O São Paulo anunciou a contratação de uma consultoria especializada para investigar denúncias de irregularidades e quebra de integridade ligadas ao clube. A investigação visa apurar os fatos, aprimorar controles internos e as práticas de governança. As denúncias culminaram no impeachment e renúncia do ex-presidente Julio Casares.
O fundo Ares afastou John Textor do comando da Eagle, empresa controladora de clubes como o Botafogo. A decisão ocorre após Textor demitir diretores que discordavam de seu modelo de aporte financeiro para quitar dívidas do clube brasileiro. Apesar do afastamento na Eagle, Textor mantém o controle do Botafogo por meio de uma liminar.
O novo presidente do São Paulo, Harrys Massis, iniciou uma 'limpeza' no clube após a renúncia de Julio Casares. Massis articulou a saída de diretores e o CEO, Márcio Carlo Magno, com o objetivo de afastar nomes envolvidos em escândalos e investigações. As mudanças visam restaurar a paz nos bastidores e a credibilidade da gestão.
Harry Massis Júnior, o novo presidente interino do São Paulo, iniciou seu primeiro dia no cargo com conversas com o elenco e diretores do clube. Ele discursou para jogadores e comissão técnica, prometendo uma gestão simples e focada em melhorar o ambiente. Massis também se reuniu com o executivo de futebol Rui Costa e diversos departamentos para se inteirar dos assuntos do clube.
O Ministério Público de São Paulo instaurou um segundo inquérito civil para apurar potenciais desvios de dinheiro, gestão temerária e outros assuntos no São Paulo Futebol Clube. Várias pessoas do clube, incluindo Muricy Ramalho e o CEO, serão ouvidas, além de investigações sobre o fundo de investimentos na base e a venda de camarote clandestino.
Aliados de Julio Casares, presidente do São Paulo, sugerem sua renúncia antes da votação de impeachment marcada para sexta-feira. O processo de impeachment visa afastar Casares do cargo devido a investigações e denúncias de irregularidades, incluindo a exploração clandestina de um camarote e movimentações financeiras suspeitas. Caso renuncie, o vice Harry Massis Junior assumiria o posto.
Um áudio revela a pressão exercida por uma intermediária sobre diretores do São Paulo Futebol Clube para receber carros de luxo, em decorrência de um acordo comercial com a concessionária Osten Group. A parceria envolvia a cessão de um camarote no Morumbis em troca de veículos para uso profissional dos diretores. O caso culminou em pedidos de afastamento de dirigentes e expôs um suposto esquema de exploração irregular do camarote.
A oposição do Conselho Deliberativo do São Paulo protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Júlio Casares. O pedido, assinado por 57 conselheiros, alega "administração temerária" e cita descumprimento de orçamento, venda de jogadores abaixo do valor de mercado e esquema de venda ilegal de ingressos.
A Polícia Civil de São Paulo iniciou uma investigação para apurar a exploração clandestina de um camarote no Morumbis, stadium do São Paulo FC. O caso envolve a venda ilegal do espaço em dias de shows, com áudios revelando um esquema liderado por diretores do clube. A investigação, solicitada pelo Ministério Público, busca apurar crimes como corrupção privada do esporte e coação no curso do processo.
A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar um possível desvio de dinheiro no São Paulo. As investigações, conduzidas em segredo de Justiça, surgiram após uma denúncia sobre exploração clandestina de um camarote no Morumbis, com diretores do clube supostamente envolvidos.
O São Paulo enfrenta uma crise política interna com investigações sobre venda ilegal de camarotes no Morumbis, levando à licença de diretores. Paralelamente, o clube se movimenta no mercado de transferências para reforçar o elenco para 2026 com negociações de jogadores.
O Ministério Público de São Paulo solicitou a abertura de um inquérito policial para investigar a venda ilegal de um camarote no estádio Morumbis. Um áudio revelou um esquema envolvendo diretores do clube para exploração clandestina do espaço, caracterizando crimes de corrupção privada no esporte e coação no curso do processo.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o orçamento para 2026 em uma votação apertada, prevendo R$ 931,8 milhões em receitas e R$ 893,8 milhões em despesas. A aprovação ocorreu após polêmica envolvendo a exploração clandestina de um camarote do Morumbis, com diretores envolvidos pedindo licença e Ministério Público solicitando inquérito policial.
A aprovação do orçamento do São Paulo para 2026 por uma margem apertada no Conselho Deliberativo reflete um forte abalo na gestão do presidente Julio Casares. Denúncias de camarotes clandestinos e indicação de canetas emagrecedoras irregulares, envolvendo diretores, contribuíram para a queda de aprovação. O cenário atual evoca crises passadas do clube, levando Casares a uma encruzilhada sobre a quem dar satisfação.
O Conselho Deliberativo do São Paulo se reuniu para debater o orçamento de 2026, que prevê receitas de R$ 931,8 milhões e despesas de R$ 893,8 milhões. A reunião foi marcada por protestos de torcedores no Morumbis, insatisfeitos com a revelação de um esquema de venda ilegal de camarotes no estádio.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, se pronunciou sobre um escândalo envolvendo diretores do clube na comercialização ilegal de ingressos. Ele prometeu rigor na apuração e afirmou que a instituição não tolerará malfeitos, independentemente de quem sejam os envolvidos.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, encaminhou à Comissão de Ética os casos de diretores citados em um escândalo de exploração irregular de um camarote no Morumbis. A medida ocorre após áudios que apontam participação de membros da diretoria em um esquema de comercialização clandestina de espaço. O clube também abriu sindicâncias internas para apurar as denúncias.
A oposição do São Paulo, através do grupo 'Salve o Tricolor Paulista', está articulando o afastamento do presidente Julio Casares. O pedido ocorre após a revelação de um escândalo de suposta venda irregular de ingressos de camarote no Morumbi, envolvendo a ex-esposa do presidente e um diretor adjunto de futebol de base.
Um áudio revelou um esquema de comercialização clandestina de camarotes no Morumbis, envolvendo diretores do São Paulo, para shows. Douglas Schwartzmann, diretor adjunto de futebol de base, e Mara Casares, diretora feminina, cultural e de eventos, admitiram o envolvimento em lucros com a venda ilegal de ingressos. O clube afirmou que irá apurar os fatos e tomar as medidas necessárias.
O São Paulo Futebol Clube iniciou duas sindicâncias, uma interna e outra externa com auditoria independente, para investigar um esquema de venda ilegal de camarote no Morumbis. O caso veio à tona após áudios vazados com diretores mencionando a utilização "não normal" do espaço e benefícios recebidos. A investigação visa apurar a responsabilidade dos envolvidos e definir possíveis punições.