O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
A colunista Milly Lacombe argumenta que não existe feminismo honesto que apoie guerras coloniais, especialmente a guerra estadunidense-israelense contra o Irã. Ela afirma que tais conflitos nunca libertam mulheres e, ao contrário, as tornam as primeiras e mais afetadas vítimas, piorando sua situação e direitos.