O artigo relembra casos de ídolos do futebol que deixaram seus clubes em meio a polêmicas. Exemplos incluem Neymar com o Barcelona, Messi com o Barcelona, Romário com o Flamengo, Gabigol com o Flamengo, Dudu com o Palmeiras, Luís Figo com Barcelona e Real Madrid, Marcelinho Carioca com o Corinthians e Fábio com o Cruzeiro. Essas saídas foram marcadas por disputas judiciais, divergências contratuais ou episódios de comportamento.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), anunciou que o atacante Bruno Henrique ganhará um busto na sede do clube, a Gávea, em homenagem ao seu legado. A cerimônia está prevista para o aniversário do clube em novembro. Bruno Henrique também teve seu contrato renovado até 2027.
O texto expressa a dor e o impacto emocional da despedida do jogador Hulk do Atlético-MG. A autora relata sua conexão pessoal com o ídolo, destacando suas conquistas, sua entrega em campo e o legado que ele deixa para o clube e seus torcedores. A matéria é uma ode ao jogador, considerado um super-herói por muitos.
Um fã de Ayrton Senna construiu uma réplica detalhada do McLaren MP4/8, carro que o tricampeão de Fórmula 1 utilizou em 1993, em Araraquara, interior de São Paulo. O projeto, que demandou seis meses e cerca de R$ 60 mil, homenageia o legado do piloto brasileiro, cujo impacto na memória afetiva de fãs permanece forte trinta e dois anos após sua morte.
A Rainha Hortência lamenta a morte do ídolo do basquete Oscar Schmidt, destacando a surpresa e a dor pela perda. Ela relembra histórias divertidas da dupla e ressalta o legado de credibilidade, determinação e a capacidade de inspirar do "Mão Santa". A ex-jogadora se sente abençoada por ter testemunhado a trajetória de Oscar e outros grandes nomes da geração.
O Brasil lamenta a perda de Oscar Schmidt, uma lenda do basquete, que faleceu nesta sexta-feira após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Seu irmão, Tadeu Schmidt, prestou uma emocionante homenagem nas redes sociais, descrevendo-o como seu maior ídolo e exemplo de dedicação. A notícia marca o fim de uma carreira brilhante, que inclui o posto de maior pontuador da história das Olimpíadas.
O ex-jogador Júlio César, conhecido como Uri Geller, relembra sua passagem pelo Flamengo e pelo Remo, clubes dos quais é ídolo. Ele destaca a importância do empréstimo ao Remo em 1978 para sua volta ao Flamengo e menciona a forte rivalidade entre Remo e Paysandu. Uri Geller também narra sua parceria com Adílio e contribuições para as conquistas do Flamengo.
O artigo "Adeus, Messi" de Milly Lacombe critica duramente a postura de Lionel Messi ao confraternizar com Donald Trump, um ex-presidente dos EUA com um histórico controverso. A autora argumenta que essa atitude desvaloriza o peso histórico do jogador e o compara negativamente com Maradona, rebaixando-o de ídolo a uma figura "minúscula".
O artigo celebra o legado de Dorval Rodrigues, ídolo subestimado do Santos, que faria 91 anos. Ele foi um dos grandes nomes da linha de ataque santista nos anos 50 e 60, jogando ao lado de Pelé e companhia. O texto relembra sua passagem pelo clube e outras equipes, além de apresentar diversas fotos históricas.
A colunista Milly Lacombe discute a dor de ver um ídolo de infância, Jhon Arias, atuando pelo rival Palmeiras após deixar o Fluminense. Ela expressa sua frustração, mas também admiração pela carreira do jogador, reconhecendo a realidade das escolhas profissionais e comparando sua adaptação no Palmeiras com a de Gustavo Scarpa.
O ex-jogador Pepe, ídolo histórico do Santos, completou 91 anos de idade. Conhecido como "Canhão da Vila" por seu potente chute de perna esquerda, ele é o segundo maior artilheiro do clube e possui um extenso currículo de conquistas como atleta e também como treinador.
A coluna de opinião de Alicia Klein critica o ex-goleiro Marcos por ter reagido com um emoji de risada a uma notícia sobre ofensas racistas sofridas por Hugo Souza. A autora questiona a continuidade de Marcos como ídolo diante de suas postagens preconceituosas e de sua desculpa considerada superficial, destacando o impacto negativo do racismo, machismo e homofobia no esporte.
O ex-jogador Basílio considera Yuri Alberto um ídolo do Corinthians, destacando sua trajetória de superação e artilharia. Ele também expressou o desejo pela permanência de Memphis Depay, enfatizando a importância do atacante holandês para o desempenho da equipe na temporada de 2026.
O ex-jogador do Corinthians, Rosinei, criticou a conduta do meio-campista José Martínez, que se reapresentou atrasado e sofreu uma grave lesão no joelho. Rosinei sugeriu que o clube busque a rescisão do contrato do jogador. Em contraste, ele elogiou o jovem André, da base corintiana, vendo nele potencial para se tornar um ídolo.
O Santos prestou uma homenagem em suas redes sociais ao ex-meio-campista Giovanni, que completou 54 anos. O clube relembrou a trajetória do ídolo, destacando sua importância na equipe, seu apelido de 'Messias' e os títulos conquistados.
O colunista Paulo Vinícius Coelho (PVC) analisa a saída do jogador Raphael Veiga do Palmeiras para o América-MEX, destacando que o atleta se tornou um ídolo eterno do clube. PVC compara Veiga a Ademir da Guia em títulos e o exalta como artilheiro de finais, ao mesmo tempo em que aponta a saída como um marco para o renascimento do time de Abel Ferreira.
O artigo discute a saída de Raphael Veiga do Palmeiras, destacando sua importância como ídolo e a transformação dos clubes em empresas. A autora lamenta a perda de jogadores com vínculo visceral com os clubes, em detrimento de uma gestão mais fria e empresarial.
O meio-campista Raphael Veiga foi anunciado como reforço do Club América, do México, por empréstimo até o fim do ano, com opção de compra. O Palmeiras, clube onde Veiga se tornou ídolo, se despediu do jogador através das redes sociais. O atleta fez uma carta aberta aos torcedores, classificando sua saída como um "até breve".
O meio-campista Raphael Veiga se despediu publicamente do Palmeiras após uma vitoriosa passagem pelo clube. Emocionado, o jogador agradeceu ao Verdão e à torcida, relembrando momentos marcantes e conquistas, e confirmou sua ida por empréstimo ao América do México.
O colunista Milton Neves defende a tese de que o jogador Memphis Depay já se tornou um ídolo do Corinthians. Ele argumenta que o holandês não apenas contribuiu com gols e jogadas decisivas, mas também exerceu um impacto transformador no ambiente do clube, elevando a confiança e a competitividade do elenco. Essa mudança mental teria sido crucial para as conquistas recentes do Timão.