O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou um item da reforma estatutária que concede direito a voto aos membros do programa Fiel Torcedor já na eleição de 2026. A decisão foi tomada em meio a protestos e confusão no Parque São Jorge, com o texto-base da reforma sendo reprovado inicialmente.
Um empresário iniciou uma campanha para transformar o São Paulo Futebol Clube em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) sem a aprovação do Conselho Deliberativo. A iniciativa, que busca o poder máximo dos associados segundo o estatuto, necessita da assinatura de 20% dos sócios aptos para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária que decidirá sobre a transformação.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, protocolou um pedido de expulsão do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu, alegando gestão temerária. O pedido visa apurar uma manobra que desrespeitou o estatuto do clube em relação a uma alteração de quórum para mudança estatutária, como a aprovação de uma SAF. Olten Ayres nega as acusações, classificando o pedido como manobra política.
Um grupo de sócios e conselheiros do Corinthians protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile, alegando violações estatutárias e legais. As principais acusações envolvem o acordo do clube com a PGFN para regularizar uma dívida de R$ 1,2 bilhão, onde o Parque São Jorge teria sido usado como garantia. O pedido também questiona a falta de transparência, o descumprimento de requerimentos administrativos e a existência de funcionários fantasmas no clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, pediu licença do cargo por tempo indeterminado. A decisão ocorre após o adiamento da votação da reforma do estatuto do clube, suspensa por decisão judicial. Tuma Júnior acusou o presidente da diretoria, Osmar Stábile, de ser um 'traidor' e de usar sua posição para manobrar contra a votação.
O Conselho Deliberativo do São Paulo expulsou Mara Casares e Douglas Schwartzmann do clube por gestão irregular e temerária. As punições incluem a eliminação do quadro associativo, perda de mandato e obrigação de ressarcir prejuízos, com Douglas também sendo declarado inelegível por 10 anos. Ambos repudiaram as decisões, alegando perseguição política e falta de provas concretas.
O relator da Comissão de Ética do Corinthians recomendou a expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo do clube. A decisão ocorre após investigação sobre o uso indevido do cartão corporativo. O parecer foi entregue após a defesa de Andrés apresentar sua última manifestação.
Mara Casares e Douglas Schwartzmann foram expulsos do São Paulo após votação no Conselho Deliberativo. Eles são acusados de participar de um esquema de exploração clandestina de um camarote no Morumbis. A decisão foi tomada após processo de investigação da Comissão de Ética do clube.
O ex-CEO do São Paulo, Márcio Carlomagno, foi expulso do quadro associativo do clube por omissão em supostas irregularidades na cessão de um camarote para a diretoria do futebol feminino. A Comissão Disciplinar decidiu pela expulsão após representação de conselheiros. A defesa de Carlomagno alegou nulidades, mas os argumentos foram rejeitados.
Uma disputa política interna no Corinthians entre os dirigentes Tuma e Stábile escancara divergências sobre a interpretação do estatuto do clube. O embate gira em torno da legalidade da convocação de reuniões extraordinárias do Conselho Deliberativo, com opiniões jurídicas opostas sobre os artigos do estatuto.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, declarou apoio à expulsão de Mara Casares e Douglas Schwartzmann do quadro associativo. A Comissão de Ética recomendou a expulsão da dupla devido à exploração clandestina de camarote no Morumbis. A decisão final caberá ao Conselho Deliberativo.
O balanço financeiro do São Paulo em 2025, que apresentava um superávit, agora enfrenta incertezas devido a saques de quase R$ 7 milhões sem explicação clara. Líderes do Conselho Deliberativo indicam possível mudança de voto para reprovação, enquanto investigações policiais sobre os valores e recebimentos em dinheiro na conta do ex-presidente Julio Casares continuam.
A política do Corinthians está agitada com uma briga entre o presidente da diretoria, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. Stabile acusa Tuma de ameaça e interferência, enquanto Tuma contesta a legalidade de uma reunião convocada por Stabile para seu afastamento. A disputa envolve questões estatutárias, denúncias e possíveis implicações judiciais.
Romeu Tuma Jr. contesta seu afastamento da presidência do Conselho Deliberativo do Corinthians, alegando irregularidades na reunião que decidiu por sua saída. Ele afirmou que só deixará o cargo mediante ordem judicial ou procedimento interno que siga rigorosamente o estatuto do clube.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, processou o presidente do clube, Osmar Stabile, por calúnia e difamação. A ação judicial alega que Stabile imputou a Tuma a prática de atos ilícitos e interferência indevida em contratos, buscando provar as acusações.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o afastamento de Romeu Tuma Júnior da presidência do órgão após uma reunião tensa e controversa. A decisão, tomada com 115 votos favoráveis, 15 contrários e sete abstenções, amplia a crise política no clube e expõe divergências internas sobre a condução da sessão.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) incluiu o conflito entre o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, em um inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial no clube. O promotor Cássio Roberto Conserino considera o atrito administrativo um indicativo de irregularidade que pode levar à intervenção, com base em precedentes do STF. A disputa se intensificou após a votação da reforma do Estatuto e envolve a suposta recontratação de seguranças.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, convocou uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para votar o afastamento do presidente do órgão, Romeu Tuma Júnior. A convocação ignora o rito estatutário para reuniões extraordinárias, que prevê a participação do presidente do Conselho na marcação da data. Há também um conflito envolvendo a suposta contratação de um segurança com histórico em confusões no clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, reagiu com indignação à convocação de uma reunião extraordinária pelo presidente do clube, Osmar Stabile. Tuma Júnior classificou a ação como "manobra golpista" e estratégia para obstruir a reforma do estatuto. O vice-presidente do Conselho, Leonardo Pantaleão, também questionou a legalidade da convocação e negou presença.
Conselheiros do Corinthians se articulam para afastar Romeu Tuma Júnior da presidência do Conselho Deliberativo. A manobra busca reunir assinaturas para convocar uma reunião extraordinária e votar o afastamento do dirigente, que enfrenta acusações de interferência na gestão do clube. O presidente Osmar Stabile já protocolou um pedido na Comissão de Ética, mas Romeu Tuma alega que o estatuto não prevê suspensão liminar.