A demissão de Tite do Cruzeiro após apenas três meses levanta questionamentos sobre seu trabalho e sua relação com o filho e auxiliar Matheus Bachi. A autora analisa a performance apática de Tite e critica o nepotismo e o comportamento de Bachi, incluindo curtidas em conteúdos misóginos.
O artigo critica as declarações do apresentador Ratinho sobre o que define uma mulher, considerando-as transfóbicas e misóginas. A autora argumenta que a identidade feminina não se resume a características biológicas como útero e menstruação, e que a nomeação de Erika Hilton para a comissão da mulher na Câmara representa um avanço contra a redução de mulheres a órgãos sexuais.
O artigo discute a relação entre o feminismo e os conflitos bélicos globais, argumentando que o movimento se opõe a guerras, especialmente as coloniais. Além disso, aborda o caso Daniel Vorcaro e o banco Master, destacando a misoginia e o machismo presentes nas investigações e na minimização da importância das festas do empresário, clamando por investigações mais profundas sobre as mulheres envolvidas.
O artigo discute a persistência de misoginia e abusos no futebol brasileiro, evidenciada por casos recentes e antigos de violência e falta de responsabilização. A proximidade da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil acentua a urgência em abordar essas falhas sistêmicas.
O artigo critica a justiça desportiva por meio da suspensão de um zagueiro do Bragantino por comentários misóginos. A autora destaca a falta de critério nas punições, comparando o caso com outros de homofobia e assédio que resultaram em penas brandas ou nenhuma punição, expondo um 'teatro' em vez de uma justiça efetiva.
O artigo discute a relação intrínseca entre o futebol e a cultura da masculinidade tóxica, argumentando que o esporte, por ser um ambiente altamente misógino e machista, fomenta a ocorrência de crimes sexuais. A autora utiliza o caso de João Gabriel Xavier Bertho, jogador do Serrano acusado de estupro coletivo, como exemplo para ilustrar como a dominação e a validação masculina, através do abuso, são normalizadas em determinados contextos.
O artigo analisa a conduta machista e misógina dos jogadores da seleção masculina de hóquei dos Estados Unidos após a conquista da medalha de ouro. A autora critica a forma como os atletas e o presidente Trump (em um vídeo gerado por IA) demonstraram desprezo pelas mulheres, ritualizando o masculino em um ato que eclipse a conquista esportiva.
O artigo analisa as desculpas oferecidas por Filipe Luís (técnico do Flamengo) e Gustavo Marques (zagueiro do Bragantino) após declarações controversas. Filipe Luís minimizou um ato de racismo contra Vinicius Júnior, enquanto Gustavo Marques proferiu falas misóginas. O autor critica a falta de convicção nas desculpas, sugerindo que foram motivadas por pressões de mercado e marketing.
O artigo critica o lançamento de um pacto nacional contra o feminicídio pelos três Poderes em Brasília, considerando-o tristemente vazio e ineficaz. A autora defende que a iniciativa carece de propostas práticas, como a criminalização da misoginia, e que o foco nos homens como "salvadores" ignora a complexidade do problema.
O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.
A jornalista Milly Lacombe critica Zico por atacar a repórter Renata Mendonça em vez de abordar a reportagem sobre as precárias condições do futebol feminino do Flamengo no Centro de Futebol Zico (CFZ). A matéria questiona a evasiva de Zico e a falta de responsabilidade da gestão flamenguista, apontando para um viés misógino no tratamento da denúncia.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, atacou verbalmente uma jornalista da Globo, Renata Mendonça, durante uma reunião do clube. A fala, considerada misógina pela emissora e por outras profissionais do esporte, gerou protestos e repúdio nas redes sociais.
O presidente do Flamengo, Bap, durante uma apresentação sobre a gestão do clube, minimizou a importância do futebol feminino, referindo-se a uma jornalista de forma pejorativa. A colunista Milly Lacombe critica duramente o posicionamento machista do dirigente, destacando a misoginia em suas falas e a falta de maturidade ao atacar a profissional em vez de debater as questões financeiras do esporte.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, repudiou publicamente uma declaração considerada machista do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), contra a jornalista Renata Mendonça. O episódio reacende tensões institucionais entre os clubes, com histórico de embates sobre a Libra e direitos de transmissão.
A colunista Milly Lacombe critica o comentarista Bruno Formiga por não apagar um post misógino em seu Instagram, onde ele sexualiza a esposa em leito hospitalar. A autora argumenta que a atitude, mesmo em rede social privada, é inaceitável para figuras públicas e perpetua a violência simbólica contra mulheres.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
O artigo discute a crescente onda de agressões contra jornalistas mulheres no futebol, atribuindo-a à impunidade e a um ambiente hostil histórico nos estádios. A autora aponta a misoginia e a falta de respeito como fatores que levam a situações de assédio e agressão física e verbal.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
O artigo critica a CBF e o Internacional pela passividade diante de declarações misóginas e homofóbicas do técnico Abel Braga, argumentando que essa inércia contribui para a perpetuação da violência contra mulheres. A autora destaca a falta de ação por parte das entidades após um incidente similar com Ramon Díaz, ressaltando a hipocrisia na defesa de outros homens em casos de xenofobia.
A coluna critica a inação da CBF e do STJD em casos de homofobia e misoginia no futebol, contrastando com outras áreas de atuação das entidades. A autora argumenta que o silêncio demonstra descaso com a luta contra o preconceito, citando exemplos de jogadores, técnicos e dirigentes.