A coluna discute a contratação de Cuca pelo Santos e a controvérsia envolvendo seu passado com um caso de estupro coletivo nos anos 80. A autora argumenta que a palavra 'superação' usada pelo presidente do Santos é inadequada, defendendo a conscientização e a justiça restaurativa como caminhos para a transformação social, em vez de punição pura e simples. A matéria amplia o debate para além de Cuca, abordando a violência contra a mulher no futebol e a reação de homens que minimizam o assunto.
Cuca, recém-apresentado como técnico do Santos, abordou o caso de abuso sexual em que se envolveu na Suíça em 1987. Ele afirmou que está agindo ativamente para combater a violência contra a mulher, realizando palestras e auxiliando entidades, e que busca diminuir os índices de feminicídio.
Walter Casagrande Jr. descreve sua admiração pelo show da cantora Negra Li no Lollapalooza. O colunista elogia o talento multifacetado da artista, sua personalidade forte e a relevância de suas mensagens sobre violência contra a mulher e feminicídio.
Apresentado como novo técnico do Santos, Cuca abordou a acusação de estupro na Suíça, anulada em 2024. Ele declarou estar engajado na luta contra o feminicídio e explicou suas ações recentes para conscientização e apoio a vítimas.
Um homem foi preso em flagrante por importunação sexual contra uma torcedora do Fluminense no Maracanã, durante a final do Campeonato Carioca contra o Flamengo. O agressor foi solto após audiência de custódia e responderá em liberdade. O caso evidencia a preocupação com a segurança de mulheres em eventos esportivos, levando clubes a reforçarem ações de combate à violência.
O Fluminense se prepara para enfrentar o Vasco no Maracanã pelo Brasileirão 2026, buscando manter sua boa fase e invencibilidade como mandante. Paralelamente ao futebol, o clube promoveu uma caminhada contra o feminicídio e anunciou ações de acolhimento a vítimas de violência, destacando a importância de segurança para as torcedoras em dias de jogo.
A Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) lançou a campanha "Na Base da Paz. Na arquibancada, você é o exemplo" para combater insultos e violência nas categorias de base. A iniciativa visa conscientizar torcedores e profissionais sobre a importância do respeito, e um novo protocolo autoriza árbitros a interromper partidas em caso de ofensas vindas das arquibancadas.
Walter Casagrande, em sua análise no programa Fim de Papo, criticou a briga generalizada na final do clássico mineiro entre Cruzeiro e Atlético-MG. Ele enfatizou que o comportamento violento no futebol está intrinsecamente ligado à sociedade e que jogadores precisam entender sua influência como referências para os jovens.
O artigo de Juca Kfouri critica veementemente o comportamento de Atlético-MG e Cruzeiro após um jogo com 23 expulsões, que gerou violência generalizada em Belo Horizonte. O autor exige desculpas públicas e punições exemplares para os envolvidos, buscando preservar a imagem do futebol mineiro.
O Atlético-MG manifestou repúdio à pancadaria ocorrida na final do Campeonato Mineiro contra o Cruzeiro, que resultou em 23 expulsões. O clube mineiro declarou que não apoia a violência no futebol e prometeu tomar medidas internas para evitar que tais episódios se repitam. A partida terminou com vitória do Cruzeiro por 1 a 0.
Este artigo de opinião critica as manifestações superficiais de apoio às mulheres em 8 de março, vindas de homens que demonstram machismo ao longo do ano. A autora argumenta que o verdadeiro presente seria o compromisso genuíno com a igualdade e o fim da violência contra a mulher, em vez de gestos vazios e hipócritas.
O Clube do Remo realizará uma ação contra o feminicídio antes do clássico Re-Pa pela final do Campeonato Paraense de 2026. A iniciativa acontecerá no Dia Internacional da Mulher e contará com a participação de 11 mulheres que entrarão em campo com as mãos em forma de 'X' vermelho, um sinal de alerta para pedidos de ajuda.
A final do Campeonato Carioca entre Fluminense e Flamengo foi precedida por episódios de violência no Rio de Janeiro. A Polícia Militar interveio em conflitos em Laranjeiras e na Baixada Fluminense, resultando em 37 pessoas conduzidas à delegacia.
O artigo discute o aumento do ódio e da intolerância no futebol brasileiro, especialmente durante as fases finais de campeonatos estaduais. O autor critica a impaciência dos torcedores, a influência da imprensa e das redes sociais nesse comportamento, e defende que a civilidade deve prevalecer sobre a busca incessante por vitórias.
O ex-técnico do Vasco, Ricardo Sá Pinto, relatou a violência vivida no Irã antes do início do conflito contra os Estados Unidos. Ele descreveu como o governo iraniano reprimiu manifestações pacíficas com brutalidade, resultando na morte de milhares de pessoas, incluindo crianças. A crise econômica e a repressão levaram o treinador a perder a motivação para continuar no país.
Apesar de uma onda recente de violência relacionada à morte de um líder de cartel, o México garante segurança para a Copa do Mundo de 2026. A Fifa já iniciou a venda de ingressos para os jogos da repescagem, que definirão dois participantes do torneio.
A Copa do Mundo de 2026, sediada em EUA, México e Canadá, enfrenta incertezas devido ao conflito entre EUA e Irã e à violência no México. A Fifa mantém o discurso de segurança, mas a ausência do Irã e a possibilidade de trocas de sede são discutidas.
O artigo discute a relação intrínseca entre o futebol e a cultura da masculinidade tóxica, argumentando que o esporte, por ser um ambiente altamente misógino e machista, fomenta a ocorrência de crimes sexuais. A autora utiliza o caso de João Gabriel Xavier Bertho, jogador do Serrano acusado de estupro coletivo, como exemplo para ilustrar como a dominação e a validação masculina, através do abuso, são normalizadas em determinados contextos.
Um jogador de 19 anos do Serrano-RJ, João Gabriel Xavier Bertho, foi afastado pelo clube após ser investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos. A defesa do jogador nega as acusações, enquanto o clube suspendeu seu contrato e repudiou qualquer forma de violência.
Um clássico da terceira divisão paulista entre Rio Branco-SP e União Barbarense foi marcado por extrema violência no pré-jogo. Confrontos, pedradas, explosões e feridos leves, incluindo policiais, ocorreram nos arredores e dentro do estádio. O União Barbarense venceu a partida por 2 a 1.