A Fifa iniciou a contagem regressiva para a Copa do Mundo com uma homenagem aos jogadores campeões que vestiram a camisa 10. A publicação no X (antigo Twitter) incluiu dez jogadores de diferentes edições, com destaque para Rivaldo e Raí representando o Brasil, e gerou debates pela ausência de Pelé. No dia seguinte, a entidade também celebrou os camisas 9 campeões.
O artigo narra a trajetória da camisa 10 da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, desde Pelé em 1958 até Neymar, destacando os craques que a vestiram e as nuances históricas em sua atribuição. A peça resgata a importância icônica do número para os principais jogadores do país em edições do torneio.
A CBF divulgou as numerações da seleção brasileira para amistosos e a Copa do Mundo, confirmando Neymar como camisa 10. Apesar de se recuperar de lesão, o craque reassume a icônica numeração que usou em Copas anteriores. A lista também detalha outros jogadores e suas respectivas camisas.
A coluna critica a submissão da seleção brasileira a Neymar, com os companheiros cedendo a camisa 10 sem disputa. A autora argumenta que essa atitude revela a falta de protagonismo e brio da geração atual, que prefere se esconder na grandeza de um craque do passado em vez de assumir a responsabilidade de construir um futuro.
Atacantes da seleção brasileira abrirão mão da camisa 10 para Neymar na Copa do Mundo de 2026, demonstrando apoio ao jogador. Vinicius Júnior, Raphinha e Matheus Cunha, que poderiam usar o número, já expressaram sua disposição em ceder a camisa icônica. Essa decisão alinha-se à projeção de patrocinadores e iguala Neymar ao feito histórico de Pelé de vestir a 10 em quatro Copas.
A numeração da seleção brasileira para a Copa do Mundo deve indicar o time titular, com dúvidas sobre a camisa 9. Neymar, se vestir a 10, igualará Pelé em número de Copas com o icônico número. A definição da numeração envolve comissão técnica e diretoria da CBF, considerando a preferência dos jogadores.
Luís Castro, técnico do Grêmio, elogiou o desempenho do jovem Gabriel Mec em vitória contra o Confiança pela Copa do Brasil. O treinador destacou a dedicação do jogador e a possibilidade de ele se tornar um "camisa 10". Castro também comentou sobre a flexibilidade tática da equipe e a avaliação dos jogadores em momentos defensivos e ofensivos.
O Vasco da Gama realizou uma emocionante homenagem a Roberto Dinamite, seu maior ídolo, antes da partida contra o São Paulo em São Januário. As ações incluíram bandeiras, camisas de papelão com a icônica camisa 10, e presentes para a família do ex-atacante, que completaria 72 anos na semana. O estádio também foi decorado com o rosto e slogan de Dinamite, além da venda de copos personalizados, celebrando sua história e recordes pelo clube.
Walter Casagrande, em artigo de opinião no UOL Esporte, avalia o desempenho de Rodrigo Garro no Corinthians sob o comando de Fernando Diniz. Casagrande destaca a evolução do meia, que se tornou o diferencial técnico da equipe, recebendo mais confiança e entregando assistências decisivas. O comentarista ressalta a habilidade de Diniz em valorizar a posição de camisa 10, promovendo o ressurgimento de jogadores.
Walter Casagrande criticou o alto valor pago pelo Flamengo na contratação de Lucas Paquetá, argumentando que o jogador, mesmo em seu auge, não se compara a Arrascaeta na posição de camisa 10. Casagrande destacou que Paquetá pode atuar em diversas funções, mas seu nível máximo é como meia-atacante, posição já bem coberta por Arrascaeta no time.
A Rainha Marta, presente no jogo entre Brasil e Croácia, comentou sobre Vini Jr. usar a camisa 10 da Seleção Brasileira. Ela destacou a importância de o jogador entrar em campo leve e feliz, aproveitando a oportunidade de vestir a camisa canarinho.
Vinícius Júnior, vestindo a camisa 10 e a faixa de capitão da Seleção Brasileira contra a França, decepcionou com sua performance, mas recebeu apoio incondicional do técnico Carlo Ancelotti. Apesar dos erros e da atuação abaixo do esperado, o treinador reafirmou a confiança no jogador como peça chave para a Copa do Mundo.
O zagueiro Marquinhos, em entrevista ao programa "Fala Aí, Especial de Copa", relembrou sua passagem pelo Corinthians e a emoção de ter vestido a camisa 10 de Adriano Imperador em uma Libertadores. Ele também expressou o desejo de retornar ao clube paulista no futuro, caso volte a jogar no Brasil.
O meia Lucas Lima foi apresentado oficialmente pelo Goiás, com a expectativa de ser o camisa 10 da equipe na temporada. Aos 35 anos, o jogador reconhece que está na reta final da carreira e busca escrever um capítulo especial no clube, impulsionado pelo forte interesse demonstrado pela diretoria e pelo técnico Daniel Paulista.
O meia Miguel Monsalve retorna ao Grêmio após 87 dias afastado por lesão. Com um gol de fora da área na última partida, ele se credencia para disputar a titularidade e ser o camisa 10 que o time busca. Outros jogadores na posição não renderam o esperado pelo técnico Luís Castro.
O Campeonato Brasileiro de 2026 se aproxima e o GE.Globo destacou dez jogadores que vestirão a camisa 10 e prometem brilhar na competição. A lista inclui craques como Arrascaeta, Neymar, Memphis Depay, Matheus Pereira, Alan Patrick, Everton Ribeiro, Philippe Coutinho, Gustavo Scarpa, Luciano e Ganso, analisando suas trajetórias recentes e expectativas para o torneio.
A saída de Savarino para o Fluminense abre uma oportunidade para o jovem argentino Montoro assumir o protagonismo no meio de campo do Botafogo, especialmente como camisa 10. Montoro marcou o gol da vitória contra o Volta Redonda em sua primeira partida da temporada, demonstrando seu potencial.
O colunista Danilo Lavieri avalia que o Palmeiras não precisa necessariamente de um camisa 10 clássico, pois existem alternativas táticas para suprir essa carência. Ele sugere que as prioridades de contratação deveriam ser um volante e um zagueiro experiente.
Pepê Fermino, meia-atacante de 18 anos, se consolidou nas categorias de base do Santos, superando lesões e se tornando uma promessa para o futuro. O jogador renovou contrato até 2030 com multa de 100 milhões de euros, sendo uma das principais apostas do clube.
O atacante Alisson Farias demonstrou versatilidade ao se colocar à disposição para atuar como camisa 10 no Rio Branco-ES. A declaração ocorreu durante sua apresentação oficial, em meio a críticas sobre a ausência de um meia criador de origem no elenco.