A coluna discute a contratação de Cuca pelo Santos e a controvérsia envolvendo seu passado com um caso de estupro coletivo nos anos 80. A autora argumenta que a palavra 'superação' usada pelo presidente do Santos é inadequada, defendendo a conscientização e a justiça restaurativa como caminhos para a transformação social, em vez de punição pura e simples. A matéria amplia o debate para além de Cuca, abordando a violência contra a mulher no futebol e a reação de homens que minimizam o assunto.
O artigo critica a contratação de Cuca pelo Santos, reiterando a frequência com que grandes clubes brasileiros contratam técnicos e jogadores com histórico de acusações de crimes sexuais. A autora destaca a impunidade e o descaso com que essas questões são tratadas no futebol masculino, utilizando o posicionamento corajoso da jogadora Fê Palermo como contraponto.
Um evento organizado pelo governo para combater o feminicídio e a violência de gênero acabou se tornando um exemplo de machismo, ao segregar homens e mulheres em salas diferentes. A colunista Milly Lacombe critica a organização do evento e a aparente negligência do governo em ouvir as pautas femininas, apesar de iniciativas positivas anteriores.
O artigo discute a relação entre o feminismo e os conflitos bélicos globais, argumentando que o movimento se opõe a guerras, especialmente as coloniais. Além disso, aborda o caso Daniel Vorcaro e o banco Master, destacando a misoginia e o machismo presentes nas investigações e na minimização da importância das festas do empresário, clamando por investigações mais profundas sobre as mulheres envolvidas.
Este artigo de opinião critica as manifestações superficiais de apoio às mulheres em 8 de março, vindas de homens que demonstram machismo ao longo do ano. A autora argumenta que o verdadeiro presente seria o compromisso genuíno com a igualdade e o fim da violência contra a mulher, em vez de gestos vazios e hipócritas.
O zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, foi suspenso por 12 jogos pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de São Paulo (TJD-SP) por declarações machistas contra a árbitra Daiane Muniz. O jogador também foi multado em R$ 30 mil e fez um pedido de desculpas público após o incidente.
O artigo critica a justiça desportiva por meio da suspensão de um zagueiro do Bragantino por comentários misóginos. A autora destaca a falta de critério nas punições, comparando o caso com outros de homofobia e assédio que resultaram em penas brandas ou nenhuma punição, expondo um 'teatro' em vez de uma justiça efetiva.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, rebateu as reclamações do São Paulo sobre a arbitragem da partida. Ela criticou a forma como o clube paulista abordou a questão e utilizou a situação para discutir o machismo no esporte.
O artigo discute a relação intrínseca entre o futebol e a cultura da masculinidade tóxica, argumentando que o esporte, por ser um ambiente altamente misógino e machista, fomenta a ocorrência de crimes sexuais. A autora utiliza o caso de João Gabriel Xavier Bertho, jogador do Serrano acusado de estupro coletivo, como exemplo para ilustrar como a dominação e a validação masculina, através do abuso, são normalizadas em determinados contextos.
Bragantino e Athletico-PR empataram por 1 a 1 em partida válida pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo foi marcado por forte chuva, que prejudicou o gramado, e por duas expulsões do Bragantino, que terminou com nove jogadores. Além disso, o Bragantino puniu o zagueiro Gustavo Marques por falas machistas contra uma árbitra.
A árbitra Daiane Muniz, que foi alvo de ataques machistas recentes, apitará o jogo entre Londrina e Penedense pela segunda fase da Copa do Brasil. O incidente ocorreu após uma partida do Paulistão, onde um zagueiro fez comentários depreciativos sobre a sua atuação. O jogador foi multado e se desculpou publicamente.
O artigo analisa a conduta machista e misógina dos jogadores da seleção masculina de hóquei dos Estados Unidos após a conquista da medalha de ouro. A autora critica a forma como os atletas e o presidente Trump (em um vídeo gerado por IA) demonstraram desprezo pelas mulheres, ritualizando o masculino em um ato que eclipse a conquista esportiva.
O artigo do Blog do Alliatti denuncia uma série de episódios recentes no futebol brasileiro que remetem a comportamentos primitivos. Aborda casos de racismo, machismo e intimidação a uma criança em estádios, questionando o avanço da sociedade frente a reações conservadoras.
O artigo discute as repercussões da declaração machista do jogador Gustavo Marques, criticando a superficialidade das desculpas e a abordagem que foca na competência da árbitra Daiane Muniz. A autora defende que a competência feminina não deve ser um escudo contra o machismo e que a luta contra ele exige um aprofundamento na compreensão do feminismo e na autocrítica dos homens.
O artigo analisa a declaração machista do jogador Gustavo Marques contra a árbitra Daiane Muniz, criticando a persistência do machismo no futebol, mesmo em 2026. A autora ressalta a importância da educação e da sanção para combater atitudes discriminatórias no esporte.
A coluna de opinião de Alicia Klein critica o ex-goleiro Marcos por ter reagido com um emoji de risada a uma notícia sobre ofensas racistas sofridas por Hugo Souza. A autora questiona a continuidade de Marcos como ídolo diante de suas postagens preconceituosas e de sua desculpa considerada superficial, destacando o impacto negativo do racismo, machismo e homofobia no esporte.
A lateral-direita Kati, da Ferroviária feminina, criticou o zagueiro Gustavo Marques, do Bragantino, por declarações consideradas machistas contra a árbitra Daiane Muniz. Kati enfatizou que o comentário não se trata de futebol, mas sim de preconceito e desrespeito, ressaltando a importância de um posicionamento responsável para não comprometer o ambiente do futebol feminino.
A jornalista Milly Lacombe analisa a fala misógina do zagueiro Gustavo Marques sobre a árbitra Daiane Muniz. Ela defende que punições por si só não são suficientes, sendo necessário um trabalho de educação para combater o preconceito de gênero no esporte. O texto também menciona brevemente análises sobre o time do Palmeiras e outros jogadores.
A Federação Paulista de Futebol (FPF) lançou uma campanha contra o machismo no futebol após uma árbitra ser alvo de comentários preconceituosos por um jogador. A FPF exibiu mensagens de respeito nas placas de publicidade de um jogo e afirmou que levará o caso à Justiça Desportiva, com o jogador sujeito a punição.
O artigo critica a condenação de uma criança de 12 anos por estupro em Minas Gerais, argumentando que o Estado opressor, associado a uma cultura machista, normaliza a pedofilia e a violência contra mulheres e crianças. A autora relaciona a pedofilia a uma norma social patriarcal e cita o caso Jeffrey Epstein como exemplo de redes de abuso envolvendo poderosos.