O colunista Juca Kfouri defende a escalação do jovem Endrick por Carlo Ancelotti no Real Madrid, comparando sua potencial audácia com a de craques como Mané Garrincha e Nilton Santos. Ele argumenta que jogadores de elite muitas vezes desobedecem instruções táticas em prol da genialidade, e sugere que Endrick merece uma chance similar. Além disso, o autor menciona Danilo, do Botafogo, como um talento que também deveria ter espaço.
A coluna de Juca Kfouri analisa a partida entre França e Senegal, destacando a performance de Michael Olise como o grande nome do jogo, apesar de craques como Mbappé e Dembélé também terem atuado. A França demonstrou um elenco forte e com muitos talentos, enquanto Senegal mostrou potencial para avançar no torneio.
O colunista Walter Casagrande Jr. lamenta a morte do ex-jogador Leivinha, ídolo do Palmeiras e da Seleção Brasileira. Casagrande o descreve como um jogador sensacional, "Pelé Branco", com grande senso de posicionamento e capacidade de cabeceio, além de uma referência pessoal e um professor em campo. Ele relembra a admiração desde a infância, mesmo sendo corintiano, e como Leivinha inspirou seu estilo de jogo.
O artigo lamenta a morte de Leivinha, ex-jogador do Palmeiras e ídolo do futebol brasileiro. Milton Neves destaca a qualidade técnica de Leivinha em uma época de abundância de craques no Brasil, contrastando com a dificuldade atual em formar jogadores com a mesma criatividade.
A coluna analisa o contraste entre a vaia direcionada a Virginia Fonseca no Maracanã e a exaltação a Neymar, mesmo diante de seu histórico controverso. A autora argumenta que a sociedade, e o futebol em particular, tende a depreciar mulheres, mesmo que famosas, enquanto perdoa falhas de homens, especialmente craques.
O artigo narra a trajetória da camisa 10 da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, desde Pelé em 1958 até Neymar, destacando os craques que a vestiram e as nuances históricas em sua atribuição. A peça resgata a importância icônica do número para os principais jogadores do país em edições do torneio.
O técnico Carlo Ancelotti vivenciou o impacto de Neymar na seleção brasileira logo no primeiro dia de sua chegada. A presença do craque gerou grande comoção, desde sua chegada em helicóptero próprio até os gritos da torcida infantil no entorno da Granja Comary. A atenção em torno de Neymar também se estende à sua condição física, gerando suspense e comunicação oficial da CBF.
Lionel Messi deixou a partida do Inter Miami contra o Philadelphia Union com dores musculares na perna esquerda, gerando preocupação na Argentina para a Copa do Mundo. O técnico do Inter Miami minimizou o problema, alegando fadiga, mas o jogador passará por exames para determinar a gravidade.
O comentarista Arnaldo Ribeiro discute a pressão sobre o técnico Abel Ferreira, do Palmeiras. Ele sugere que uma vitória contra o Flamengo no Maracanã pode reverter o clima de crise e a cobrança da torcida, mesmo que o desempenho não seja ideal.
A seleção brasileira para a Copa de 2026 enfrenta um cenário atípico, sem a presença de supercraques em campo e com o foco recaindo sobre o técnico Carlo Ancelotti. O treinador italiano, com um currículo vitorioso, assume o posto de "gênio da vez" para liderar o time rumo ao hexa.
O ex-meia Geovani, ídolo do Vasco da Gama e medalhista olímpico em Seul-1988, faleceu aos 62 anos. Reconhecido por seu talento, lançamentos precisos e dribles refinados, marcou época nos anos 80.
A coluna de Milly Lacombe analisa a atuação do Santos sob o comando de Cuca, destacando a integração de Neymar como mais um jogador e a busca por um jogo mais solidário. A matéria também aborda a disciplina tática imposta pelo técnico e a evolução da equipe, culminando com a eliminação do Coritiba na Copa do Brasil.
O artigo analisa a trajetória de Zé Rafael no Santos FC após um ano da sua contratação. O jogador, que chegou após cirurgia na coluna, tem apresentado oscilações de desempenho, alternando entre lampejos de bom futebol e lesões, o que o levou a frequentar o banco de reservas em boa parte das partidas. Seus números e a realidade da temporada atual são apresentados como modestos diante das expectativas iniciais.
O ex-campeão do UFC Vitor Belfort foi visto na Vila Belmiro para a vitória do Santos contra o Bragantino. Lá, ele recebeu um autógrafo de Neymar e elogiou a 'letra bonita' do jogador. Neymar explicou que sua caligrafia se deve à sua mãe, que o incentivava desde pequeno. Davi Belfort, filho de Vitor, também expressou admiração por Neymar.
Ronaldinho Gaúcho relembrou com emoção a conquista da Copa do Mundo de 2002, descrevendo-a como o ápice de sua carreira. Em entrevista, o ex-craque defendeu a convocação de Neymar para o próximo mundial, considerando-o o melhor jogador da atual geração brasileira.
O artigo discute a rivalidade histórica entre Grêmio e Internacional, comparando a força atual dos times com a popularidade do personagem Hulk. Ele aborda a paixão dos torcedores e a dificuldade de encontrar "Hulks" no futebol moderno, sugerindo que os grandes craques do passado são como os personagens clássicos de histórias em quadrinhos.
Casemiro defendeu a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026, afirmando que o meia-atacante é "o craque do time" e que sua participação dependerá da condição física. O volante do Manchester United acredita que Neymar aceitaria um papel diferente na equipe, mesmo que comece no banco, visando a oportunidade de jogar o torneio.
O jogador Lucas, ídolo do São Paulo, sofreu uma nova lesão no tornozelo direito durante a partida contra o Bahia. Existe uma forte preocupação de que o problema seja grave, com possibilidade de rompimento total do tendão calcâneo, o que o tiraria do restante da temporada. A lesão ocorre pouco após seu retorno de fratura nas costelas, e levanta dúvidas sobre seu futuro no clube, cujo contrato se encerra em dezembro.
Luiz Felipe Scolari, o Felipão, avaliou a carreira de Cristiano Ronaldo, comparando-o a outros craques como Messi e Ronaldinho. Ele destacou que CR7 construiu sua carreira através de dedicação e busca por alternativas, diferentemente de jogadores que nasceram com um talento inato. Felipão também comentou sobre a possibilidade de Neymar ser convocado para a Copa do Mundo e a atuação de técnicos estrangeiros na seleção brasileira.
O artigo analisa a atuação de Neymar em partida da Copa Sul-Americana, onde o Santos obteve um resultado positivo, mas o jogador apresentou um desempenho considerado abaixo do esperado. A colunista critica a dependência do time em relação a Neymar, mesmo quando ele não rende o ideal.