O comentarista Mauro Cezar Pereira criticou o trabalho do técnico Leonardo Jardim no Flamengo, afirmando que o treinador está desmantelando as qualidades defensivas e de controle de jogo que o time possuía. A análise surge após o empate do Flamengo com o Vasco, onde o time permitiu muitas finalizações ao adversário.
O artigo discute a proliferação de cursos voltados para a masculinidade, criticando suas propostas que reforçam papéis de gênero tradicionais e ignoram a vulnerabilidade masculina. A autora argumenta que essas iniciativas, muitas vezes ligadas a figuras como Jair Bolsonaro, aprofundam disfunções sociais em vez de resolver problemas reais como a violência contra a mulher.
O artigo reflete sobre o legado de Oscar Schmidt, destacando suas lágrimas em quadra como um ensinamento sobre a vulnerabilidade masculina. A autora Milly Lacombe argumenta que a sociedade ensina aos homens a reprimir emoções, mas a exemplo de Oscar, eles podem chorar e mostrar tristeza sem que isso seja sinal de fraqueza. A matéria aborda a arte de perder como parte da existência humana e critica os consensos criados por sistemas de dominação.
O artigo discute a problemática da masculinidade hegemônica e adoentada presente no futebol, exemplificada por gestos agressivos e comportamentos descontrolados. A autora argumenta que esse modelo de masculinidade prejudica não apenas as mulheres, mas também os próprios homens, limitando sua sensibilidade e vulnerabilidade. Milly Lacombe defende a necessidade de uma nova masculinidade, menos perversa e mais humana, que vá além das opções limitadas de 'chazinho da tarde' ou 'jogo de macho'.