Este artigo de opinião critica as manifestações superficiais de apoio às mulheres em 8 de março, vindas de homens que demonstram machismo ao longo do ano. A autora argumenta que o verdadeiro presente seria o compromisso genuíno com a igualdade e o fim da violência contra a mulher, em vez de gestos vazios e hipócritas.
O artigo discute a persistência da exclusão feminina no combinado nórdico dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, apesar do discurso de igualdade do movimento olímpico. A autora ressalta que, enquanto a presença feminina geral nos jogos avança, a modalidade continua exclusivamente masculina, destoando dos ideais de equidade e inclusão.
O Fortaleza anunciou o fim de seu time de futebol feminino em 2026, citando a queda da equipe masculina para a Série B como justificativa. A decisão reflete uma prática comum onde mulheres pagam o preço pelo fracasso masculino no esporte, apesar de conquistas e obrigatoriedades regulatórias.
Kamilla Cardoso, estrela do basquete feminino, destaca a criação da nova liga Project B como um avanço para a modalidade, prometendo salários mais justos, igualdade e maior voz às atletas. A iniciativa surge em meio a questionamentos sobre a equidade na WNBA e busca um modelo de campeonato mais sustentável e centrado nos jogadores.
Oscar Piastri espera que a igualdade de tratamento na McLaren persista em 2026, mesmo após Lando Norris conquistar o título de campeão da Fórmula 1 em 2025. O piloto australiano afirmou que a dinâmica entre eles não deve mudar, pois Norris é o mesmo piloto de antes. Ele ressaltou a importância das 'regras papaia' da equipe, que garantem liberdade de duelo na pista desde que não haja batidas.
O artigo celebra Danilo, ídolo do Flamengo, destacando seu caráter exemplar como atleta e pai. A autora ressalta suas qualidades como cidadão engajado em questões sociais e sua abordagem moderna na criação dos filhos, promovendo igualdade e respeito por diferentes paixões.
A CBF anunciou um avanço histórico no futebol feminino ao implementar medidas de apoio a atletas mães e lactantes, permitindo que levem seus filhos em viagens oficiais com custos cobertos pela entidade a partir de 2026. Essas novidades, que incluem a reestruturação do calendário com aumento de competições e a exigência de contratos profissionais, visam garantir condições dignas de trabalho e impulsionar a igualdade no esporte.
O Coritiba lançou uma camisa especial em prol da luta contra o racismo, com design inspirado na cultura africana e tipografia ativista. A peça, em edição limitada, carrega mensagens de inclusão e respeito, com o lema "Racistas não são bem-vindos no Couto".