O Ministério Público de São Paulo abriu investigação criminal contra o Corinthians por acordos firmados na gestão de Duílio Monteiro Alves, entre 2021 e 2023. A apuração verifica se o clube reconheceu dívidas prescritas, causando prejuízo financeiro, incluindo renegociações com empresas ligadas aos empresários André Cury e Carlos Leite. O MP também apura possível gestão temerária e integra uma investigação civil sobre irregularidades na administração do clube.
O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do quadro associativo. O clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações', citou gastos pessoais com cartão corporativo (incluindo petshops) e apontou R$ 7 milhões em saques sem documentação de lastro. Casares alega que sua gestão foi regular, que a reprovação das contas de 2025 teve motivação política e que o pagamento do 'bicho molhado' é um costume do futebol.
O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra o processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do Conselho Deliberativo. A defesa do clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações' e pediu a extinção da ação, além de destacar gastos pessoais do ex-mandatário com o cartão corporativo e R$ 7 milhões em saques sem documentação. Casares ainda responde a inquéritos civil e criminal por suspeita de lavagem de dinheiro e exploração clandestina de camarote no Morumbis.
O São Paulo apresentou contestação judicial ao processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, pedindo a rejeição da ação. A defesa do clube classificou as alegações de Casares como "alucinações" e sua iniciativa judicial como "desleal e traiçoeira". O processo envolve suspeitas de gestão temerária, saques de R$ 11,05 milhões das contas do clube e gastos de cerca de R$ 1 milhão com cartão corporativo.
O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Júlio Casares, ex-presidente do clube, que busca anular sua expulsão por gestão temerária. O clube qualificou os argumentos do ex-dirigente como 'alucinações' e 'tentativa traiçoeira' de dividir a culpa com subordinados. Casares alega ser vítima de uma trama política e defende que os saques de R$ 11 milhões foram para pagamento de premiações por títulos.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, pede indenização de R$ 10 mil por danos morais à Meta após perder seguidores no Instagram, quando sua conta ficou desativada por cinco meses. Ele recuperou o acesso à conta por meio de uma liminar judicial. O ex-presidente também está envolvido em outras disputas jurídicas com o São Paulo, incluindo uma ação após sua expulsão do quadro associativo do clube.
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, processa a Meta (dona do Instagram e Facebook) pedindo indenização por danos morais após perder seguidores e ter sua conta desativada, aparentemente por denúncias falsas coordenadas por terceiros. Casares já havia obtido liminar para reestabelecer a conta, mas agora busca condenação judicial. Além disso, ele mantém ação contra o próprio São Paulo tentando anular sua expulsão do quadro associativo sob acusação de gestão temerária.
O Ministério Público deu dez dias para o Corinthians identificar responsáveis pela fiscalização do contrato e pelos pagamentos à Incentiva, empresa que administrava o programa Fiel da Sorte, que oferecia sorteios e 'rabiscadinhas' a associados do Fiel Torcedor. Os documentos serão enviados à Promotoria que investiga uma possível intervenção judicial no clube, tendo em vista sinais de gestão temerária entre 2023 e 2026. Cerca de R$ 6,9 milhões foram pagos à Incentiva mesmo após a divulgação do programa ter sido encerrada nos canais oficiais em 2024.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-10-01
A Justiça de São Paulo concedeu prazo de 15 dias para o São Paulo contestar a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca anular sua expulsão do quadro associativo sob a acusação de gestão temerária. Na petição, a defesa de Casares sustenta que sua gestão foi regular, cita títulos conquistados e alega que as acusações têm motivação política interna. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Por Bruno Giufrida, Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-09-29
Julio Casares, expulso do São Paulo em 10 de setembro, processou o clube alegando ter sido vítima de uma trama política. Ele pede a declaração de inexistência de gestão temerária, a anulação de responsabilidades pelas contas de 2021 a 2024 e sustenta que a devolução de valores do cartão corporativo configura boa-fé. A matéria detalha as acusações da Comissão de Ética, incluindo saques de R$ 11,05 milhões e gastos de R$ 1 milhão no cartão corporativo, e os argumentos da defesa do ex-presidente.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-09-29
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, entrou com ação judicial para anular sua expulsão do quadro associativo do clube, imposta pelo Conselho Deliberativo sob acusação de gestão temerária. Na petição, ele sustenta que sua gestão foi regular e aprovada pelos órgãos competentes, cita títulos inéditos conquistados e usa a declaração do executivo Rafinha sobre o 'bicho molhado' para justificar os saques em dinheiro vivo. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo entre 2021 e janeiro de 2026, acionou a Justiça para contestar as acusações que levaram à sua expulsão do quadro associativo do clube. Ele alega ter sido vítima de uma 'trama política' e pede o reconhecimento da inexistência de gestão temerária em seu mandato. O processo debate saques de R$ 11,05 milhões e gastos de cerca de R$ 1 milhão no cartão corporativo do clube.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, acionou a Justiça contra o clube pedindo apresentação de documentos financeiros, perícia judicial e homologação das aprovações de contas do mandato entre 2021 e 2024. Ele nega acusações de gestão temerária e desvio de valores, alegando que os saques em dinheiro vivo eram destinados a pagamento de bichos e premiações organizados pela diretoria financeira. Casares, que sofreu processo de impeachment, renunciou ao cargo e foi expulso do quadro social, afirma ser vítima de uma articulação política.
A expulsão de Augusto Melo do quadro de sócios do Corinthians foi considerada uma medida histórica por colunistas do UOL, que a veem como uma tentativa de 'limpar a casa' e um sinal positivo para o futebol brasileiro. A decisão do Conselho Deliberativo, após recomendação da Comissão de Ética, visa responsabilizar quem causa prejuízos ao clube e precisa ser sustentada pela diretoria para ter força e evitar retornos futuros.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, destituiu a Comissão de Ética do clube após esta recomendar seu afastamento preventivo. A decisão ocorreu em meio a investigações sobre suposta gestão temerária e falsidade ideológica, e uma disputa interna por uma reforma estatutária.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, é alvo de um pedido de afastamento liminar e expulsão protocolado por um conselheiro vitalício. A representação alega irregularidades na composição do Conselho de Administração e possível gestão temerária, com o caso sendo analisado pela Comissão de Ética do clube.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, protocolou um pedido de expulsão do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu, alegando gestão temerária. O pedido visa apurar uma manobra que desrespeitou o estatuto do clube em relação a uma alteração de quórum para mudança estatutária, como a aprovação de uma SAF. Olten Ayres nega as acusações, classificando o pedido como manobra política.
O Ministério Público de São Paulo reforçou um pedido de intervenção judicial no Corinthians, citando indícios de irregularidades administrativas, desvio de finalidade e gestão temerária. A medida visa corrigir omissões e preservar a governança institucional do clube, que, segundo o MP, tem seus mecanismos de controle fragilizados.
O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para investigar o São Paulo Futebol Clube por possível gestão temerária. A investigação apura atos administrativos que poderiam ter levado ao endividamento do clube, incluindo o recebimento de R$ 1,5 milhão em dinheiro por seu presidente, Julio Casares. Paralelamente, o ex-diretor adjunto de futebol Nelson Marques Ferreira também é investigado por abertura de empresas.
O Ministério Público de São Paulo instaurou um segundo inquérito civil para apurar potenciais desvios de dinheiro, gestão temerária e outros assuntos no São Paulo Futebol Clube. Várias pessoas do clube, incluindo Muricy Ramalho e o CEO, serão ouvidas, além de investigações sobre o fundo de investimentos na base e a venda de camarote clandestino.