O colunista Milton Neves especula sobre quantos títulos Ayrton Senna poderia ter conquistado na Fórmula 1 se não tivesse morrido tragicamente no GP de San Marino em 1994. A análise considera o desempenho potencial de Senna nas temporadas seguintes, comparando-o com seus rivais e a evolução das equipes.
Um fã de Ayrton Senna construiu uma réplica detalhada do McLaren MP4/8, carro que o tricampeão de Fórmula 1 utilizou em 1993, em Araraquara, interior de São Paulo. O projeto, que demandou seis meses e cerca de R$ 60 mil, homenageia o legado do piloto brasileiro, cujo impacto na memória afetiva de fãs permanece forte trinta e dois anos após sua morte.
A McLaren realizou um evento promocional em Miami, fechando ruas para exibir carros históricos de F1, incluindo o modelo de Ayrton Senna de 1991, que chamou a atenção pelo forte barulho do motor. O evento contou com a participação de pilotos como Bruno Senna, Emerson Fittipaldi, Mika Hakkinen, Lando Norris e Oscar Piastri, além de figuras da F1 como Stefano Domenicali.
O colunista Milton Neves lamenta o falecimento do ícone do basquete brasileiro Oscar Schmidt, aos 68 anos. Ele destaca a genialidade do atleta, comparando-o a outras lendas esportivas brasileiras, e relembra sua carreira vitoriosa, incluindo títulos e premiações.
A matéria celebra os 40 anos da vitória mais apertada de Ayrton Senna na Fórmula 1, ocorrida no GP da Espanha de 1986, com uma diferença de apenas 0s014 para Nigel Mansell. O texto detalha a disputa acirrada nas últimas voltas, a ultrapassagem de Senna e a chegada lado a lado, comparando a diferença de tempo com frames de vídeo e um piscar de olhos.
A matéria desmente a declaração de Adriane Galisteu sobre um ensaio para a Playboy ter sido trocado por uma entrevista com Ayrton Senna. O colunista Juca Kfouri esclarece que o pedido de não publicação das fotos de Galisteu foi feito por Senna em 1994, e a publicação ocorreu após a morte do piloto. Não houve troca de conteúdo.
Andrea Kimi Antonelli, jovem piloto italiano, tornou-se o líder mais jovem da história da Fórmula 1 ao vencer o GP do Japão em 2026. Com apenas 19 anos, ele substituiu Lewis Hamilton na Mercedes e demonstrou grande talento, pulando etapas da base e sendo comparado a Max Verstappen e Ayrton Senna.
Torcedores e a mídia esportiva têm notado notáveis coincidências entre as trajetórias iniciais na Fórmula 1 do jovem piloto Kimi Antonelli e do tricampeão Ayrton Senna. As semelhanças incluem conquistas de pole positions, vitórias e número de pódios em temporadas de estreia, além do uso do número 12 em vitórias iniciais.
Carros históricos de Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi serão leiloados em Mônaco. A Toleman TG183B, utilizada por Senna em sua estreia na F1 em 1984, e a Copersucar F6A, guiada por Fittipaldi em testes em 1979, estão entre os destaques. O leilão, que também inclui carros de Gilles Villeneuve e Alain Prost, ocorrerá em abril.
A análise detalha a vitória de Kimi Antonelli no GP da China de Fórmula 1, destacando sua entrada em um seleto grupo de jovens pilotos campeões. Compara sua trajetória com a de Ayrton Senna em 1988, ressaltando o potencial da Mercedes e a disputa interna com George Russell.
O artigo lista os maiores vencedores de cada Grande Prêmio (GP) da Fórmula 1, destacando pilotos como Ayrton Senna, Michael Schumacher e Lewis Hamilton em circuitos icônicos. A matéria também menciona novidades para a temporada de 2026, como a estreia de Madri e a transição para carros sem combustíveis fósseis.
Lewis Hamilton, heptacampeão da Fórmula 1, expressou entusiasmo para a temporada de 2026 com a Ferrari, destacando um novo foco em temas sociais e sua evolução pessoal. Ele elogiou Ayrton Senna por sua visão ampla e compromisso com questões sociais, comparando-o a Nelson Mandela e Muhammad Ali. Hamilton também revelou que o carro de 2026 tem mais de seu DNA, o que o deixa mais motivado.
Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, desabafou em coletiva após a vitória contra o São Paulo, comparando seu lado competitivo ao de Ayrton Senna e ao personagem Pateta. Ele elogiou o jogador Vitor Roque, descrevendo-o como um 'leão' que precisa de cuidados especiais, e analisou a performance do time na partida.
A Fórmula 1 confirmou o retorno do Grande Prêmio de Portugal ao calendário em 2027 e 2028. A prova será realizada no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, substituindo o GP da Holanda. Portugal possui uma rica história na categoria, com vitórias de pilotos lendários e momentos marcantes recentes.
Um boné autografado pelo tricampeão de Fórmula 1, Ayrton Senna, está sendo leiloado com lances a partir de R$ 24,5 mil. O item, da equipe Williams, representa um pedaço da história do automobilismo brasileiro e faz parte de um leilão beneficente que visa arrecadar fundos para projetos de sustentabilidade.
O artigo analisa o documentário 'Meu Ayrton, por Adriane Galisteu' da HBO Max, destacando a força de Galisteu e criticando o comportamento da família Senna. A produção é elogiada por mostrar a história do piloto sob uma nova perspectiva e pela postura de Adriane Galisteu.
O artigo analisa o documentário "Meu Ayrton", de Adriane Galisteu e João Wainer, que narra a história de amor entre Galisteu e Ayrton Senna, abordando paixão, traições e a tragédia da perda. A obra expõe a perspectiva de Galisteu sobre o último ano e meio da vida do casal, as dificuldades enfrentadas pela apresentadora na época e sua maturidade ao revisitar essas memórias.
Gabriel Bortoleto se tornou o 19º piloto brasileiro a abandonar sua corrida de estreia no GP de São Paulo de Fórmula 1. O jovem de 21 anos se juntou a nomes como Senna e Piquet, que também não concluíram suas primeiras provas em casa. O único brasileiro a pontuar em sua estreia no país foi Emerson Fittipaldi, que venceu em 1973.
O GP de São Paulo de Fórmula 1 em 2025 promete atrair multidões não apenas pelas disputas na pista, mas também pelas experiências oferecidas fora dela. Os camarotes de Interlagos se destacam com réplicas de carros de pilotos como Gabriel Bortoleto e Ayrton Senna, simuladores, autorama e exposições de objetos históricos.
Uma exposição em Interlagos, São Paulo, celebra a carreira de Ayrton Senna, exibindo itens marcantes de sua trajetória, como seu primeiro capacete de campeão mundial e a McLaren MP/4 de 1988. A mostra recorda a temporada "mágica" de 1988, que culminou em seu primeiro título mundial em uma disputa acirrada contra Alain Prost.