O humorista francês Paul Cabannes, que mora no Brasil há mais de 10 anos, participará do Boteco UOL Esporte para falar sobre futebol e sua paixão pela seleção francesa. Cabannes expressou o desejo de ver Mbappé igualar o recorde de Pelé de três Copas do Mundo, apesar de ter ficado triste com a derrota da França na última final. Ele também compartilhou suas observações sobre as diferenças entre a torcida brasileira e a francesa.
A Athleta, antiga fornecedora da Seleção Brasileira, lançou uma coleção retrô em homenagem a Pelé. As peças recriam camisas das Copas de 1958, 1962 e 1970, com fidelidade aos modelos originais. O lançamento ocorreu em plataformas digitais, no Museu do Futebol e no Maracanã.
O artigo analisa a performance de Federico Valverde na vitória do Real Madrid sobre o Manchester City pela Champions League. Destaque para um gol comparado a Pelé, e a comparação do jogador com Modric em sua importância para a equipe merengue.
O artigo relembra o histórico "Gol de Placa" marcado por Pelé contra o Fluminense no Maracanã, há 65 anos, em partida válida pelo Torneio Rio-São Paulo. A jogada genial, que teria envolvido dribles em múltiplos adversários, originou a famosa expressão "Gol de Placa", criada pelo jornalista Joelmir Beting.
Lionel Messi e o elenco do Inter Miami visitaram Donald Trump na Casa Branca para serem homenageados pela conquista da Major League Soccer 2025. Durante o encontro, Trump questionou sobre quem seria melhor, Pelé ou Messi, e cometeu uma gafe ao se referir a Luis Suárez como atacante brasileiro.
O artigo celebra os 73 anos de Zico, destacando sua genialidade e comparando-o a Messi, embora o coloque em uma prateleira inferior apenas a Pelé. O autor lamenta que o craque do Flamengo nunca tenha vencido uma Copa do Mundo, apesar de sua contribuição significativa para o futebol japonês e o impacto deixado no esporte.
O Palmeiras alcançou sua sétima final consecutiva de Campeonato Paulista, um recorde para o clube. A matéria compara essa marca com as sequências históricas de Santos, que teve um período de oito decisões consecutivas entre 2009 e 2016 com Neymar, e o Santos de Pelé, que obteve oito vezes o primeiro ou segundo lugar entre 1955 e 1962.
O artigo celebra o legado de Dorval Rodrigues, ídolo subestimado do Santos, que faria 91 anos. Ele foi um dos grandes nomes da linha de ataque santista nos anos 50 e 60, jogando ao lado de Pelé e companhia. O texto relembra sua passagem pelo clube e outras equipes, além de apresentar diversas fotos históricas.
Uma peça de roupa usada por Pelé na Copa do Mundo de 1966 foi selecionada pela equipe do cantor Bad Bunny para um de seus shows no Brasil. O colecionador Cássio Brandão intermediou a curadoria, oferecendo outras peças históricas do Rei do Futebol. A iniciativa celebra a memória de Pelé e sua relevância na cultura pop.
João Araújo, o Didi, barbeiro que cuidou do icônico topete de Pelé por mais de seis décadas, faleceu aos 87 anos. Sua barbearia, localizada próxima à Vila Belmiro, era um ponto de encontro para craques do Santos. O clube e outros jogadores lamentaram a perda.
O Santos FC lamentou publicamente, através de nota oficial e redes sociais, o falecimento de João Araújo, conhecido como Didi, aos 87 anos. Didi foi o cabeleireiro do elenco do clube nas décadas de 1950 e 1960, sendo o responsável pela criação do famoso topete de Pelé. O ex-jogador Pepe também expressou suas condolências, ressaltando a importância de Didi como figura de encontro e amizade.
O cantor porto-riquenho Bad Bunny usou um casaco pertencente a Pelé, datado da Copa do Mundo de 1966, durante um show em São Paulo. A peça faz parte da coleção do empresário Cássio Brandão, conhecido por seu acervo de camisas de futebol.
O ex-atacante chileno Maurício Pinilla, conhecido por quase eliminar o Brasil na Copa do Mundo de 2014, revelou publicamente que está com câncer de pele. O diagnóstico ocorreu no ano passado, e o jogador, aposentado desde 2020, atribui a doença à exposição solar excessiva durante sua carreira. Ele está em tratamento e otimista quanto à recuperação.
O Santos se prepara para um jogo decisivo contra o Noroeste no Campeonato Paulista, que acontecerá em Bauru, cidade onde Pelé cresceu e iniciou sua carreira no futebol. A equipe santista busca se afastar da zona de rebaixamento e a partida ganha um tom especial pela conexão histórica com o Rei do Futebol.
O Santos FC prestará uma homenagem especial aos 494 anos de São Vicente durante o clássico contra o Corinthians pelo Campeonato Paulista. Jogadores vestirão uniformes customizados com referências à cidade, e haverá um vídeo institucional para celebrar a forte ligação histórica e a expressiva base de sócios vicentinos do clube. A homenagem reforça os laços entre o Peixe, seus ídolos e a primeira cidade do Brasil.
O artigo celebra o centenário de nascimento de Baltazar, o 'Cabecinha de Ouro', relembrando sua carreira no Corinthians e seu legado como um dos maiores cabeceadores da história do futebol. O texto compara suas habilidades com as de outros craques como Pelé e Cristiano Ronaldo, destacando sua superioridade no quesito cabeça.
O artigo relembra a trajetória de Roberto Dias, zagueiro e volante histórico do São Paulo Futebol Clube, que completaria 83 anos. Destaca sua importância como um dos melhores marcadores de Pelé e o considera o maior jogador da história do Tricolor Paulista, lamentando suas ausências nas Copas do Mundo de 1966 e 1970.
Este artigo comemora os dois anos da morte de Mário Jorge Lobo Zagallo, destacando sua importância como a segunda figura mais relevante na história do futebol brasileiro, atrás apenas de Pelé. O texto repassa suas contribuições como jogador e técnico, relembrando conquistas marcantes como as Copas do Mundo de 1958, 1962, 1970 e 1994.
Neymar renovou seu contrato com o Santos até dezembro de 2026, mudando os planos iniciais de reavaliar a carreira após a Copa do Mundo de 2026. Fatores como a reação da torcida, a chegada de reforços e a aquisição da marca Pelé pelo pai do jogador influenciaram a decisão, que também visa a resolução de pendências financeiras.
O artigo lamenta os três anos da morte de Pelé, relembrando sua importância para o Brasil e o futebol mundial. O autor exalta Pelé como o maior brasileiro de todos os tempos, argumentando que ele elevou a percepção do país globalmente através de seu talento inigualável no esporte.