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Análise dos Times

Motivo: O artigo foca em carros históricos associados a Senna e Fittipaldi, com a Toleman sendo um dos exemplos de estreia.

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Motivo: A Copersucar é mencionada como a equipe brasileira pioneira na F1, com detalhes sobre sua história e o envolvimento dos Fittipaldi.

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Motivo: Carros da Ferrari também são mencionados como parte do leilão, com destaque para pilotos como Villeneuve e Prost.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Michael Schumacher Ayrton Senna Emerson Fittipaldi Alain Prost Rory Byrne Toleman Copersucar Gilles Villeneuve Johnny Cecotto Alex Dias Ribeiro Ralph Bellamy Wilson Fittipaldi Jr.

Conteúdo Original

Quem foi Ayrton Senna, último brasileiro tricampeão de F1 Por valores entre 500 mil e 2,8 milhões de euros (de cerca de R$ 3 milhões a R$ 17 milhões), fãs de automobilismo poderão adquirir dois carros históricos de Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi: a Toleman da estreia do tricampeão, em 1984, e a última Copersucar guiada pelo bicampeão em testes, em 1979. Os veículos serão leiloados nos dias 24 e 25 de abril, em Mônaco. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp Audi confirma saída de Jonathan Wheatley do cargo de chefe de equipe Leclerc aprova carros “divertidos”, mas critica a classificação da F1 2026 1 de 6 Senna acelera Toleman-Hart na pista de Zandvoort, em 1984 — Foto: Reprodução Senna acelera Toleman-Hart na pista de Zandvoort, em 1984 — Foto: Reprodução O lote da RM Sotheby’s inclui ainda outros carros de F1: a Ferrari 313 T3 de Gilles Villeneuve, de 1978, com a qual venceu o GP do Canadá; e a Ferrari 642 de Alain Prost, usada no início de 1991 e que lhe rendeu um pódio nos Estados Unidos. A Toleman que será leiloada é o modelo TG183B, pilotado por Ayrton Senna e Johnny Cecotto no início de 1984. O valor de leilão da unidade pode chegar a 3,8 milhões de euros, equivalentes a R$ 23,1 milhões. 2 de 6 Toleman de Ayrton Senna na F1 1984 vai a leilão — Foto: Divulgação Toleman de Ayrton Senna na F1 1984 vai a leilão — Foto: Divulgação Foi com ela que o brasileiro estreou em casa, no GP do Brasil, mas abandonou por falha mecânica. Com o modelo, Senna completou apenas duas corridas, com dois sextos lugares - nos GPs da África do Sul e da Bélgica -, que renderam seus primeiros pontos na Fórmula 1. 3 de 6 Toleman de Ayrton Senna na F1 1984 vai a leilão — Foto: Divulgação Toleman de Ayrton Senna na F1 1984 vai a leilão — Foto: Divulgação Na época, o monoposto utilizava motor Hart; hoje, o carro conta com uma unidade parcialmente recondicionada. O projeto é de Rory Byrne, que mais tarde faria história com a Ferrari de Michael Schumacher no fim dos anos 1990 e início dos 2000. 4 de 6 Ayrton Senna estreou na Fórmula 1 na temporada de 1984 — Foto: Getty Images Ayrton Senna estreou na Fórmula 1 na temporada de 1984 — Foto: Getty Images O F6A de Fittipaldi, por sua vez, pode ser vendido por até 700 mil euros (cerca de R$ 4,2 milhões). O carro foi projetado pelo engenheiro Ralph Bellamy com motores Ford Cosworth para a equipe brasileira Copersucar, fundada pelo próprio Emerson e pelo irmão dele, o ex-piloto Wilson Fittipaldi Jr. 5 de 6 Carro de 1979 da Copersucar na F1 — Foto: Divulgação Carro de 1979 da Copersucar na F1 — Foto: Divulgação 6 de 6 Carro de 1979 da Copersucar na F1 — Foto: Divulgação Carro de 1979 da Copersucar na F1 — Foto: Divulgação O modelo de número 19, que está disponível no pleito, foi guiado pelo também brasileiro Alex Dias Ribeiro; o piloto não conseguiu se classificar para os GPs do Canadá e Estados Unidos. Porém, Fittipaldi declarou tê-lo pilotado em testes para o time, além de já ter autografado o veículo. Ao todo, a Copersucar disputou cinco temporadas na F1, estreando em 1975. Fittipaldi foi o piloto com mais corridas pela equipe brasileira - 60 no total -, somando 32 pontos. Em 1978, conquistou o único pódio do time: um segundo lugar em casa, no GP do Brasil, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Estreia da única equipe brasileira da F1 fez 50 anos em 2025: "Fora do comum" A empreitada marcou a história da F1 e do automobilismo brasileiro por ser a única equipe do país na categoria. O projeto chegou a contar com testes no túnel de vento da Embraer, fabricante nacional de aviões, em São Paulo. Em 1982, a equipe foi oficialmente encerrada por problemas financeiros, depois de correr com o nome da dupla de irmãos fundadores.