O ex-jogador Leivinha, ídolo do Palmeiras e parte da Segunda Academia de Futebol, faleceu aos 76 anos. Reconhecido por sua passagem marcante pelo clube alviverde, onde se tornou um dos maiores artilheiros, Leivinha também teve carreira na seleção brasileira e em outros clubes.
O colunista Walter Casagrande Jr. lamenta a morte do ex-jogador Leivinha, ídolo do Palmeiras e da Seleção Brasileira. Casagrande o descreve como um jogador sensacional, "Pelé Branco", com grande senso de posicionamento e capacidade de cabeceio, além de uma referência pessoal e um professor em campo. Ele relembra a admiração desde a infância, mesmo sendo corintiano, e como Leivinha inspirou seu estilo de jogo.
João Fonseca celebrou a presença de Gustavo Kuerten em sua vitória contra Casper Ruud nas oitavas de final de Roland Garros. O jovem tenista brasileiro expressou a felicidade de vencer um adversário difícil na frente de seu ídolo, ecoando um feito histórico de Kuerten.
O meia Lulinha, que surgiu como uma grande promessa no Corinthians e foi conhecido como o 'menino de 50 milhões de dólares', relembra a pressão inicial em sua carreira e a decisão de recusar uma proposta do Manchester United aos 15 anos. Atualmente, ele vive um momento de destaque e status de ídolo na Indonésia.
O Flamengo levou seus jogadores da base, do sub-13 ao sub-17, ao cinema para assistir ao filme "Zico, O Samurai de Quintino". A iniciativa, idealizada pela comissão técnica e pelo departamento de desenvolvimento humano do clube, visa inspirar os jovens atletas com a história de vida e carreira do maior ídolo rubro-negro, enfatizando valores além do campo.
O ex-meia Geovani, ídolo do Vasco da Gama e medalhista olímpico em Seul-1988, faleceu aos 62 anos. Reconhecido por seu talento, lançamentos precisos e dribles refinados, marcou época nos anos 80.
O ex-meia Geovani Silva, ídolo do Vasco e conhecido como "Pequeno Príncipe", faleceu aos 62 anos. O jogador marcou época no clube nos anos 80, conquistando diversos títulos estaduais e integrando a seleção brasileira em importantes competições. Sua morte foi confirmada pela família e lamentada por ex-companheiros de equipe e o próprio clube.
O artigo discute a admiração de jogadores da nova geração da seleção brasileira por Neymar, que o veem como um ídolo e esperam sua presença na Copa do Mundo de 2026. Jogadores como Caio Henrique e Kaio Jorge destacam a influência de Neymar em suas carreiras e a expectativa de tê-lo em campo, enquanto o técnico Carlo Ancelotti observa e a decisão sobre sua convocação ainda está em aberto.
O goleiro colombiano Eder Aleixo Chaux Ospina, do Independiente Medellín, tem seu nome inspirado no ex-atacante brasileiro Eder Aleixo, ídolo do Atlético-MG. A homenagem foi feita pelo pai do goleiro, fã do jogador desde a Copa do Mundo de 1982. A história de admiração e o contato entre os dois Éders se desenvolveu através das redes sociais, culminando em um presente especial para o goleiro.
O artigo analisa a discussão sobre o lugar de Hulk entre os maiores ídolos da história do Atlético-MG, após sua saída do clube. Uma votação com jornalistas e influenciadores elegeu Reinaldo como o maior ídolo, seguido por Hulk em segundo e Ronaldinho Gaúcho em terceiro.
O artigo relembra casos de ídolos do futebol que deixaram seus clubes em meio a polêmicas. Exemplos incluem Neymar com o Barcelona, Messi com o Barcelona, Romário com o Flamengo, Gabigol com o Flamengo, Dudu com o Palmeiras, Luís Figo com Barcelona e Real Madrid, Marcelinho Carioca com o Corinthians e Fábio com o Cruzeiro. Essas saídas foram marcadas por disputas judiciais, divergências contratuais ou episódios de comportamento.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), anunciou que o atacante Bruno Henrique ganhará um busto na sede do clube, a Gávea, em homenagem ao seu legado. A cerimônia está prevista para o aniversário do clube em novembro. Bruno Henrique também teve seu contrato renovado até 2027.
O texto expressa a dor e o impacto emocional da despedida do jogador Hulk do Atlético-MG. A autora relata sua conexão pessoal com o ídolo, destacando suas conquistas, sua entrega em campo e o legado que ele deixa para o clube e seus torcedores. A matéria é uma ode ao jogador, considerado um super-herói por muitos.
Um fã de Ayrton Senna construiu uma réplica detalhada do McLaren MP4/8, carro que o tricampeão de Fórmula 1 utilizou em 1993, em Araraquara, interior de São Paulo. O projeto, que demandou seis meses e cerca de R$ 60 mil, homenageia o legado do piloto brasileiro, cujo impacto na memória afetiva de fãs permanece forte trinta e dois anos após sua morte.
A Rainha Hortência lamenta a morte do ídolo do basquete Oscar Schmidt, destacando a surpresa e a dor pela perda. Ela relembra histórias divertidas da dupla e ressalta o legado de credibilidade, determinação e a capacidade de inspirar do "Mão Santa". A ex-jogadora se sente abençoada por ter testemunhado a trajetória de Oscar e outros grandes nomes da geração.
O Brasil lamenta a perda de Oscar Schmidt, uma lenda do basquete, que faleceu nesta sexta-feira após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Seu irmão, Tadeu Schmidt, prestou uma emocionante homenagem nas redes sociais, descrevendo-o como seu maior ídolo e exemplo de dedicação. A notícia marca o fim de uma carreira brilhante, que inclui o posto de maior pontuador da história das Olimpíadas.
O ex-jogador Júlio César, conhecido como Uri Geller, relembra sua passagem pelo Flamengo e pelo Remo, clubes dos quais é ídolo. Ele destaca a importância do empréstimo ao Remo em 1978 para sua volta ao Flamengo e menciona a forte rivalidade entre Remo e Paysandu. Uri Geller também narra sua parceria com Adílio e contribuições para as conquistas do Flamengo.
O artigo "Adeus, Messi" de Milly Lacombe critica duramente a postura de Lionel Messi ao confraternizar com Donald Trump, um ex-presidente dos EUA com um histórico controverso. A autora argumenta que essa atitude desvaloriza o peso histórico do jogador e o compara negativamente com Maradona, rebaixando-o de ídolo a uma figura "minúscula".
O artigo celebra o legado de Dorval Rodrigues, ídolo subestimado do Santos, que faria 91 anos. Ele foi um dos grandes nomes da linha de ataque santista nos anos 50 e 60, jogando ao lado de Pelé e companhia. O texto relembra sua passagem pelo clube e outras equipes, além de apresentar diversas fotos históricas.
A colunista Milly Lacombe discute a dor de ver um ídolo de infância, Jhon Arias, atuando pelo rival Palmeiras após deixar o Fluminense. Ela expressa sua frustração, mas também admiração pela carreira do jogador, reconhecendo a realidade das escolhas profissionais e comparando sua adaptação no Palmeiras com a de Gustavo Scarpa.