Cuca, recém-apresentado como técnico do Santos, abordou o caso de abuso sexual em que se envolveu na Suíça em 1987. Ele afirmou que está agindo ativamente para combater a violência contra a mulher, realizando palestras e auxiliando entidades, e que busca diminuir os índices de feminicídio.
Walter Casagrande Jr. descreve sua admiração pelo show da cantora Negra Li no Lollapalooza. O colunista elogia o talento multifacetado da artista, sua personalidade forte e a relevância de suas mensagens sobre violência contra a mulher e feminicídio.
Apresentado como novo técnico do Santos, Cuca abordou a acusação de estupro na Suíça, anulada em 2024. Ele declarou estar engajado na luta contra o feminicídio e explicou suas ações recentes para conscientização e apoio a vítimas.
Santos sediará a 5ª edição do Festival Sul-Americano de Longboard Feminino entre os dias 20 e 22 de março. O evento reunirá 180 participantes de diversos países em atividades voltadas ao surfe, bem-estar e cultura, com foco na celebração do mês da mulher. Diferente de competições tradicionais, o festival não terá caráter competitivo, priorizando a experiência acolhedora e a conexão entre as mulheres.
Sete jogadoras da seleção de futebol feminino do Irã solicitaram asilo na Austrália, enquanto o restante da equipe retornou ao país. A matéria analisa a complexidade dessa decisão em um contexto de guerra e repressão, explorando os dilemas entre honrar as raízes e lutar contra o imperialismo versus buscar uma rota de fuga.
O artigo critica as declarações do apresentador Ratinho sobre o que define uma mulher, considerando-as transfóbicas e misóginas. A autora argumenta que a identidade feminina não se resume a características biológicas como útero e menstruação, e que a nomeação de Erika Hilton para a comissão da mulher na Câmara representa um avanço contra a redução de mulheres a órgãos sexuais.
Carla Matos se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de diretora executiva do Guarani-MG em seus 95 anos de história. Com formação em Administração, Pedagogia e Direito, ela busca implementar uma gestão mais estratégica e integrada, focando no desenvolvimento humano e na organização do clube, além de auxiliar na reestruturação financeira e social.
Em celebração ao Dia da Mulher, o artigo destaca as trajetórias de Renata Costa, técnica do Atlético-PI, e Lívia Figueira, artilheira da Liga São João, no futebol piauiense. Ambas superaram desafios como a distância da família e o calor, conquistando títulos importantes e abrindo caminhos para o futebol feminino no estado.
Martine Grael se destaca como a única mulher a comandar um barco na SailGP, uma competição de vela mundial. Ela enfatiza a importância de sua posição em um esporte historicamente dominado por homens e celebra as mudanças em direção à igualdade de gênero.
Este artigo de opinião critica as manifestações superficiais de apoio às mulheres em 8 de março, vindas de homens que demonstram machismo ao longo do ano. A autora argumenta que o verdadeiro presente seria o compromisso genuíno com a igualdade e o fim da violência contra a mulher, em vez de gestos vazios e hipócritas.
Leila Pereira celebrou a conquista do Campeonato Paulista de 2026 pelo Palmeiras e negou que suas declarações anteriores sobre oferecer tranquilidade aos profissionais do clube tivessem sido uma indireta ao Flamengo. A presidente destacou o profissionalismo da gestão e a confiança no trabalho do técnico Abel Ferreira, dedicando o título ao Dia Internacional da Mulher.
A colunista Milly Lacombe critica o comportamento misógino de Bap, presidente do Flamengo, que chamou uma jornalista de 'nariguda'. A autora argumenta que tal atitude machista não deveria ser tolerada, especialmente vinda de um líder de uma instituição tão grande. Ela clama por uma indignação coletiva contra o escrotizar de mulheres, comparando a situação a outras figuras públicas que cometeram atos graves sem punição imediata.
A árbitra Daiane Muniz, que foi alvo de ataques machistas recentes, apitará o jogo entre Londrina e Penedense pela segunda fase da Copa do Brasil. O incidente ocorreu após uma partida do Paulistão, onde um zagueiro fez comentários depreciativos sobre a sua atuação. O jogador foi multado e se desculpou publicamente.
O artigo discute as repercussões da declaração machista do jogador Gustavo Marques, criticando a superficialidade das desculpas e a abordagem que foca na competência da árbitra Daiane Muniz. A autora defende que a competência feminina não deve ser um escudo contra o machismo e que a luta contra ele exige um aprofundamento na compreensão do feminismo e na autocrítica dos homens.
O Bragantino anunciou a aplicação de uma multa de 50% do salário e a exclusão do zagueiro Gustavo Marques da lista de relacionados para o próximo jogo. A punição se deu em decorrência de declarações machistas feitas pelo jogador após a derrota para o São Paulo, onde ele questionou a capacidade de uma mulher apitar jogos de grandes equipes. O valor da multa será destinado a uma ONG que apoia mulheres em situação de vulnerabilidade.
A colunista Yara Fantoni aborda a presença feminina na arbitragem de futebol, defendendo que a capacidade não tem gênero. O texto critica a generalização e os estereótipos ao analisar o desempenho de árbitras mulheres, comparando-o à crítica objetiva direcionada a árbitros homens.
O artigo discute a presença massiva de mulheres e crianças no setor visitante do jogo entre Athletico-PR e Corinthians, ressaltando a alegria e a paixão feminina pelo futebol, contrastingo com a violência frequentemente associada ao público masculino. A autora defende que o lugar da mulher é na arquibancada, torcendo em paz, sem necessidade de proteção masculina contra outros homens, e reivindica respeito e direitos iguais.
O artigo celebra os 40 anos de Marta, a maior jogadora de futebol de todos os tempos, destacando sua trajetória de superação e o impacto inspirador em gerações de mulheres. A autora ressalta como Marta, apesar das adversidades sociais e esportivas, expandiu horizontes e abriu portas para outras jogadoras, honrando também pioneiras como Sissi.
Alice Padilha, aos 18 anos, será a primeira brasileira a competir no esqui alpino feminino em Jogos Olímpicos de Inverno após 12 anos. A atleta carioca disputará o slalom em Cortina d'Ampezzo, vendo a classificação como uma grande conquista pessoal. Ela destaca a importância do apoio familiar e do irmão gêmeo em sua jornada, superando desafios para atingir o índice olímpico.
O jogador Luciano do São Paulo relatou dores na coxa após o empate contra o Santos, levantando a possibilidade de encerrar a sequência invicta do departamento médico do clube. O Tricolor busca renovar o contrato do atleta, que tem vínculo até o fim do ano.