O artigo relembra a despedida histórica da Seleção Brasileira de 1982 da torcida em Uberlândia, com a inauguração do estádio Parque do Sabiá e uma goleada de 7 a 0 sobre a Irlanda. A matéria detalha os bastidores, as dúvidas que pairavam sobre o time e a comoção gerada pela chegada da delegação, além de contextualizar o evento com um comparativo ao último jogo em casa antes da Copa de 2026.
O Egito, próximo adversário do Brasil em um amistoso pré-Copa do Mundo, venceu a Rússia por 1 a 0 em um jogo preparatório. O gol da vitória foi marcado por Mostafa Zico, jogador que herdou o apelido do ídolo brasileiro do Flamengo e que já enfrentou o Rubro-Negro em competições anteriores.
O Flamengo levou seus jogadores da base, do sub-13 ao sub-17, ao cinema para assistir ao filme "Zico, O Samurai de Quintino". A iniciativa, idealizada pela comissão técnica e pelo departamento de desenvolvimento humano do clube, visa inspirar os jovens atletas com a história de vida e carreira do maior ídolo rubro-negro, enfatizando valores além do campo.
O Flamengo planeja solicitar o adiamento de seu jogo contra o Coritiba devido a convocações para seleções, enquanto se prepara para enfrentar o Estudiantes na Libertadores. O clube também ajusta o planejamento para a Copa do Mundo e promove uma sessão de cinema para a base assistir a um filme sobre Zico.
O artigo de Milly Lacombe reflete sobre a grande torcida do Flamengo e como suas eliminações geram alegria em rivais, evidenciando o tamanho do clube. A autora critica a ambição do presidente flamenguista de transformar o clube em um Real Madrid, argumentando que o Flamengo histórico de Zico era grandioso pela soberania e não soberba.
O documentário "Zico: O Samurai de Quintino" explora a vida e carreira do ídolo do Flamengo, Arthur Antunes Coimbra, o Zico. Utilizando acervos inéditos e depoimentos de personalidades do esporte, o filme promete ir além das glórias em campo para revelar a essência humana do craque, sua influência no futebol japonês e sua conexão eterna com o clube carioca.
O documentário "Zico, o Samurai de Quintino" será lançado em cinemas brasileiros, contando a trajetória do ídolo do Flamengo. Em divulgação, Zico celebrou a amizade com o ex-companheiro Júnior, destacando seus feitos juntos em campo e a relação que transcende o futebol.
O Flamengo enfrenta uma maratona de viagens, com seis de sete jogos fora do Rio, totalizando mais de 30 mil quilômetros. O técnico Leonardo Jardim busca gerenciar o elenco com rodízio para evitar lesões. Paralelamente, um documentário sobre Zico, "Zico, o Samurai de Quintino", celebra a história do clube e sua amizade com Júnior.
A matéria é uma crítica ao filme "Zico, o Samurai de Quintino", dirigido por João Wainer, que estreia em cinemas brasileiros. O texto destaca a trajetória do jogador Zico, desde a infância até sua passagem pelo Japão, abordando momentos importantes de sua carreira e vida pessoal.
Zico, ídolo do Flamengo e ex-seleção brasileira, expressou otimismo sobre as chances do Brasil na Copa do Mundo sob o comando de Carlo Ancelotti. Ele também comentou sobre Neymar, afirmando que o jogador precisa se dedicar para garantir sua convocação e ser seu próprio fã.
O filme "Zico, o Samurai de Quintino" foi lançado em uma sessão exclusiva no Rio de Janeiro, transformando um cinema em um ambiente que remetia ao Maracanã. A produção, que levou seis anos, contou com o acervo pessoal de Zico e aborda sua trajetória pessoal e profissional. Torcidas organizadas do Flamengo compareceram em peso ao evento.
O Flamengo oficializou sua adesão ao programa 'Football for the Goals' da ONU, que utiliza o esporte para promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Durante o evento, Zico foi nomeado o primeiro embaixador brasileiro da iniciativa, destacando o potencial do futebol como plataforma de mobilização social.
Zico lançou seu documentário sobre sua trajetória em um evento com jogadores e dirigentes do Flamengo. O filme aborda não apenas sua carreira no futebol, mas também aspectos pessoais e desafios enfrentados. A obra, intitulada 'Zico o Samurai de Quintino', estreia nos cinemas em 30 de abril.
Zico, ídolo do futebol brasileiro, questionou o profissionalismo de Neymar, comparando-o a Messi e Cristiano Ronaldo. Ele ressaltou que os outros dois jogadores são profissionais exemplares, enquanto Neymar não demonstrou essa dedicação nos últimos anos, o que dificulta avaliações sobre seu real desempenho.
Zico analisa a situação de Neymar em relação a uma possível convocação para a Copa do Mundo, citando a importância da continuidade e do ritmo de jogo. Ele relembra sua própria experiência em 1986, onde jogou o Mundial com uma lesão, e ressalta que a decisão final cabe ao treinador Carlo Ancelotti.
O artigo relembra os confrontos históricos entre Flamengo e Remo na década de 70, com foco nas declarações de Zico sobre a força do Remo naquela época e seu histórico pessoal contra o time paraense. A matéria aborda a rivalidade que retorna ao Campeonato Brasileiro após 48 anos, contextualizando o bom momento do Remo e a expectativa para o reencontro.
O Flamengo protocolou um pedido no Iphan para que sua torcida, a "Nação", seja reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A iniciativa, entregue por Zico, visa validar internacionalmente a força cultural e social do clube, buscando também reconhecimento da ONU.
O zagueiro Léo Pereira, do Flamengo, marcou um belo gol de falta contra o Botafogo, mas revelou que a jogada não foi fruto de treino recente. Ele admitiu que Zico, ídolo do clube, ficará 'bravo' com a situação. Apesar da falta de treinos específicos, Léo Pereira demonstrou confiança e personalidade ao assumir a cobrança, contribuindo para a sequência invicta do time.
O artigo celebra os 73 anos de Zico, destacando sua genialidade e comparando-o a Messi, embora o coloque em uma prateleira inferior apenas a Pelé. O autor lamenta que o craque do Flamengo nunca tenha vencido uma Copa do Mundo, apesar de sua contribuição significativa para o futebol japonês e o impacto deixado no esporte.
Walter Casagrande Jr. critica a contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo, argumentando que o jogador não justifica o alto valor pago, comparado ao preço de Zico. Ele avalia que Paquetá, apesar de ser um bom jogador, não eleva o nível técnico da equipe e prejudica a dinâmica de jogo.