O Ministério Público de São Paulo instaurou um segundo inquérito civil para apurar potenciais desvios de dinheiro, gestão temerária e outros assuntos no São Paulo Futebol Clube. Várias pessoas do clube, incluindo Muricy Ramalho e o CEO, serão ouvidas, além de investigações sobre o fundo de investimentos na base e a venda de camarote clandestino.
O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para investigar o São Paulo Futebol Clube por possível gestão temerária. A investigação apura atos administrativos que poderiam ter levado ao endividamento do clube, incluindo o recebimento de R$ 1,5 milhão em dinheiro por seu presidente, Julio Casares. Paralelamente, o ex-diretor adjunto de futebol Nelson Marques Ferreira também é investigado por abertura de empresas.
O São Paulo Futebol Clube respondeu ao Ministério Público de São Paulo sobre uma denúncia anônima que alegava práticas de gestão temerária. O clube apresentou sua defesa, refutando as acusações de déficit financeiro, venda de jogadores abaixo do valor de mercado, estruturação de projeto financeiro para a base e conflito de interesses envolvendo o filho do presidente.
O Ministério Público recebeu uma denúncia anônima de gestão temerária no São Paulo, com alegações de déficit financeiro, proposta de fundo para base, venda de jogadores a baixo preço e relação do filho do presidente com um empresário. O clube se defende, alegando que as denúncias não individualizam condutas e que as vendas foram feitas dentro do valor de mercado.