John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, anunciou que usará recursos próprios para quitar a dívida de US$ 21 milhões com o Atlanta United, encerrando assim o transferban que impede o clube de registrar novos jogadores. A decisão visa normalizar a negociação de atletas e garantir que jogadores fundamentais não sejam vendidos nesta janela.
O Botafogo social, representado por João Paulo Magalhães, intensifica as cobranças a John Textor, CEO da SAF, exigindo garantias financeiras para um novo aporte. Há um conflito declarado entre Textor e o CEO Thairo Arruda devido a um primeiro aporte negado pelas altas taxas de juros e garantias de vendas de jogadores.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, busca reverter uma crise financeira e o transfer ban através de aportes de R$ 264 milhões, provenientes de uma operação complexa envolvendo a gestora GDA Luma, especializada em ativos estressados. A operação visa resolver a briga pelo controle acionário da Eagle, empresa de Textor, e sanar o passivo do clube, avaliado em R$ 1,5 bilhão.
A Justiça do Rio determinou a suspensão das vendas de jogadores do Botafogo até que John Textor, dono da SAF do clube, apresente a "caixa-preta" da gestão. A decisão visa apurar possíveis negociações açodadas de atletas com valores baixos para clubes europeus, em meio a uma crise financeira que já gerou um transfer ban pela FIFA.
Desde a criação da SAF em 2021, o Botafogo tem visto sua dívida aumentar expressivamente, chegando a cerca de R$ 1 milhão por dia. Após um ano de sucesso em 2024, o clube sofre financeiramente em 2025, com um transferban ativo e a possibilidade de recuperação judicial.
A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu todas as vendas de jogadores e ativos da SAF do Botafogo, atendendo a um pedido do clube associativo. A decisão visa garantir que John Textor cumpra ordens judiciais anteriores e informe sobre quaisquer negociações que envolvam o clube. A medida ocorre em um momento de turbulência para o empresário.
O Botafogo estreou no Brasileirão com uma goleada de 4 a 0 sobre o Cruzeiro, demonstrando força ofensiva e liderando a competição. Simultaneamente, a Justiça impediu Textor de vender jogadores, reavivando o debate sobre o futuro da SAF e a influência da política no clube, enquanto torcedores protestavam. A análise também aborda outras partidas da rodada, lesões e movimentações de técnicos e jogadores.
Harry Massis assume a presidência do São Paulo com foco em quitar dívidas com o elenco, priorizar a base e, embora crítico, considera a inevitabilidade da SAF para clubes. Ele mantém a comissão técnica atual e almeja uma campanha forte no Brasileirão, divergindo da visão pessimista do técnico Crespo.
John Textor enfrenta crescente pressão e perda de força no comando do Botafogo, com figuras influentes defendendo sua saída. Promessas de aporte financeiro não cumpridas e dívidas acumulam desconfiança, enquanto o empresário se apoia em uma liminar judicial para permanecer.
O Botafogo inicia o Brasileirão em casa contra o Cruzeiro em 29 de janeiro de 2026, com transmissão pela Amazon Prime Video. Paralelamente, John Textor articula uma operação financeira de 50 milhões de dólares para reverter o transfer ban e sanar as finanças do clube. O dia é marcado pela tensão entre a paixão da torcida e a incerteza dos bastidores.
Empresários do meia Danilo acionaram a Justiça contra a SAF do Botafogo para cobrar mais de R$ 6 milhões, valor referente à comissão pela transferência do jogador. O clube atravessa crise financeira e já foi impedido de inscrever novos jogadores.
A diretoria do Santos se reuniu com investidores norte-americanos do grupo Saint Dominique para avaliar uma proposta de R$ 1 bilhão de aporte e responsabilização total pela dívida do clube em troca de 80% das ações da SAF. Caso aceita, a proposta concederá exclusividade ao grupo por 60 a 90 dias para diligência.
A colunista Milly Lacombe questiona a efetividade do modelo SAF no futebol, utilizando o caso do Botafogo e John Textor como exemplo. O artigo critica a benevolência da imprensa com SAFs e expõe métodos questionáveis de gestão empresarial de Textor, sugerindo que a privatização do futebol pode ser uma solução catastrófica.
Torcedores do Botafogo realizaram um protesto no Estádio Nilton Santos contra John Textor, proprietário da SAF, antes da partida contra o Bangu pelo Campeonato Carioca. A manifestação pedia mais transparência e satisfação do empresário em relação às finanças e planejamento do clube.
John Textor, dono da SAF do Botafogo, anunciou um novo aporte financeiro para a próxima semana, visando solucionar pendências e o transfer ban do clube. Ele também admitiu a possibilidade de o Botafogo ter novos sócios no futuro, com investidores que terão caminho para a propriedade.
Os muros do centro de treinamento do Botafogo foram pichados com críticas diretas a John Textor, proprietário da SAF do clube. As pichações, com frases como 'Cadê o dinheiro?', refletem a insatisfação de parte da torcida com a gestão financeira atual, em um momento de dificuldades para o clube.
Torcedores insatisfeitos com a situação financeira do Botafogo picharam os muros do Centro de Treinamento do clube com frases de protesto contra o dono da SAF, John Textor. As pichações refletem a insatisfação com as dificuldades financeiras e a venda de jogadores, além de um transfer ban que impede o registro de novas contratações.
O Botafogo enfrenta sua pior crise financeira desde a sua transformação em SAF, com dívidas significativas com jogadores e a imposição de um transfer ban pela FIFA. A situação gera incerteza sobre o futuro do clube, levando a cortes de gastos em diversos departamentos e à necessidade de venda de atletas.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, pretende realizar um plebiscito com os sócios do clube para debater a possível transformação do Corinthians em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A ideia é apresentar todos os prós e contras do modelo aos associados antes de qualquer decisão. O debate sobre a SAF tem ganhado força no clube, com a reforma estatutária e projetos de torcedores como pano de fundo.
O Corinthians retoma as discussões sobre a reforma do Estatuto do clube, com destaque para a ampliação gradual do direito ao voto para membros do programa Fiel Torcedor e a flexibilização para a futura transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). As audiências públicas incorporarão novas sugestões e debaterão temas como mandatos e transparência.