A matéria discute o paradoxo do futebol no Haiti, onde a paixão pelo esporte se torna um raro momento de felicidade em meio a um país assolado por instabilidade política, violência de gangues e um histórico de exploração econômica. A Copa do Mundo de 2026 apresenta um reencontro do Brasil com o Haiti em campo, mas o foco principal é a resiliência do povo haitiano diante de adversidades contínuas.
A influenciadora Virginia Fonseca relatou ter se sentido 'acuada' após ser xingada no Maracanã durante amistoso entre Brasil e Panamá. Ela comparou a situação a formas de violência contra a mulher, como a humilhação pública, e decidiu transformar a experiência em um incentivo para outras mulheres.
Após o bicampeonato do PSG na Liga dos Campeões, comemorações em Paris resultaram em violência generalizada, deixando mais de 200 feridos e uma morte. O evento reacendeu o debate sobre segurança pública e divisões sociais na França.
A CBF propõe uma nova regra que visa punir clubes por ações de torcedores contra jogadores em centros de treinamento e outros locais. A confederação busca responsabilizar as agremiações pela segurança dos atletas e pretende implementar medidas mais efetivas para combater a violência nos estádios, como ampliação da biometria e atuação em processos judiciais.
A CBF criará uma comissão antiviolência no futebol para propor parcerias com a segurança pública e aumentar a responsabilidade dos clubes. Uma das projeções é a redução de jogos noturnos para atrair mais público aos estádios. A iniciativa visa combater o medo e a falta de segurança que afastam torcedores.
O Celtic conquistou seu 56º título do Campeonato Escocês ao vencer o Hearts por 3 a 1. A partida foi marcada por uma invasão de campo de torcedores do Celtic após o terceiro gol, gerando cenas lamentáveis e confrontos com jogadores e funcionários do time adversário. O Hearts condenou o ocorrido, enquanto o técnico do Celtic minimizou os fatos, aguardando análise das autoridades.
O artigo discute a relação entre torcedores, jogadores e técnicos no futebol, comparando as manifestações das torcidas com o Coliseu romano. O autor defende que, embora a violência seja inaceitável, vaias e cobranças são parte do contrato dos profissionais do esporte. O texto também aborda a modernização das arenas e a necessidade de um ambiente mais civilizado.
O artigo analisa a participação do ator Juliano Cazarré em um programa da Globonews, onde ele promoveu um curso sobre masculinidade e virilidade. A autora critica a forma como Cazarré, segundo ela, utilizou técnicas de suas artes cênicas para disseminar ideias violentas disfarçadas de trivialidades, apresentando uma visão simplista de homens bons e maus e ignorando a dimensão estrutural do machismo. A análise destaca a periculosidade do 'machismo de voz mansa' em contraste com discursos mais explícitos.
O artigo de Walter Casagrande Jr. expõe a alarmante violência e desrespeito que professores enfrentam nas escolas, criticando a falta de apoio governamental e a disseminação da ignorância como ferramenta de manipulação política. O autor defende a importância da educação para a democracia e se opõe a modelos como escolas cívico-militares, que violam a liberdade e a natureza humana dos alunos.
O artigo discute as complexas razões pelas quais algumas mulheres permanecem em relacionamentos violentos, abordando o contexto social, o medo, a esperança de mudança e a dependência financeira. A autora critica o sistema patriarcal e a forma como a sociedade e a justiça lidam com denúncias de violência contra a mulher.
Um árbitro foi agredido por pais e jogadores durante uma partida de futebol sub-14 em Catanduva, interior de São Paulo. O incidente ocorreu após o jogo entre Bola na Rede e Grêmio Olimpiense, resultando em lesões para o árbitro, que precisou de atendimento médico. A AME repudiou o ocorrido, excluiu o Grêmio Olimpiense da competição e aplicou multas e suspensões.
O jornalista esportivo Lucas Strabko, conhecido como Cartolouco, enfrenta novas acusações de violência doméstica por parte de uma terceira mulher. Ele já é investigado por lesão corporal qualificada e outros crimes. A reportagem teve acesso a relatos de um relacionamento anterior marcado por abuso físico e psicológico, com testemunhas detalhando agressões e manipulações.
O artigo discute a crescente violência e problemas de segurança em partidas da Libertadores, contrastando com incidentes europeus. O autor sugere que a América do Sul é mais sofrida e menos paciente, resultando em maior violência no futebol, enquanto critica a incompetência da Conmebol em gerenciar a segurança dos eventos.
O artigo analisa um incidente de agressão física, um tapa na cara, ocorrido entre Neymar Jr. e Robinho Jr. durante um treino do Santos. A autora Milly Lacombe critica a superficialidade e a falta de profundidade nas análises jornalísticas sobre o ocorrido, contrastando com a pouca atenção dada a casos mais graves de violência cometidos por jogadores de futebol, e discute as rituais de masculinidade que perpetuam a violência contra mulheres.
O artigo detalha as origens do atacante Kevin Viveros, artilheiro do Brasileirão e destaque do Athletico-PR. A matéria aborda sua infância difícil em Buenaventura, Colômbia, marcada pela violência e pela responsabilidade de ser a esperança familiar, contrastando com sua ascensão no futebol. Aborda também suas passagens por outros clubes, o apelido "El Tren" e a forte relação com o técnico Odair Hellmann, além de seu desejo de permanecer no Athletico.
Neymar e Robinho Jr. se abraçaram em comemoração após gol do Santos contra o Deportivo Recoleta na Copa Sul-Americana. O gesto ocorreu após um episódio de tensão entre os jogadores na semana anterior, onde Neymar teria agredido o filho de Robinho em um treino. O abraço sugere uma reconciliação após o incidente.
O artigo debate a questão da torcida única nos estádios do Rio de Janeiro, questionando o alto preço pago para manter a convivência entre torcedores rivais. O texto descreve cenas de violência nos arredores do Maracanã, como confrontos, uso de armas e agressões a torcedores, mesmo com a presença de grande efetivo policial. A matéria conclui que tanto a torcida única quanto os jogos com torcida dividida, com a mobilização de inúmeros agentes de segurança, representam uma falência na gestão do futebol.
O artigo relembra a noite de caos no Pacaembu em 4 de maio de 2006, quando o Corinthians foi eliminado da Libertadores pelo River Plate em meio a cenas de violência e destruição. O evento é descrito como um divisor de águas que influenciou mudanças significativas na segurança e profissionalização do futebol brasileiro, desde a atuação policial até a criação de medidas como a torcida única em clássicos.
O artigo critica a qualidade da Copa Libertadores da América, comparando-a a torneios de várzea devido à violência em campo e campos com medidas reduzidas. O autor destaca lances de violência explícita em jogos do Flamengo e Palmeiras, além de estratégias de campo que prejudicam o futebol.
Uma torcedora do Remo relatou ter sido agredida fisicamente durante a partida contra o Cruzeiro no Estádio Baenão. O clube repudiou o ato e prometeu investigar o incidente, buscando identificar e banir o agressor dos jogos.