marcelo Paz, que estruturou a venda de direitos de transmissão com aumento significativo de receita e redução da disparidade entre os clubes.
O árbitro Bruno Arleu de Araújo relatou em súmula um protesto agressivo do presidente do Atlético-MG, Sérgio Coelho, após a partida contra o Palmeiras. Coelho acusou o árbitro de estar favorecendo o time paulista. Além disso, o técnico Jorge Sampaoli foi expulso durante o jogo por reclamação.
O árbitro Bruno Arleu de Araújo relatou na súmula ofensas do presidente do Atlético-MG, Sérgio Coelho, após o empate de 2 a 2 contra o Palmeiras. As queixas do dirigente e a expulsão do técnico Sampaoli foram os principais pontos de revolta do clube mineiro no jogo de estreia do Campeonato Brasileiro.
Harry Massis assume a presidência do São Paulo com foco em quitar dívidas com o elenco, priorizar a base e, embora crítico, considera a inevitabilidade da SAF para clubes. Ele mantém a comissão técnica atual e almeja uma campanha forte no Brasileirão, divergindo da visão pessimista do técnico Crespo.
A venda do jogador Wallace Yan do Flamengo para o Red Bull Bragantino foi travada devido a um impasse na forma de pagamento, com o clube paulista propondo parcelar parte dos 10 milhões de euros acordados. O presidente do Flamengo não aceitou a proposta, e as negociações seguem em busca de uma solução mediada pela holding do Bragantino.
O América-SP, clube tradicional do futebol paulista, luta para sobreviver em meio a dívidas milionárias e com seu estádio gigante, o Teixeirão, quase sem jogos. Enquanto isso, o vizinho Mirassol se prepara para disputar a Libertadores, evidenciando a disparidade de suas trajetórias.
Harry Massis tomou posse como novo presidente do São Paulo, enfatizando a necessidade de união e serenidade para o clube. Ele destacou o objetivo de proteger a credibilidade, finanças e história do São Paulo, classificando o momento como de 'reconstrução'. Massis adotou um tom realista sobre os desafios e a escadaria longa para a recuperação financeira do clube.
Harry Massis foi empossado como novo presidente do São Paulo, assumindo o cargo após o impeachment e renúncia de Julio Casares. Massis expressou emoção durante a cerimônia e prometeu união e equilíbrio para o clube até o final do ano, quando novas eleições ocorrerão.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, tem como prioridade quitar os direitos de imagem atrasados de atletas referentes ao ano passado. A situação varia entre os jogadores, com alguns casos chegando a mais de um mês de débito, enquanto os salários têm sido pagos em dia. A expectativa é que saídas de jogadores como Rodriguinho e Alisson ajudem a aliviar as finanças do clube.
Arnaldo Ribeiro avalia que o São Paulo corre risco real de rebaixamento tanto no Campeonato Paulista quanto no Brasileiro devido à crise profunda no clube. Ele defende a sinceridade do técnico Crespo, que tem sido uma "pedra no sapato" para a diretoria, mas ressalta que o treinador também comete erros e deve resultados.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, busca soluções para quitar os direitos de imagem atrasados dos jogadores, que chegam a quatro meses para alguns atletas. A situação impacta o clube e foi mencionada pelo técnico Hernán Crespo. A saída de Márcio Carlomagno, ex-superintendente de futebol, também contribuiu para o atraso na resolução do problema.
A reportagem investiga a real estrutura de poder na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), questionando a presidência formal de Samir Xaud. O artigo aponta Gustavo Dias Henrique, um dos vices, como a figura central que detém o poder de decisão e influência, inclusive junto a figuras como Gianni Infantino e o presidente Lula. Henrique é descrito como o homem de confiança do ministro Gilmar Mendes, agindo como um "zagueiro" para evitar a ascensão de outros vice-presidentes.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, confirmou a contratação de Rafinha para um cargo similar ao de Muricy Ramalho no departamento de futebol. A função de Rafinha será de 'gerente desportivo', servindo como elo entre jogadores e diretoria, especialmente com os atletas, por quem ele é muito querido.
O São Paulo confirmou a contratação de Rafinha para a gestão do futebol do clube. O ex-jogador assumirá a responsabilidade de ser o elo entre atletas e diretoria. A notícia surge após a derrota do Tricolor na Copinha.
O Santos empatou sem gols com o Red Bull Bragantino em partida válida pela quinta rodada do Campeonato Paulista. O resultado estendeu a sequência negativa do Peixe para quatro jogos sem vitória na temporada, irritando a torcida. O Bragantino se manteve na segunda posição da tabela, enquanto o Santos caiu para a nona.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, admitiu que o clube vive uma situação "complicada" no Campeonato Paulista, onde a equipe está próxima da zona de rebaixamento. A declaração surge após uma série de resultados negativos, incluindo uma derrota para o Palmeiras.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis, discorda do técnico Hernán Crespo sobre os objetivos do clube para a temporada. Enquanto Crespo sugere um foco em 45 pontos, indicando uma luta contra o rebaixamento, Massis declara que a meta é a classificação para a Libertadores e critica o discurso "modesto" do treinador. O dirigente também abordou as dificuldades financeiras para contratações e a situação no Campeonato Paulista.
Marcos Braz não ocupa mais o cargo de executivo de futebol do Remo, segundo anúncio feito pelo próprio dirigente. Cadu Furtado, gerente de futebol, assume a função interinamente. A saída ocorre após divergências com o presidente do clube.