O artigo critica as declarações do apresentador Ratinho sobre o que define uma mulher, considerando-as transfóbicas e misóginas. A autora argumenta que a identidade feminina não se resume a características biológicas como útero e menstruação, e que a nomeação de Erika Hilton para a comissão da mulher na Câmara representa um avanço contra a redução de mulheres a órgãos sexuais.