O Santos convocou seus associados para votar em 8 de novembro a reforma do estatuto que permite a venda de até 80% das ações do clube, caminho para a transformação em SAF. O clube informou que, devido aos prazos rígidos do processo, a aprovação da SAF não ocorrerá na gestão atual de Marcelo Teixeira, ficando para 2027. O presidente negocia a venda do Santos por R$ 2 bilhões com a empresa norte-americana SDC Sports e disputa a reeleição em dezembro contra quatro adversários.
A Justiça de São Paulo rejeitou a liminar pedida por Ivan Luduvice, candidato à presidência do Santos, que pedia a suspensão da votação da reforma estatutária marcada para 8 de novembro. A mudança no estatuto pode abrir caminho para a venda de até 80% do futebol do clube e sua transformação em SAF, com mudanças práticas previstas apenas para 2027. O artigo também cita as eleições presidenciais do clube em dezembro e lista os próximos compromissos do time no Brasileirão.
Os jogadores do Avaí se recusaram a treinar em protesto contra três meses de salários atrasados, em meio à grave crise financeira do clube catarinense. O presidente Bernardo Pessi afirmou que o processo de formalização da SAF com a Kactus Capital avança, mas evitou estabelecer prazos para a conclusão. A paralisação ocorre em momento crítico da temporada, com o time precisando vencer os dois últimos jogos da Série B para sonhar com a permanência.
O Santos adiou a Assembleia Geral que votaria a reforma do Estatuto Social, decisão tomada pela Mesa do Conselho Deliberativo em acordo com a gestão atual e os pré-candidatos à presidência do clube, para preservar os prazos de inscrição das chapas eleitorais. Entre as mudanças previstas está a ampliação de 49% para 80% do limite de venda a investidores em uma eventual SAF, ligada às negociações estimadas em R$ 2 bilhões com a SDC Sports. A nova data da votação será definida após as eleições presidenciais do clube, marcadas para 12 de dezembro.
O Santos anunciou o adiamento da Assembleia Geral de Sócios que votaria o Novo Estatuto, marcada inicialmente para o dia 8. A decisão da Mesa do Conselho Deliberativo foi tomada para garantir que os pré-candidatos à presidência pudessem inscrever suas chapas até o prazo vigente de 22 de novembro. A nova data da votação estatutária será definida após as eleições presidenciais do clube, previstas para dezembro.
O colunista Juca Kfouri critica a relação histórica entre governos e o futebol brasileiro, argumentando que décadas de mimos como isenções tributárias, perdões e crédito subsidiado geraram irresponsabilidade nos clubes, sem contrapartidas. Ele analisa a crise estrutural de grandes clubes, citando São Paulo e Corinthians como exemplos de dívidas impagáveis, e questiona se o governo deve oferecer novo socorro financeiro. O autor defende a reconstrução das bases do esporte, com a criação de uma Secretaria Especial do Futebol e políticas públicas de longo prazo.
Ricardo Oliveira foi anunciado como integrante da futura SAF do Comercial, assumindo o setor de Relações Institucionais do clube. O ex-atacante revela que se inspira em Ronaldo e Roberto Carlos, que atuam como investidores na Inter de Limeira. O artigo compara os modelos de gestão e os investimentos previstos nos dois clubes do interior paulista.
O Botafogo, representado por seus advogados, defendeu em audiência pública no STF a suspensão da Medida Provisória que proibiu as casas de apostas online no Brasil. O clube argumentou que a MP não ofereceu prazo razoável de transição e destacou a perda de receita prevista em seu plano de recuperação judicial, que contava com o patrocínio de uma casa de apostas. Outros clubes como Flamengo e Fluminense também participaram do debate.
O elenco do Botafogo recebeu uma demonstração de apoio de funcionários do clube, do presidente João Paulo Magalhães Lins e do empresário Gabriel de Alba antes do confronto decisivo contra o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro. O time atravessa momento delicado, com duas derrotas consecutivas e apenas três pontos de vantagem sobre a zona de rebaixamento. A mobilização ocorreu no Nilton Santos e reflete a união em torno do clube em um momento de pressão.
Maurício Maruca, candidato à presidência do Santos, concede entrevista exclusiva ao Lance! e defende a criação de uma SAF com planejamento, além de propor auditoria externa e profissionalização de todos os departamentos do clube. Ele também revela o plano de conversar com Neymar e sua família para manter o jogador por pelo menos mais dois anos, e detalha propostas para gestão financeira, categorias de base, bilheteria e uso de arenas em São Paulo.
O acionista-majoritário da SAF do Cruzeiro, Pedro Lourenço (Pedrinho BH), comemorou o título inédito da Libertadores feminina, conquistado nos pênaltis sobre o Corinthians, e prometeu uma 'premiação gorda', repassando 50% da arrecadação às jogadoras. Ele também cobrou o elenco masculino, afirmando que as mulheres 'apertaram' os homens a conquistar o mesmo título. O troféu classificou o Cruzeiro para a Copa das Campeãs da Fifa e para o Mundial de Clubes Feminino.
A matéria detalha o andamento da investigação da Anresf e do Cade sobre um possível conflito de interesses na venda da SAF do Vasco para Marcos Lamacchia, enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras. O clube e a família do comprador manifestam confiança na aprovação da negociação, e o texto apresenta alternativas como o blind trust caso o conflito seja confirmado. O contexto é o confronto entre Vasco e Palmeiras no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil.
Palmeiras e Vasco se enfrentam pela ida da semifinal da Copa do Brasil, mas o confronto também evidencia a relação familiar entre Leila Pereira, presidente do Palmeiras, e Marcos Lamacchia, próximo de assumir o controle da SAF do Vasco. A Anresf analisa um possível conflito de interesses decorrente do vínculo familiar entre os dois, enquanto o Cade solicitou esclarecimentos financeiros sobre a operação. Leila defendeu a independência profissional do enteado e já indicou que não disputará um terceiro mandato à frente do clube alviverde.
A reportagem detalha a transição da Almirante Participações, empresa de Marcos Lamacchia (enteado de Leila Pereira) e Mário Junqueira, na compra da SAF do Vasco, às vésperas da semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras. O texto aborda a presença crescente de Junqueira nos bastidores do clube e as medidas cautelares da Anresf diante do possível conflito de interesses entre Vasco e Palmeiras.
Palmeiras e Vasco se enfrentam pela semifinal da Copa do Brasil, mas fora de campo a negociação da SAF vascaína reacendeu questionamentos da oposição alviverde. O grupo Palmeiras Avante lista possíveis conflitos de interesse da presidente Leila Pereira, envolvendo o patrocínio da Crefisa, o uso de aeronave da Placar Linhas Aéreas e a compra do Vasco pela Almirante Participações, empresa ligada a Marcos Lamacchia, enteado de Leila. A oposição também teme a transferência de conhecimento institucional e de profissionais do Palmeiras para o projeto do rival.
A venda da SAF do Vasco para a Almirante Participações, empresa ligada a Marcos Lamacchia, enteado da presidente Leila Pereira, movimenta a política interna do Palmeiras às vésperas da semifinal da Copa do Brasil entre os clubes. A oposição alviverde aponta possível conflito de interesses e pediu a saída de José Roberto Lamacchia, marido de Leila, do Conselho Deliberativo. A Anresf avalia o caso e impôs medidas cautelares que proíbem relações comerciais entre Vasco, Palmeiras e o conglomerado Crefipar/Crefisa.
O ex-atacante Ricardo Oliveira foi anunciado como responsável pelo setor de Relações Institucionais do Comercial, clube centenário de Ribeirão Preto que está em processo de transformação em SAF. Ele pretende usar os 23 anos de carreira e sua influência no futebol para atrair jogadores e investidores e dar credibilidade à reconstrução do clube, que enfrenta crises financeiras e foi rebaixado até a Série A4 do estadual. Ricardo Oliveira também deve acompanhar o elenco na Copa São Paulo, em janeiro, e na Série A4, a partir de fevereiro.
Reportagem sobre Marcos Lamacchia, enteado da presidente do Palmeiras Leila Pereira, que ajudou o Vasco a viabilizar contratações na última janela antes mesmo da aprovação da venda da SAF. Os sócios do Vasco aprovaram com 90,6% a venda para a Almirante Participações, com investimento estimado em mais de R$ 2 bilhões. A Anresf investiga suposto conflito de interesses e proibiu negócios entre Vasco e Palmeiras.
A coluna analisa o retrospecto de Pedrinho como presidente do Vasco, que encerrará o mandato em dezembro sem nenhuma vitória sobre o Flamengo em 11 confrontos desde 2024. O texto destaca a goleada por 4 a 1 na despedida do clássico e rememora a maior derrota da história do confronto, o 6 a 1 no Maracanã em 2024. O autor contextualiza a gestão com o afastamento da 777 Partners e critica o baixo público e a renda no Engenhão.
O Vasco demonstrou interesse na contratação do atacante Luciano, do São Paulo, mas qualquer avanço na negociação depende do resultado da eleição presidencial do clube paulista. Os jornalistas Valentin Furlan e Pedro Lopes avaliaram que a mudança pode ser financeiramente vantajosa para o jogador, embora representaria uma perda importante para o Tricolor. Luciano tem contrato com o São Paulo até dezembro de 2028.