O Campeonato Brasileiro de 2026 se aproxima e o GE.Globo destacou dez jogadores que vestirão a camisa 10 e prometem brilhar na competição. A lista inclui craques como Arrascaeta, Neymar, Memphis Depay, Matheus Pereira, Alan Patrick, Everton Ribeiro, Philippe Coutinho, Gustavo Scarpa, Luciano e Ganso, analisando suas trajetórias recentes e expectativas para o torneio.
A saída de Savarino para o Fluminense abre uma oportunidade para o jovem argentino Montoro assumir o protagonismo no meio de campo do Botafogo, especialmente como camisa 10. Montoro marcou o gol da vitória contra o Volta Redonda em sua primeira partida da temporada, demonstrando seu potencial.
O colunista Danilo Lavieri avalia que o Palmeiras não precisa necessariamente de um camisa 10 clássico, pois existem alternativas táticas para suprir essa carência. Ele sugere que as prioridades de contratação deveriam ser um volante e um zagueiro experiente.
Pepê Fermino, meia-atacante de 18 anos, se consolidou nas categorias de base do Santos, superando lesões e se tornando uma promessa para o futuro. O jogador renovou contrato até 2030 com multa de 100 milhões de euros, sendo uma das principais apostas do clube.
O atacante Alisson Farias demonstrou versatilidade ao se colocar à disposição para atuar como camisa 10 no Rio Branco-ES. A declaração ocorreu durante sua apresentação oficial, em meio a críticas sobre a ausência de um meia criador de origem no elenco.
O artigo analisa a performance de Giorgian De Arrascaeta, jogador do Flamengo, exaltando sua temporada de 2025 e comparando-o a Zico como o camisa 10 ideal do clube. Casagrande destaca a habilidade e os gols do uruguaio, além de sua capacidade de carregar o time em momentos decisivos.
O meia Arrascaeta teve um ano de destaque pelo Flamengo em 2025, assumindo a camisa 10 e liderando o time na conquista da Libertadores. Com números expressivos de gols e assistências, ele se consolidou como um jogador fundamental e ídolo rubro-negro, renovando contrato até 2028.
A torcida do Palmeiras homenageou o ex-jogador Ademir da Guia com um bandeirão antes da partida contra o Santos. O "Deus da camisa 10", aos 83 anos, recebeu o tributo que exaltava sua inteligência, genialidade e contribuição para a história do clube.